CAPÍTULO 13

1804 Words
Acordei cedo e fui tomar um banho. Assim que sair do banho meu celular tocou, bateram na porta ao mesmo tempo. Pego meu celular e é Hanna. Atendo indo até à porta. - Bom dia Hanna. Tudo bem por aí? Indaguei abrindo à porta dando de cara com Sawyer. Franzi à testa. - Sua sogra já ligou aqui três vezes querendo falar com você. Disse que está na sua casa desde ontem te esperando. Está furiosa, porque disse que à Sra não quer falar com ela. Só me faltava essa. - Hanna, espera um momento. Fala Sawyer. Peço segurando meu telefone nas mãos. - Sr Grey na linha. Meu dia poderia começar bem? Sawyer me passa o telefone eu suspiro cansada de todos e de tudo. - O que foi Christian. Pedi com raiva. - O que foi? Você dormiu fora de casa. Reviro meus olhos. - Assim como você, eu tenho um trabalho. Tenho cliente em todos os lugares dentro do país, então não estou entendendo seu questionamento. Digo cansada. - Meus pais estão na nossa casa. Esperavam te encontrar ontem à noite. Quanto tempo você vai ficar aí? - Não sei. Na verdade eu sabia, mas não estava fim de aguentar meus sogros. Desse vez não. - Não sabe? Você desenha projetos, entrega para um engenheiro fazer e está me dizendo que não sabe? O meu saco. - Christian não estou afim de continuar essa conversa. Você está em casa? - Ainda não. Vou embora amanhã. E eu tenho que voltar para casa e fazer sala para os pais dele? Não mesmo. - Os pais são seus, se virar com eles. Falo desligando. Entrego para Sawyer e volto minha ligação com Hanna. Hanna, se minha sogra ou meu sogro ligarem aí, diga que estou em uma viagem de trabalho e que não sabe quando volto. - Eles parecem não acreditar. - Manda eles à merda então. Falo e ela fica em silêncio. - Vou dizer à eles sobre à viagem, é melhor. - Faça como quiser. Desligo com raiva. Eu não vou ficar me martirizando com isso. Desse vez se eles forem me atacar, vou jogar toda merda no ventilador. Por mim que Christian se vira com eles. Quem sabe assim eu consiga me livrar dele de vez. Me arrumei e fui me encontrar com Leila. Ela estava empolgada com esse novo projeto. Nos encontramos com o cliente e assim expomos à ele como tudo iria ficar pelo projeto que eu desenhei. Ele concordou com tudo e ainda os honorários de Leila. Estava tudo acertado e agora era só combinar com Leila quando começamos à obra. Teria que vir aqui mais vezes para ajudá-la. Ficamos até tarde resolvendo tudo e depois saímos para beber. Ela disse que iria ficar aqui em Portland mais dias até começar à obra, e iria me manter informada. - Anastásia. Leila me chama dando um gole na sua cerveja. - Me chame de Ana, Leila. Peço sorrindo, bebendo também uma tequila. - Então Ana. Você podia sempre me recomendar quando você pegar algum trabalho que não tem engenheiro. Mesmo que meu tio me ajude e me recomende, eu quero poder fazer meu nome. Lutar pelo meu espaço. - Não vejo problema nisso. Sempre preciso de um engenheiro, então é bom ter um à nossa disposição. - Ai que ótimo. Fico feliz de fazermos uma parceria. Sorrio da empolgação dela. - Sra? Sawyer aparece do meu lado com o celular nas mãos. Bufo já sabendo o que vai acontecer. Pego o mesmo sem graça por causa de Leila. - Oi. Falo sem ânimo. - Oi? Você está em um bar bebendo ao invés de ter voltado para casa? - O que você quer Christian? Indaguei sem paciência. - O que eu quero? Quero você na nossa casa. - Pra que? Pedi irritada. - Você está fugindo dos meus pais Anastásia? - Você é um gênio. Digo com ironia. - Quero você em casa. Desligo não dizendo mais nada. Entrego o telefone para Sawyer. - Você está bem? Leila questiona. - Não, mas eu vou ficar. Digo e ela não fala mais nada. Desculpe Leila. Minha vida está uma merda e eu não estou dando conta mais. Assumo que estou esgotada. - Eu lamento. Ela fala pegando na minha mão que estava em cima da mesa. - Obrigada! Eu também lamento. Suspiro. Vamos continuar falando de trabalho e não da minha vida de merda. Falo e ela me olha com pena. Voltamos à falar de trabalho e ela me contou um pouco do seu tio/padrinho. Acabamos de beber e eu me dignei à voltar para Seattle quase dez da noite. Chegando em casa às duas da manhã. Agradeci aos seus por não ter ninguém acordado à essa hora, mas sei também que à manhã meu dia será longo com esses dois falando no meu ouvido. