não quero que vá

2502 Words
CAPÍTULO 10 SCARLET - Ai, caramba, vai arracar minhas unhas mulher. Digo afastando minha mão dos seus dedos assassinos. - O que houve? Pergunto levantando-me do tapete, caminho para cozinha levar barras de chocolate, talvez assim ela fica calma. - Estou com saudades dele. Entrego-a barras de chocolate. - Porque não vai ao seu encontro? Ele deve ser um homem ocupado, por isso que ainda não deu sinal de vida. Eu pergunto a ela. - Ele ligou, disse que é difícil vir aqui no meio da semana, deve cuidar do seu chefe. Ela respondi-me. - Eu posso chamar um helicóptero, você vai no final do dia e volta pela manhã. Mordo um pedaço de chocolate depois entrego-a para fazer o mesmo. - Pode fazer isso por mim? Ela pergunta. - Claro que sim. Arrume suas coisas, eu vou chamar um helicóptero. Eu digo a ela. - Deixe-me terminar de fazer suas unhas. Ela diz. - Não vai arrancar elas nem? Porque se fizer isso eu quebro a sua cara. Ela pega minha mão novamente, mais concentrada desta em vez em terminar de limpar minhas unhas, suspiro fundo, ainda não falamos sobre o que aconteceu no domingo, seu ataque de ciúmes, seus dedos no meu pescoço dominando completamente o meu corpo, ainda sinto seu corpo no meu. A excitação do meu corpo, ele conseguiu deixar-me excitada com apenas um beijo, um beijo ardente e doloroso, eu quero sentir seus lábios junto dos meus, quero sentí-lo por inteiro. - O que eu devo vestir? Ela pergunta fazendo-me sair do meu mundo imaginário. - Aquele vestido preto cigano, ele desenha seu corpo deixando-te muito elegante. Pego o meu telefone que acabou de apitar, uma mensagem de um número desconhecido, abro-a, levanto-me imediatamente do tapete. - v***a. Grito. Aquela mulher, tenho a certeza que essa mensagem foi ela quem envou. - O que foi? Penny pergunta. - Aquela mulher enviou-me uma mensagem dizendo que vai estar com o Edwart no hotel da companhia Smith em Seattlo as 8h da noite, mandou-me o número do quarto que vão estar. - Que mulher? Edwart tem uma namorada? Ela pergunta-me em choque. - Uma ficante, ex ficante, eu não sei. Entro no meu quarto rapidamente, pego minha bolsa, escolho algumas calcinhas e o meus documentos. - Arrume suas coisas, estamos indo agora. Eu informo a ela. - Não vai fazer bestera. Ela diz-me. - Penny, vamos, aproveitamos para fazer compras. Digo puxando seu braço. - Eu não posso sair assim sem nada. - Eu disse para levar suas coisas, mas preferiu continuar parada, Grow, estamos indo para Seattle Center. Entro no carro. - Alguma emergência senhorita? Grow pergunta-me. - Dirija, vamos descobrir pelo caminho. Eu informo a ela. Penny entra no carro carregando uma bolsa, olha para mim e revira os olhos. - Não faça besteiras. Penny aconselha-me. - Eu disse para você parar de bancar mãe v***a, aproveite a p***a da sua noite que eu vou cuidar da minha noite. Eu digo a ela. - m***a, m***a. Resmungo, abro o ecrã do meu telefone, faço uma ligação para Sérgio avisando-o que estarei na cidade, que consiga quartos num hotel. - Vamos fazer compras assim que chegarmos na cidade. Informo, olho para o relógio, são 4h da tarde, temos mais quatros horas, mas eu tenho a certeza que eles vão jantar primeiro isso significa que tenho duas horas e pouco para chegar e me arrumar. EDWART - Não mexeu na sua comida Edwart. Olho para o rosto da Cecília, seus lábios perfeitamente desenhados diz-me que hoje eu sou seu caçador. - Estou cansado, foi um dia longo. Respondo, pego minha taça de vinho e dou um gole rápido. - Eu