Capítulo 3

2029 Words
Michael O clima estava bom, o ambiente agradável e Madson havia sumido. O procurei, mas não o encontrei e continuei sentado no mesmo lugar. Mab insistia em ligações que eu ignorava a todo momento. Não há um dia que eu não me arrependa de ter casado com ela. Enfim… vou tentar aproveitar a noite e esquecer um pouco tudo que tem a acontecido esses dias. Madson não mentiu quando disse que só tinha mulheres belas e atraentes, porém, eu não quero mais problemas para mim. — Boa noite, gato. Você parece tenso, precisa de companhia para aproveitar a noite? — A mulher que acabou de me perguntar isso deve ter na faixa de uns 23 anos, ela é bonita, mas é nova demais e não me atrai nem um pouco. Mas havia uma mulher prendendo minha atenção e não era pouco. — Aquela mulher ali em cima… — As palavras saem da minha boca sem que eu percebesse o que eu estava falando. — É a Marciana, mas ela só dança! Posso acompanhá-lo em um Drink? — Claro! Mas saiba que eu não quero nada além disso. — Disse antes que ela começasse a insistir. — Sem problema. Gostou dela? — Dela quem? — Da Marciana. Ela curtiu tipo de homens assim, como você. Se isso te ajudar em alguma coisa! A moça se apresentou como Ana, bebemos alguns drinks e nesse meio tempo que eu estou aqui não vi mais o Madson. Está tocando músicas aleatórias, me perdi nas conversas da Ana e quando olhei para o palco aquela mulher já não estava mais lá em cima, a procurei e não a vi em lugar algum. Ao olhar para cima vi ela conversando com outras pessoas, ela me olhou de relance mas não deu a mínima importância, talvez eu esteja ficando louco pois não irei sossegar até que eu sinta aquela pele. Eu não sou de desistir do que eu quero, essa mulher me encantou de uma tal forma que eu não sei explicar, mas só irei sair daqui hoje depois que eu falar com ela, o mínimo. Alice — O irmão do Madson não para de olhar pra cá. A Ana já bebeu alguns drinks com ele, mas não prosseguiu em nada e ele ainda continua olhando pra você. — Ele é casado, não saio com homens casados e além disso, ele é irmão do Madson. — Você faz isso porque gosta ou pelo dinheiro? Vamos, Marciana. Pense no futuro. — Faço porque gosto da diversão. Sabe que eu não preciso tanto assim do dinheiro Alice, agora não fica enchendo minha cabeça com esse assunto não. Aliás, a mulher dele é uma milionária arrogante e não quero nem imaginar o porquê dele estar aqui hoje, a mulher dele é maravilhosa. Olha quem vem ali. — Ela apontava para o Ítalo que é um cara por quem eu sou fissurada, mas não tocamos no assunto namoro porque além dele ser mega rico, tá na cara que não quer nada além de sexo comigo, e assim estar ótimo também. — Não foge do assunto, Marciana. Se ele está aqui e te olhando desse jeito é porque a mulher dele deve ser uma megera, não custa nada você ir conversar? Quanto ao Madson, ele já saiu com a Vitória assim que chegou, e cá entre nós você merece coisa melhor que ele. E o gato do irmão dele é muito mais gostoso que ele.. O cara é um deus grego e a Marciana não quer dar mole só porque o cara é casado. Tenho certeza que ninguém trouxe ele à força aqui e muito menos estão fazendo ele ficar contra sua vontade. Ela também tem que se desprender um pouco do que vão pensar e viver. Desde que eu conheci a Marciana ela só ficou com quatro caras até hoje. O Madson, o Max e o Otávio que é o cara mais rico com quem ela saiu, o primeiro homem na vida dela foi seu ex namorado. Quando ela ainda morava na França. Quem não a conhece pensa que ela pega vários e quem dera pegasse, mas eu nunca ouvi ela dizer que estava apaixonada por alguém, isso é por um lado preocupante. — Alice! — Ao olhar para o lado vi o Ítalo, ele está com as pupilas dilatadas. Ítalo sempre fez o uso da cocaína mesmo tendo uma overdose mês passado, seus pais são tão ricos e focados no trabalho e que estão pouco se preocupando com o filho drogado que eles têm. A irmã dele, Lua, é uma garota dócil e mesmo com a pouca idade que ela tem, é muito mais madura que o irmão. Lua com apenas 18 anos já ajudava o pai nos negócios da empresa deles, enquanto isso, Ítalo só se importa em usar drogas e fodendo com prostitutas por aí. Quando me procura já tem mais graça e mesmo assim eu sempre cedo pra ele, me sinto uma i*****l por isso, mas o que fazer quando se gosta de quem não presta? — Alice, eu... — Ele segurou em meu braço fazendo com que eu me virasse muito rápido para assim poder olhar sua cara. — Caramba, Ítalo, de novo isso? Eu já disse para não me procurar quando estiver nessa situação, parece que você só se lembra de mim quando está drogado, dá um tempo! — Disse puxando meu braço de sua mão. — Espera, Alice. Eu preciso da sua ajuda. — Eu posso saber pra quê? — Preciso que me ajude a sair dessa vida, eu te amo Alice, preciso de você. — Ele diz segurando meu rosto com suas mãos grandes e macias. — Eu não vou ajudar quem não quer ser ajudado, Ítalo. Sempre estive à sua disposição para tudo que você precisasse, mas felizmente isso chegou ao fim naquela noite em que você fez questão de me humilhar perto dos seus pais, você foi patético. É melhor você ir e só voltar quando estiver sóbrio e com a cabeça no lugar. Ou faz melhor, não me procura nunca mais. — Às lágrimas escorrem sobre meu rosto, mas eu tive que dizer isso para não ser tratada sempre como