Dante
Eu não podia deixá-la escapar. Isabela Moratti era como uma tempestade, e quanto mais ela tentava se afastar, mais eu queria puxá-la de volta. Após sair do quarto, não demorou muito para ouvir os passos dela ecoando pela casa. Sabia exatamente onde encontrá-la.
Ao descer as escadas, notei a luz fraca na cozinha. Ela estava de costas para mim, mexendo em algo na bancada. A silhueta dela era perfeita, acentuada pela camisa larga que parecia ser minha e que ela tinha colocado depois de largar a toalha.
— Fugindo, Bella? — perguntei, apoiando-me no batente da porta, observando-a congelar por um instante antes de me encarar.
— Não estou fugindo. — Ela respondeu, tentando parecer indiferente, mas o brilho nos olhos a entregava.
— Então por que deixou o quarto? — Questionei, caminhando devagar até ela, cada passo calculado, os olhos fixos nos dela.
— Porque eu precisava respirar. — Murmurou, cruzando os braços como se fosse uma armadura contra mim.
Cheguei perto o suficiente para que ela pudesse sentir minha presença, mas não invadi seu espaço ainda.
— Parece que está fugindo. — Repeti, a voz baixa, quase um sussurro.
Ela virou-se de volta para a bancada, tentando me ignorar, mas eu não tinha intenção de deixá-la se esquivar. Minha mão alcançou a dela, parando o movimento que fazia com a colher.
— O que está tentando provar, Bella? — Perguntei, minha voz carregada de provocação.
Ela me encarou novamente, o olhar em chamas.
— Que não sou como você. Que não quero isso, Dante. — Afirmou, mas o tom da voz dela vacilava.
— Não quer? — Inclinei-me, aproximando nossos rostos até que nossas respirações se misturassem. — Tem certeza?
Ela tentou se afastar, mas minha mão deslizou até sua cintura, segurando-a firmemente no lugar. Puxei-a para perto, deixando nossos corpos se tocarem levemente, e vi como os olhos dela se fecharam por um segundo, traindo qualquer resistência que tentava manter.
— Para, Dante. — Ela pediu, mas a voz não tinha nenhuma força.
— Você só tem que dizer que não quer, e eu paro. — Murmurei, minha boca a centímetros da dela.
Ela ficou em silêncio, os lábios entreabertos enquanto me encarava, confusa e dividida.
— É o que pensei. — Sorri antes de inclinar minha cabeça, beijando-a profundamente.
No começo, ela tentou resistir, mas quando minha língua tocou a dela, senti sua resistência derreter. Isabela começou a corresponder ao beijo, suas mãos subindo até meu peito, agarrando minha camisa com força.
Minha mão deslizou de sua cintura até suas costas, pressionando-a contra mim. O calor entre nós aumentava a cada segundo, uma corrente elétrica que parecia nos envolver completamente.
Sem pensar, levantei-a pela cintura, sentando-a sobre a bancada da cozinha, sem quebrar o beijo. Ela ofegou contra meus lábios, e eu aproveitei para explorar seu pescoço com minha boca.
— Isso é loucura... — Ela sussurrou, enquanto minhas mãos subiam pelas suas coxas.
— É. — Concordei, mordendo levemente a pele sensível do pescoço dela, o que fez um gemido escapar de sua garganta. — Mas é uma loucura que você quer tanto quanto eu.
Ela inclinou a cabeça para trás, dando-me mais acesso, e minhas mãos puxaram a camisa que ela vestia, revelando sua pele macia. Minha boca seguiu o caminho, explorando cada centímetro que era exposto.
Isabela tentou dizer algo, mas seu corpo já estava completamente entregue. Ela arqueou as costas quando minhas mãos deslizaram por suas curvas, e sua respiração ficou ainda mais pesada.
— Você é inacreditável. — Ela conseguiu dizer, enquanto minhas mãos seguravam firmemente seus quadris.
— E você é irresistível. — Respondi, olhando diretamente em seus olhos antes de beijá-la novamente.
Ela puxou minha camisa, empurrando-a para cima, e eu a deixei fazer, até que estivesse no chão. O toque dela contra minha pele era como fogo, e eu sabia que não havia mais volta.
Puxei a toalha, deixando-a completamente nua em cima da bancada. Afastei-me durante alguns minutos para admirar o corpo lindo dela.
— p**a que pariu, você é perfeita. — Sussurrei, deixando-a sem graça. Aproximei-me beijando o pescoço dela e fui descendo até os s***s. Apertei um e coloquei o outro na boca, fazendo-a soltar gemidos baixos.
Intercalei, colocando um na boca e apertando o outro, até descer beijando sua barriga. Quando cheguei à sua i********e, sorri. Era linda. Sem pensar muito, passei a língua, e um gemido alto escapou dela.
— Meu Deus, você é muito bom nisso... — Ela disse entre gemidos.
Continuei chupando-a com vontade, enquanto a penetrava com os dedos, até que ela se derramasse na minha boca. Lambi tudinho e me afastei, tirando o short. Ela me encarou durante alguns minutos.
— Que delícia. — Ela disse, olhando para o meu m****o.
Desceu da bancada, e por um segundo, pensei que iria correr. Mas ao invés disso, ajoelhou-se na minha frente e colocou meu m****o na boca.
Ela começou a punhetar, passando a língua, até fazer garganta profunda, me deixando louco. A cada movimento mais rápido, eu estava à beira do limite. Não demorou para que eu gozasse na boca dela, e ela engoliu tudo, sem desviar o olhar.
Levantando-se, virou-se de costas, empinando a b***a na minha direção. A cena era linda, e por um momento, só consegui admirar.
— Vai ficar me olhando ou vai me comer? — Ela provocou.
Aproximei-me devagar, dando um tapa na b***a dela, antes de penetrá-la com força, arrancando um gemido alto.
— Vai, não para! Vai com força! — Ela gritou.
Obedeci, indo mais rápido e mais forte. O som dos nossos corpos e dos gemidos preenchia o ambiente. Não demorou para suas pernas começarem a tremer.
Depois de alguns segundos, ela gozou, e logo depois, eu também. Afastei-me, olhando para ela enquanto tentava me recompor.
— Isso não deveria ter acontecido. — Ela sussurrou.
— Foi tão bom, Bella. Não estraga a noite. — Falei, pegando-a no colo.
Subi as escadas com ela nos braços. Fomos direto para o quarto, onde liguei o chuveiro e tomamos banho juntos. Depois, ela colocou uma camisa minha e se deitou na cama, encarando o teto.