posso fazer uma massagem relaxante. Sinto seu pé balançando sedutoramente em cima da minha coxa. - Boa noite senhores. Levanto o rosto para olho para cima, em seguida fico de pé, curioso para saber o que a Scarlet está a fazer aqui. - Senhorita Brook. Balanço minha cabeça, ela soltou seus cabelos, deixando-os ondolados nas pontas, seu vestido preto simples longo deseja todo o seu corpo, ela usa o colar que a dê-lhe, o decote V realça o seu conjunto. - Obrigada pelo convite para jantar. Ela olha para Cecília, as duas lançam olhares mortais uma para outra. - Eu vou pedir a mesma comida que eles estão a comer, e suco. Diz ao garçon que escreve os seus pedidos. - Como foi a viagem? Pergunto contendo-me para não rir dessa situação. - Tranquila, porque estão quietos? Estraguei alguma coisa? Ela pergunta olhando para Cecília. - Não. Eu respondo. - Como foi o seu dia elaboral? Ela pergunta, o garçon trás seu suco e alguns pitiscos para ela comer enquanto espera seu pedido. - Seu hotel é deslubrante Edwart, depois do jantar pode nos mostrar os compartimentos, inclusive o famoso quarto 747. - Desculpa? Eu digo confuso, que quarto? - O quarto onde eu devia os flagrar transado. Ela diz irritada, pego o telefone para chamar Victor, isso não vai terminar bem, e quero que ela explique-me essa história. - Vamos. Levanto-me da poltrona, pego o seu braço ajudando-a a ficar de pé. - Eu ainda não terminei de jantar. Ela diz irritada, aceno para o garçon vir ao nosso encontro. - Mande o pedido da senhorita para o meu endereço, adicione bolo e fritas. Eu digo ordenando ao garçon. - Sim senhor. Ele responde-me. - Vamos. Ela olha para Cecília com um olhar mortal, de seguida caminha para saída. - Não a provoque. Aviso-lhe. - Ela vai pagar por ter arruinado o nosso jantar. Ela diz com raiva. Mulheres, vou falar com o gerente brevemente para que ele envie a conta com a encomenda, caminho para saída e entro no carro encontrando Scarlet de olhos fechados, sua cabeça está encostado no apoio do assento do carro. - Scarlet.... Ela lança-me um olhar de poucos amigos, por esse motivo resolvo ficar em silêncio. - Senhor? - Casa. Digo-lhe, olho para Scarlet, que continua de olhos fechados, com quem ela veio? Não vejo Grow ou o seu carro atrás de nós. - Scarlet? Seu silêncio incomoda-me, não podemos ficar assim como dois desconhecidos. - Na sua casa. O tom da sua voz diz-me que continua chateada, d***a, eu não estou entendo o motivo dela estar assim, eu não entendo. Victor estaciona o carro no meu estacionamento, em seguida desçe do carro e abre a porta para ela, enquanto ela caminha para o elevador eu paro para falar com ele. - Como ela chegou? - Grow e a sua médica vieram com ela, pelas informações que tenho, senhorita Cecília enviou-a o endereço do hotel que estariam hoje. Merda, isso é uma provocação directa, eu não sei qual era o seu objectivo com esse jogo de criança. Entro no elevador vazio, ela subiou sozinha para o meu apartamento, isso não é bom. - Agora nós vamos conversar. Tiro o meu casaco, guardando-o no sofá da sala. - Eu não sabia que ela mandou uma mensagem para você. Eu informo a ela derrotado. - Qual é o seu problema Edwart? Ela pergunta-me um pouco exaltada. - Desculpa? Eu sai apenas para jantar com ela. Informo a ela. - Ela queria dormir consigo, se por ventura eu não tivesse aparecido, teria dito não para ela? Passos as mãos nos meus cabelos rapidamente, m***a, dupla m***a, Scarlet aproxima-se de mim. - Olhe nos meus olhos e diga-me a verdade. Ela diz para mim. - Eu não teria dormido com ela. Eu digo a ela. Ela vira o rosto e debocha com uma risada alta. - O que vai dizer-me? Eu sou a única mulher que pensa, a única que faz seu corpo vibrar, eu tenho cara de quem assiste essas novelas románticas sem graça que a mocinha acredita em tudo que o protagonista diz? Eu não sou i****a Edwart, passa o final de semana comigo, durante a semana diverti-se com outras mulheres. Ela levanta o seu dedo, apontando para o meu peito, enquanto fala, seu dedo empurra o meu peito. - Foi apenas um jantar. Eu digo justificando-me. - Um jantar? Talvez eu deva convidar meus ex,s ficantes para jantar com frenquência quem sabe sujar um poucos dos lençóis no final da noite. Pego o seu braço irritado, ela não vai sair com aquele i****a, não deixarei isso acontecer. - O que? Não gostou de ouvir que eu posso fazer o mesmo que você faz? Imagina, eles tocando o meu corpo, apertanto os meus s***s, suas mãos descendo lentament... Claramente ela está dizendo isso para provocar-me. - Pare, cale essa boca. Empurro-a para longe de mim, com duas mãos passo no meu rosto enquanto penso nessa situação toda, eu não vou deixá-la sair, de modo nenhum sair com outro. - Não. Se vai brincar de macho alfa, eu vou ser uma rainha. Ela diz enfrentano-me. - O que quer? Pergunto no limite, minha cabeça aparecem imagens dela com outro, meu sangue ferve, ferve de raiva. - Se você estivesse no meu lugar, o que faria? Ela pergunta, num tom mais baixo. - Eu diria para você não encontrar-se com ele, meu sangue ferve só de imaginar vocês dois sozinhos, eu não gosto dele. - Faria isso por mim? Ela pergunta olhando-me nos olhos. - Sim. Eu respondo-a com firmeza. - Prometa. Ela levanta o dedo indicando. - Eu prometo não sair com nenhuma mulher. Eu inicio. - Errado. Ela diz. - Como assim? Eu pergunto a ela. - Eu Edwart Smith, prome.. - Eu Edwart Smith, prometo não sair com outras mulheres. - Continue. - Não frenquentar clubes com o objectivo de caçar mulheres, não jantar com ela, não ter nenhum encontro romántico, apenas profissional. Grunho como um adolescente que foi colocado de castigo. - Eu vou mandar por escrito para você assinar. Diz sorrido. - Vai assinar, não vai? Balanço minha cabeça confirmando, m***a, ela sabe como fazer um homem sentir-se como uma criança, menina louca. - Perfeito. Ela pega minha gravata lentamente, suavemente ela tira-a, abre dois botões da minha camisa. - Obrigada por entender. Scarlet, caminha para cozinha, abre a geleira e tira um jarro de suco, pega duas taças. - Senta-se aqui comigo. Acomodo-me no tapete da sala, ela serve-me uma taça de suco. - Saiu de Quenn Anne, até aqui para evitar que eu termine na cama com a Cecília? Eu pergunto em choque. - Sim. Abre um sorriso tímido, apesar de ter admitido que estava com ciúmes. - Eu gosto de tê-la comigo. Levo os meus dedos para sua boca, esfregando suavemente, eu quero morder essa boca suja, ela fecha seus olhos. - Foi embora sem dizer nada. Ela diz referindo-se ao beijo. - Eu continuo mudo senhorita Brook. Eu respondo a ela. - Não podemos continuar assim. Ela diz. - Concordo consigo, não aguento mais ficar perto de si e não tocar-te como gostaria. Ela suspira fundo suavemente, abre os olhos assim quebrando o contacto. - Senhor, o jantar. Victor está parado na entra da sala, pela sua expressão ele está um pouco inquieto. - Pode falar. Eu digo ao Victor. - Penny está preocupado. - Diga a ela que está tudo bem. - Quer vê-la. Ele diz. - Diga-a para subir. Levo as sacolas que estavam nas suas mãos, assim, caminhando de volta para o tapete onde estava. - Senhorita Penny, deseja falar com você. Informo-a, de imediato, ela levanta-se do tapete e caminha para entrada onde neste momento o elevador fica aberto e a senhorita Penny aparece, ela sua expressão, ela estava mesmo preocupada com ela. Aproveitando que elas conversam, vou a cozinha levar dois pratos e talheres, de volta no tapete sirvo comida no nossos pratos. - Pronto. Ela diz-me. - Tudo bem? Eu pergunto a ela. - Sim. Entrego-a seu prato. - Onde estavámos? Mastigo um pouco de arroz. - Que você beijou-me e foi embora sem dizer nada. Ela leva um pedaço de carne no meu prato. - Nos beijamos. Corrijo sua declaração, ela revira os olhos depois sorri, leva mais comida do meu prato. - Porque está a comer minha comida? Eu pergunto a ela. - Você não está a comer. Encolhe os ombros, sua atenção volta ao seu prato novamente. - Precisa parar de comer como passarinho. Ela afirma com um garfo, ela escolhe um pouco de comida e dá-me na boca. - Coma com mais vontande. Ela diz sorrindo. - Estamos a conversar, não posso falar e comer ao mesmo tempo. Eu digo justificando-me. - Pode sim senhor Smith, só pare de ser muito exigente. Resmunga mordendo batata fritas, com as mãos, ela mistura molho e batatas. - Somos nós os dois, pode quebrar regras exigidos pela sociedade. Com a mão, ela mais uma vez dá-me uma batata frita. - Não vai morrer por tentar ser feliz. Sorri, suspiro fundo. Ela é muito espontanea, não preocupa-se com o que os outros falam, ao menos ela é feliz do seu jeito louco introvertido, sigo seu exemplo, com as mãos, eu pego suas batatas fritas e como. - Eu estava furioso. Ela levanta o seu olhar para olhar-me nos meus olhos. - Por causa dele? Ela afirma. - Ele trouxe flores para si, afirmando todo orgulhoso que poderia reconquistá-la. Eu digo a ela. - Mas, eu estava consigo não com ele. Ela diz para mim. - Explique isso para minha cabeça. Digo sorrindo. - Eu estou aqui com você, não com ele. Levanto-me do tapete, ergo a minha mão para alcançar a sua mão, sem muito esforço ela fica de pé. - Eu sei. Brinco com os fios dos seus cabelos enquanto admiramos a vista da cidade, eu não sei mais o que dizer ou pensar, admirar essa vista encantadora da cidade com ela deitada no meu peito enquanto ouvimos a playlist escolhido por ela parece que tudo está no lugar certo, como deveria estar. Nós dois assim, muito próximos, desejando-a com todas minhas forças, depois da morte da minha esposa, eu não sabia o que era estar assim com uma pessoa. Eu não conseguia ir em diante com elas, era apenas uma noite e nada mais, s**o, jantares entediantes tem sido a minha rotina, mas agora eu quero muito mais que isso, mesmo que seja com a pessoa mais imprevisivel do mundo. Eu sei que ela tem seu temperamento, é isso que mais atrai-me, ela não segue os padrões da sociedade, ela é louca e faz de tudo para ser feliz em primeiro lugar, com ela do meu lado, minha vida será cheio de emocões verdadeiras, mesmos que ela seja louca, eu nunca vou sentir sozinho novamente. Ela é tudo o que menos esperava, mas tudo que eu preciso. - Eu vou descansar. Sai do meu peito lentamente, sigo o seu exempo ficando de pé. - Fique no quarto onde esteve no final do semana em que passou aqui. Digo-lhe, ela balança sua cabeça concordando. - Boa noite Edwart. - Boa noite Scarlet. Solto sua mão, deixando-a ir, mesmo que a minha mente implore para que eu vá dormir com ela.
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