um nada. — Eu estou sendo o mais sincero possível com você, meu amor. Me desculpa por aquele dia, eu não sabia o que eu estava fazendo ou muito menos falando, você é a única pessoa que me faz sentir vivo, sem ter que ficar escondendo minha verdadeira personalidade. Eu não sei onde eu estava com a cabeça naquele dia, mas por favor me perdoe, Alice. Eu te amo desde a nossa primeira transa e depois disso eu nunca mais consegui te esquecer. Eu te amo Alice, eu te amo… — Ele começou a ficar pálido e a se contorcer todo na minha frente, eu estou desesperada e sem saber o que fazer. Liguei para os pais dele e disse o que estava acontecendo com ele nesse exato momento, mas como já era de se esperar eles desligaram na minha cara me fazendo tomar frente de tudo que está acontecendo com o Ítalo nesse momento, vou tentar manter a calma já que Marciana já desceu e acho que decidiu seguir meu conselho. — Ítalo? — Eu o chamava dando leves tapas em seu rosto para que ele não apagasse de uma vez. _ Eu estou bem, fica aqui comigo, Alice. — Ele pede enquanto segura a minha mão. — Eu vou te levar no hospital, vai ficar tudo bem. — Ajudei ele a levantar, mas como eu não tenho tanta força, só consegui levar ele até o quarto que eu durmo quando eu fecho a boate. — Não, eu já vou ficar bem. Apenas fica aqui comigo, eu.. - eu o mandei calar a boca porque eu já estou nervosa o suficiente. Após alguns segundos eu me peguei pensando se tudo isso não foi só mais uma armadilha para não ir embora. Quando eu estava saindo do quarto sinto aquelas mãos grandes me puxarem de uma forma brutal, mas carinhosa. — Onde você acha que vai? — Ele pergunta me encostando na parede fria do quarto, tomando minha boca de uma forma gostosa que me deixa à flor da pele e fazendo até os pelinhos mais escondidos se arrepiarem todo. Rasguei sua camisa de forma rápida, vou descendo minhas mãos sobre seu corpo musculoso e sarado. Estou tão excitada quanto ele também está. — Eu tenho desejo de você, Alice. Meu corpo e alma pedem para te sentir novamente. — Sua respiração está ofegante e nem mesmo que eu quisesse eu conseguiria resistir a essa tentação em forma de gente que se chama Ítalo. — Eu também sinto muito desejo por você, você não imagina o quanto eu sinto. — Disse com os olhos revirados de prazer. Tirei sua roupa toda e abocanhei seu m****o, a sensação é como se eu estivesse no paraíso. Passo a língua na sua glande, ao olhar para ele vejo que ele está com a cabeça levantada olhando o que me deixa completamente excitada. Agarrou meu cabelo com uma mão, com a outra ele se apoiava na cama para ter uma visão melhor da pegação que eu estou lhe proporcionando. Fui por cima ainda vestida, ele apalpava minha b***a dando tapas violentos e tomando minha boca em vários beijos quentes. Ele rasgou minhas roupas me fazendo ficar de quatro e penetrou minha i********e sem avisar. Uma vez que isso acontece não tem mais volta. Suas mãos seguraram minha b***a com sessões de vários tapas violentos, os gemidos dele logo ecoam no quarto abafada fazendo eco. Como uma desesperada por seco subi em cima dele e cavalgava feito uma louca, o p*u grosso no ponto certo, entrava e saía rapidamente da minha i********e me fazendo gemer de prazer intenso. Mais alguns minutos de penetração rápidas e fortes eu cheguei no meu clímax, enquanto eu g****a rebolando em cima dele, ele soltou vários gemidos com sua voz meia embargada porém, ainda rouba e gostosa de se ouvir. — Eu te amo, Alice, eu sempre te amei. — Dizia segurando meu cabelo com força enquanto me fazia olhar pra ele. Suas pupilas ainda estão dilatadas, mas ele não está bêbado e isso é bom, ao menos eu acho. — Eu também gosto de você Ítalo, eu... te amo! — Os olhos dele brilharam, não sei dizer ao certo que sentimento deve ser. Me deitei ao seu lado, esperando minha alma voltar para o corpo e assim poder tomar um banho já que eu estou no meu quarto e sair novamente. Eu não trabalho saindo com homens, minha parte aqui é mais financeira mesmo, já que meus pais só vivem viajando e quase não tem tempo para os negócios, meu irmão não aparece em casa faz uma semana, eu já lavei minha mãos por ele, uma pessoa que não quer ser ajudada eu não posso mesmo fazer nada. — Você já vai sair? — Ele perguntou quando me viu saindo do banheiro. — Sim, eu tenho que ficar lá embaixo, você sabe disso a muito tempo! — Vamos pegar uma praia amanhã? — Sair contigo de novo e dá de cara com teu pai? Não, obrigada. Ele levantou da cama ainda nu e veio até mim, ao chegar perto se ajoelhou e passou uns dois segundo pra falar até a coragem aparecer novamente. — Fica comigo, Alice, só comigo! Eu te prometo que você vai ter a atenção e o respeito que merece. Aqui não é teu lugar não gata. — Agora ele tocou na minha ferida quando disse que aqui não é o meu lugar, eu conheço isso aqui desde criança e ele quer que eu abandone tudo que eu construí até hoje por causa dele? aí é f**a. — Eu cresci aqui Ítalo, não posso deixar tudo isso para trás. — Respondi pegando na mão dele para que ele saísse daquela posição ridícula. Após isso ele se jogou na cama e eu fui andando até a porta até ele soltar uma piadinha de leve. — Espero que você não tenha saído quando eu sair daqui, pensa no que eu te falei, eu não estou brincando Alice.
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