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para Hanna antes de deitar. Pedi à ela para trazer algumas coisas do meu escritório aqui em casa. Não quero ficar me desgastando com Grace e Carrick. Eles não tem culpa da safadeza do filho. Acordei e fiquei na cama até às dez. Vestir uma saia longa com uma regata após tomar um banho. Meus cabelos foram presos em um coque bagunçados. Era hora de enfrentar as feras. Desci e ambos estavam no sofá olhando alguns papeis. - Bom dia! Digo e eles me olham - Onde você estava? Christian nos disse que você estava viajando à trabalho. - Isso mesmo. - E que horas você chegou? Carrick pede se levantando. - Duas horas da manhã. Eles balançam à cabeça em negação. - É um cúmulo você ficar até tarde na rua. Christian não tem tido pulso firme com você. Não digo nada. Por mim eles podem dizer o que quiserem. Estávamos esperando vocês na nossa casa, o que houve? Já se passaram dois meses e nada. - Ainda não conseguir terminar meus trabalhos. Minto, na verdade eu estava emendando um trabalho atrás do outro. - E quanto tempo mais vamos ficar esperando? Anastásia, não dar mais. Queremos que você se integre mais à família do seu marido. Escuto tudo calada. Não faz diferença o que eles querem para mim. Vejo minha sogra suspirar forte. Você pelo menos parou de tomar os remédios para não engravidar? - Sim. Não dou muitos detalhes. Tomando ou não, não faz diferença. - Que ótimo. É possível que já esteja grávida. Grace pode te acompanhar ao médico para confirmar. Assinto. - Vou tomar café, vocês já tomaram? Indaguei indo para à mesa de café da manhã. - Já. Viemos aqui para levá-los com à gente. Não vamos embora enquanto vocês não forem com à gente. Christian está com sua vida extraconjugal por um fio, porque antes deles quererem me tirar daqui, eu jogo à merda no ventilador. Não sairei do meu país nunca. Tomei meu café sem falar uma palavra. Respondia o que eles me perguntava e eu nem me abalava. Hanna chegou e eu me sentei com ela para colocar algumas coisas. Pedi que qualquer coisa era para me ligar, eu iria no escritório resolver. Pedi à ela também para informar Mark que eu me ausentar por uns dias, mas qualquer coisa estava à disposição. Fiquei trabalhando na biblioteca. Grace ficava me vigiando. Mas eu não estava nem aí. Tinha vários projetos para fazer, então não tinha tempo à perder. Falei com Mark algumas vezes por telefone e quando vi já era à hora do almoço. Não estava com fome e muito menos estava afim de ouvir às indagações de Grace e Carrick. - Meus pais estão preocupados com você. Escuto à voz de Christian entrando na biblioteca. Não olho para ele e muito menos falo algo. Disseram que você está calada. - O que você quer que eu diga. Debata com eles? Não. Não vou me desgastar mais. Só sugiro à você que tire essa ideia deles me levarem para Marrocos, porque eu não irei à lugar nenhum. Se continuarem com essa ideia, lamento para você, mas seu caso extraconjugal vai ser um prato cheio para eles. E assim vou dizer toda verdade sobre nosso casamento. Falo me levantando. - Já iria chamar vocês para o almoço. Grace aparece sorrindo. Fui na frente e me sentei. Carrick já estava na mesa. Todos se sentam. - Para quando podemos marcar o médico Anastásia? Grace questiona colocando comida em seu prato. - Para quando à Sra quiser minha sogra. Falo olhando para Christian. - Médico para que? Meu falso marido questiona. - Para ver se sua esposa já está grávida. Ela nos disse que não está tomando remédios, então deve já ter um herdeiro à caminho. Se tem não é em mim que ele cresce. - Você não quer nos acompanhar marido? Indaguei sarcástica. Ele me olha triste. - Já pensou filho, se o médico diz que ela está grávida? Seu pai e eu vamos ficar muito felizes. Gia já está com oito meses, daqui à pouco estará ganhando mais um dos nossos herdeiros e tomara que seja menino. E o seu também Anastásia. Tomará que seja menino. - Deus te ouça minha sogra. Entro no jogo deles. Nosso almoço foi movido de conversar sobre minha suposta gravidez. Eu estava alheia e ficava zoando com tudo. Christian sabia que eu tinha ligado meu botão de fodas para cada palavra dita dos pais, por mim que ele se vira-se com eles. Não é problema meu. Passei uma semana em casa, sempre escutando as mesmas coisas. Na quinta fomos ao médico marcado por Grace. Ela saiu super chateada por eu não está grávida. E escutei mais uma vez que eu poderia ser seca. Até ouvir eles falando para Christian que se eu fosse seca, eles iriam arrumar um segundo casamento para ele poder ter filhos legítimos. Talvez assim ele resolva assumir sua amante e me deixar livre. Era tudo que eu pedia e queria. Na segunda não teve jeito. Tive que vir ao escritório. Era muitas coisas para rever e assinar. Fora que amanhã ainda tenho que me encontrar com Leila em Portland para ver à obra da casa. Ouço uma batida na porta e Hanna aparece. - Ana, tem uma Srta aqui, querendo falar com você. Ela não marcou hora, mas disse que indicaram seus serviços para ela. Suspiro. - Mande entrar. Eu estou tranquila agora cedo. Digo. À única coisa que possa fazer é enfiar à cara no meu trabalho. Hanna se vai e logo ela volta com uma pessoa que eu conheço, quero dizer tive o desprazer de conhecer, não pessoalmente, mas sabia muito bem de quem se tratava. Meu sangue foge do meu rosto. Eu não conseguia entender o que ela faz aqui. E eu só podia ter um carma para essas coisas.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD