CAPÍTULO 9
SCARLET
Desperto com o som do telefone, ainda de olhos fechandos eu procuro, procuro.
- p***a, cala essa boca.
Resmungo sonolenta, quando o telefone para de tocar, suspiro aliviada, mas a pessoa é muito insistente, ao alcançar o meu casaco pego o meu telefone rapidamente, sem ver que é atendo.
- O que você quer?
Pergunto irritada, ainda é cedo para falar ao telefone p***a.
- Aonde você está? Não dormiu em casa, não avisou.
Penny pergunta quase gritando comigo.
- Fala sério, eu estou no carro em frente de casa.
Eu resmungo com ela.
- Dormiu no carro?
Ela pergunta em choque.
- Já terminou de bancar mãe v***a? O que está fazendo em casa? Eu disse para você f***r pela manhã e não incomodar-me.
Eu digo para ela irritada.
- Eu desci para levar algo para comer, e não a vi no seu quarto.
Termino a chamada bruscamente, p***a, quem precisa de comida sou eu agora. Quando abro os olhos deparo-me com os olhos do Edwart encarrando-me e rindo da minha cara.
- O quê?
Eu pergunto a ela.
- Eu vou certificar-me de nunca acordá-la cedo.
Edwart diz debochando.
- Obrigada pela compreensão.
Resmungo, levo um susto ao ouvir batidas no vidro do carro.
- Se for Penny, eu vou matá-la.
Olho para fora através do vidro e vejo o oficial da cidade, maldição. Abro a porta do carro lentamente, pego meu casaco, geralmente as manhãs são muito frias.
- Oficial, bom dia.
Cumprimento-o, senhor Young, tem 45 anos de idade, sua aparência juvenil transborda muita confiança as pessoas, essa vila é muito pequena ao mesmo tempo tranquila, sem eventos incomuns, perfeito para quem gosta de tranquilidade.
- Senhorita Brook, desculpa incomodá-la, estranhei o carro em frente da sua porta, decidi verificar.
O oficial diz para mim.
- Sem problemas oficial.
Edwart desce do carro com o seu rosto sonoleto, bom ao menos ele está vestido.
- Oficial, este é o meu namorado, Edwart Smith, Edwart, este é o nosso protetor.
Eu apresento-os.
- Ele é o senhor que encontrou-a no cemitério e levou-a ao hospital.
Ele pergunta, cidade pequena todo mundo sabe de tudo.
- Ele mesmo.
Confirmo, vila pequena, todos sabem de tudo.
- Muito prazer senhor, obrigado por prestar os primeiros socorros.
Edwart, ergue a mão na altura da sua cintura para cumprimentar o oficial que aceita de bom agrado.
- A honra é minha oficial.
- Aceita um café? Está muito frio aqui fora.
Eu pergunto-os.
- Claro.
Caminhamos para dentro de casa, Penny está na cozinha a preparar o café da manhã.
- Doutora bom dia.
- Bom dia oficial.
- Deixe-me preparar algo quente para nós.
Comento indo para cozinha preparar café com leite, e café puro para Edwart.
- Por que dormiram no carro?
Penny entrega-me uma bandeja repleta de comida para o café da manhã, Edwart conversa com o oficial, pelas suas expressões a conversa está muito animada.
- Ele não quis ficar sozinho no hotel.
Eu respondo a sua pergunta.
- Poderia tê-lo acolhido no seu quarto, não naquela coisa desconfortável.
Ela diz.
- Estavámos muito bem acomodados.
Encolho os ombros enquanto corto a banana em cubos para fazer uma salada de frutas.
- Você está com medo, qual é o problema?
Ela pergunta novamente sobre a mesma coisa.
- Eu vou quebrar a cara.
Eu digo para ela.
Abro a geleira, tiro 4 maças, 2 potes de yougurt e um pote de castanhas.
- Scarlet, o que a incomoda de verdade?
Pego uma faca e uma tabúa.
- Estou com medo.
Mormurro, paro de cortar a maça por um momento, pela primeira vez eu estou com medo de tentar e quebrar a cara, meu pai não está aqui para protejer-me, para dizer-me o que fazer, ele sempre dizias belas palavras quando estava triste.
Agora.
Agora, eu estou sozinha, não saberia o que fazer, eu não sei o que fazer.
- Porque nunca disse-me que sentia-se assim?
- Papai cuidava de mim, sempre apoiou-me, ele saberia o que dizer sobre Edwart se estivesse aqui connosco.
- Ele era um homem sábio, mas precisas seguir em frente.
Ela diz.
- Mas eu estou confusa.
Eu respondo.
- Sobre ele ou você?
Ela pergunta olhando-me.
- Eu. Ele é uma boa companhia, divertido apesar de ser muito sério, não sinto-me deprimida ao seu lado.
Eu informo a ela.
- Gosta dele?
Balanço minha cabeça timidamente, sim eu gosto, mas será que isso é suficiente?
- Ouça seu coração, apenas ele dirá o que fazer.
- Assim o farei.
Respondo, pego a faca novamente e corto as maças em cubos, junto tudo em uma tijela, depois adiciono dois potes de yougurt e misturo.
- Adiciona um pouco de açucar.
Ela diz para mim.
- Vai ficar muito doce.
Respondo enquanto abro uma barra de chocolate e adiciono.
- Mais chocolate.
Ela diz e eu reviro os olhos.
- Acordou azeda? Isso vai ficar muito doce.
Digo levando a tijela para a mesa, depois de pôr a mesa, sentamos para comer enquanto conversamos sobre assuntos divertidos.
- O que vamos fazer?
Pergunto Edwart, enquanto ajuda-me a secar a louça.
- Primeiro vamos tomar banho, depois a um lugar que eu tenho a certeza que vai gostar.
Pisco.
Enquanto ele toma banho no outro quarto eu no meu, assim não perdemos muito tempo esperando pelo outro.
- Estou curioso.
Pego a sua mão suavemente, Edwart beija-a esfregando os seus dentes no meu pulso.
- Obrigado por cuidar de mim enquanto eu estava muito vunerável.
Levo os meus dedos da minha mão direita para os seus cabelos, porquê? Eu não deveria me sentir assim, medrosa.
- Tudo bem?
Ele pergunta olhando nos meus olhos, o sinal ainda está vermelho, por isso a sua concentração está em mim.
- Sim, está tudo bem, não se preocupe.
Abro um sorriso sem mostrar os meus dentes, o sinal fica fica aberto, ele concentra-se a estrada até a localização que o GPS deu-nos.
- Não precisa agradecer, eu gostei de termos dormido juntos.
Eu digo a ele tranquilizando-o.
- Mas, continua pensativa.
Ele diz.
- Coisas de mulher.
Sorrio, ele ajuda-me a descer do carro, de mãos dadas caminhamos para o interior do estabelecimento, ele sorri aoperceber que estamos num clube de quadriciclo.
- Você dirigi.
O clube recebe visitantes que queiram divertir-se por algumas horas, pelo mapa, a trilha é fácil, e não nos perdemos com facilidade, eles fazem monitorizam todos com o GPS estalados nos quadriciclo.
- Isso vai ser divertido.
Digo animada, ele entrega-me um capacete, rapidamente coloco na cabeça.
- Pronta?
Acomodo-me atrás da sua moto, levo minhas mão para o seu peito, enrolando suavemente.
- Vamos como tudo.
Ele liga o quadriciclo, lentamente inicia os primeiros passos seguindo a trilha, depois de familiar-se com a terra, acelera indo com tudo, grito sentindo adrenalina fluir na pele, isso é muito muito bom.
- Segure-me firme.
Ele diz, agora vamos passar por uma trilha de terra de lama, depois um pequeno rio, em seguida faremos a subida, para concluir a descida em alta velocidade.
- Eu quero mais!
Digo ao tirar o capacete.
- Foram quatro voltas que fizemos no total.
- Eu acho que vou comprar uma dessas.
Resmungo, olho para as minhas botas sujas de lama, m***a.
- Preciso limpar minhas botas.
Informo-o, lentamente caminho para um poço de água, enquanto limpo a lama que está nas minhas botas, percebo que Edwart está muito quieto, mexe seu telefone depois guarda-o no bolso.
Ele acomoda-se ao meu lado, obsevando-me limpar minhas botas.
- Deve voltar para casa não é?
Pergunto.
- Sim. Meu final de semana chegou ao fim, devo preparar-me para o dia de amanhã.
Fico de pé rapidamente, ele faz o mesmo.
- Vamos aproveitar esses minutos que nos resta juntos indo almoçar.
Pego o seu braço.
- O que quer comer?
Ele pergunta abrindo a porta do carro para que eu possa entrar.
- Comida méxicana.
- Boa escolha senhorita Brook, conheço um lugar perfeito para o nosso pedido.
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- Obrigada pelo final de semana maravilhoso.
Eu comento.
- Eu diverti-me muito muito mais, espero por si em Seattle?
Edwart pergunta-me.
- Sim, eu ainda quero-o ver em cima de uma moto.
Eu digo para ele.
- Seu desejo é uma ordem senhorita Brook.
Ele estaciona seu carro em frente da minha casa, sim, despedidas são muito difícis, pego sua mão suavemente, não vá. Minha mente implora silenciosamente, eu não quero que ele vá embora, ficamos pouco tempo juntos, não é justo.
- O que seu ex está a fazer em frente da sua casa?
Desvio o meu olhar dele para rua, o que aquele i****a quer? Para piorar o cenário dramático, ele trás consigo rosas nas mãos.
De imediato, Edwart desci do carro, não é para abrir a porta para me e sim ir falar com ele. Passo os meus dedos na cabeça, minha cabeça repeti muitas vezes que isso não é um bom sinal.
Abro a porta do carro, praticamente pulo do carro, em passos largos caminho para onde os dois trocam palavras por então não audíveis quando estava distante.
- Scarlet, eu não sabia que gostava de engomadinhos.
Boo diz no tom provocativo.
- Agora você sabe.
Eu digo debochando.
Encosto o meu corpo no pilar da entrada de casa, ele veio para dar um showzinho de m***a, depois chora inocente e doce, um verdadeiro filho da p**a.
- Deixe-a em paz.
Edwart diz.
- Ela foi minha.
Boo responde.
- Eu sou o seu actual.
Edwart diz confrotando-o.
- Que vive longe dela, enquanto você estiver bancando todo o poderoso senhor Smith, eu estarei aqui, todos os dias, batendo sua porta, enviando flores, convidando-a para jantar quem sabe f***r a sua namorada.
Antes que eu reaja, vejo Boo caído no chão, sangue escorre pela sua boca, meus olhos encaram Edwart, seu peito sobe e desçe.
Quando ia abrir a boca para falar ele levanta o dedo impedindo de falar, ele pega os cabelos do Boo, levantando-o do chão, sem que ele reaja ele dá-lhe um soco no estômago, Boo ergue-se e acerta um soco no rosto do Edwart.
Sinto o meu coração bater forte, minha voz não sai, estou em choque, eu nunca imaginei que ele reagiria dessa forma aos insultos do meu ex, eu não estava a espera disso.
Grow e o Victor aparecem para os separar, Grow puxa Boo para o seu carro, Edwart pega o meu braço puxando-me para dentro.
Ele solta-me bruscamente jogando-me no sofá da sala, assustada levanto-me e faço uma caminhada até a cozinha, eu preciso de água, e ele de gelo para colocar na sua bochecha.
Gemo de dor quando sinto minhas costas colideram com a geleira bruscamente, Edwart pega o meu pescoço com força precionando ainda mais o meu corpo da geleira.
Levanto os meus braços para empurá-lo, seus olhos estão diferentes, negros, ódio, raiva, eu não sei descrever o que ele está a sentir, sua mão força-me que eu olhe para cima, meus pés quase não tocam no chão por causa desse movimento doloroso.
- p***a.
Sinto seus lábios na minha boca, sua língua entra na minha boca sem permissão levando tudo, sugando tudo que encontra, raiva, puxo sua cabeça para mais perto de mim.
Seu corpo suaveliza, ele tira sua mão do meus pescoço colocando na minha cintura, o beijo que era dele, tornou-se nosso, agora, eu consigo sentir todas as vibrações, seus lábios macios beijam os meus, eu sinto, eu sinto o bater dos nossos corações, sua língua guiando-me.
Dançando dentro da minha boca, um gemido escapa da minha boca, ele puxa o meu lábio inferior, chupando como fosse um doce que ele não quer parar de deliciar-se.
Bruscamente, ele separa as nossas bocas, passa seus dedos na minha boca, brincando com os meus lábios, seus olhos continuam escuros, cola nossas bocas novamente, desta vez muito breve.
Quando abro os olhos, o vejo caminha para saida, meu corpo inteiro treme, meu peito sobe e desce sem fôlego, eu não posso fazer nada além de deixá-lo ir.
EDWART
Paro em frente do espelho do meu quarto, lentamente fecho os botões do meu casaco, orgulhoso de vestir o casaco que a Scarlet deu-me. O logótipo no bolso do casaco está meu peito com as iniciais do meu nome, confortável.
Ela acertou em todas as minhas medidas, lentamente, afasto-me do espelho, pego minha pasta de trabalho iniciando passos para fora do meu quarto.
- Bom dia senhor.
Victor diz.
- Bom dia, qual solução obtiveram?
Questiono enquanto entramos no elevador, Scarlet, não vai gostar de saber que estou a vigiando, no entanto, aquele i****a não está a dar-me muitas opcções.
Não vou deixar aquele i****a desfilar em frente da sua casa mesmo que para isso eu tenha que dormir naquela vila todos os dias.
- Grow, informou-me que pode cuidar dele senhor.
Victor responde.
- Não quero aquele i****a perto dela.
Acomodo-me no assento do carro, o que faço nesses momentos em que o ciúmes bate mais forte na minha porta? Meus nervos deixa-me cego, não consigo pensar, p***a que os dias passem rápidos.
- Sim senhor, ele não chegará perto dela.
Fecho os olhos, enquanto suspiro fundo, minha boca ainda sente o gosto dos seus lábios doces e macios, minhas mãos sentem o calor do seu corpo enquanto ela vibrava receptiva, seu corpo respondia o meu toque implorando por mais.
Minha.
Ela é minha, não importa o que ela diga, eu vou conseguir conquistá-la, não importa quanto tempo leve, eu tenho paciência.
- Bom dia senhor.
Collie fica de pé, pela sua cara alguma coisa o incomoda.
- Sim?
- Senhorita Cecília está na sua sala senhor.
Isso está tornando-se uma rotina, ela começar seus dramas nas segundas feiras, m***a.
Forço os meus pés a entrar na minha sala, viro os olhos para encontrar os dela, o que ela quer agora?
- Bom dia querido.
Cecília diz para mim.
- O que quer? Eu já disse para não aparecer aqui sem avisar.
Eu digo a ela.
- Você não atende minhas ligações.
Ela diz fazendo drama.
- Estou ocupado, o que você quer?
Eu pergunto a ela.
- Convidá-lo para jantar.
Ela responde-me.
- Deveria ter ligado para o meu secretário, ele informaria sobre o seu pedido.
- Estou com saudades.
Ela levanta-se no sofá, expondo seu corpo nú, não.
Suspiro fundo impaciente, eu nunca a prometi uma relação, não pode vir aqui sempre que quiser para brincar de seduzir-me, estou acostumado a lidar com isso.
- Vista-se, Victor está a caminho para levá-la para casa.
Eu informo a ela.
- É por causa dela?
Ela questiona-me.
- Não. Estou ocupado.
Acomodo-me à mesa, abro o meu laptop e abro.
- Vamos sair para jantar
- Cecília.
Eu sei como isso termina, ela fica frustada quando não consegue o que ela quer.
- Um jantar, nada mais que isso.
- Amanhã, bom para você?
Pergunto enquanto abro a minha caixa de email.
- Perfeito.
Recebo uma mensagem do Victor dizendo que está a espera da Cecília.
- Sua carona chegou.
Digo-lhe, quanto antes ela sair melhor assim consigo trabalhar.
- Até amanhã querido.
- Tenha um bom dia.
Quando ela sai da minha sala, Collie entra.
- Ela não está autorizada a subir, diga ao pessoal de segurança.
Eu informo a Collie.
- Sim senhor, aqui estão os contratos impressos que a empresa japonesa enviou-nos.
Collie informa-me.
- A reunião foi marcada para quando?
Eu pergunto a ele.
- Quinta-feira video chamada.
Ele actualiza-me.
- Como está indo os nossos pedidos?
Eu pergunto-o.
- Bem senhor, café?
- Por favor.
Abro os contratos para ler e analizar se está tudo conforme o combinado.
- Bom dia chefe.
- Não estou humor para ti hoje.
Paro o que estou a fazer.
- Eu disse que ela cheirava problemas.
Levanto o rosto para entender o que ele quer dizer com isso, ele faz um sinal tocando sua bochecha esquerda.
- Não é da sua conta.
Respondo irritado.
- Estou curioso para saber o que aconteceu para levar um soco.
- Se não sair da minha sala, em 15 minutos receberá uma carta de suspensão do seu trabalho como meu advogado oficial.
Digo concentrando-me no contrato novamente, sim, não é da conta de ninguém o que eu faço ou deixo de fazer.
- Senhor.
Collie entra na minha sala com uma caixa nas mãos.
- Senhorita Brook, enviou para o senhor.
Ele diz entregando-me.
- Obrigado Collie.
Abro a caixa curioso para saber o que ela enviou-me, em cima dos cookies, encontro um bilhete.
“ Espero que goste”.
Metade está coberto por chocolate branco e a outra metade por chocolate preto.
Pego um biscoito branco rapidamente, mordo um pedaço e mastigo, deliciosos no seu interior tem mais chocolate, pego outro biscoito, mais um, são muito deliciosos.
- Collie.
Chamo-o pelo interfone.
- Senhor.
Ele entra na minha sala rapidamente.
- Pegue alguns.
Levanto-me da poltrona, abro a geleira que fica no canto discreto da minha sala e tiro um pote de suco e um copo.
Collie escolhe os biscoitos depois volta para sua mesa.
- Cheiro bom.
Keal entra na minha sala, entrega-me uma pasta que contém documentos.
- Deliciosos.
Fala de boca cheia.
- Eu posso pegar mais? Muito bons.
Atendo o meu telefone que estava no meu bolso.
- Smith.
- Ei, tudo bem?
Ouço a voz da Scarlet no outro lado da linha.
- Senhorita Brook, por que está ligando-me com um número desconhecido?
Eu pergunto a ela.
- Esqueci meu telefone em casa, pedi a Penny emprestou-me o dela.
Ela esclarece-me.
- Obrigado pelos biscoitos, estão deliciosos.
Olho para o Keal que está acomodado no sofá, ele levou toda a caixa dos biscoitos e o meu copo de suco.
- Eu vou precisar de mais.
Ouço sua risada no outro lado da linha.