— Ambos devem se comportar, não acham? — O Joel resgata o momento.
— Sim. — responde em uníssono.
Joel se diverte assistindo os dois “homens”, que parecem crianças com birra. Eu gostaria de encontrar a graça do que Jadson disse ou o que Caio fez, no entanto, eu me sinto sobrecarregado. Eu respiro fundo para encontrar alguma palavra para quebrar o gelo.
— Trabalhamos? — os três viram a cara na minha direção.
— Sim. — Caio é o único a responder. — Devemos falar primeiro.
Independentemente de ser o chefe de segurança ou amigo estar nos observando, ele me pega pela mão e me arrasta para longe deles. Ele entra na primeira porta ao lado de seu escritório, fecha, deixando sozinhos. Seus olhos correm pelo meu corpo da cabeça aos pés, não sei se é o terno de saia cinza e a camisa branca acompanhada por uma jaqueta da mesma cor que a saia, isso faz-me ver com tanto desejo?
— Ser tão bonita deve ser um pecado, Bela — as minhas bochechas são tingidas de vermelho carmesim. — Não me cumprimentou. — afirma fazer um Moji com os lábios.
— Desculpe, está a sobrecarrega — encurtou a distância entre os dois, o que é efêmero. Faço dedos dos pés para deixar um pequeno beijo na bochecha. — Olá, Caio. — murmúrio em tom suave.
Suas mãos estão inquietas e ele segura meus quadris sem aviso, forçando-me a desviar dele. Pressione-me contra o peito sem perceber o seu próximo movimento. Enfia o rosto na curva do meu pescoço para plantar seus lábios e me beijar por mais tempo que meus hormônios podem suportar. Um calafrio passa por mim completamente, da cabeça aos pés, e acaba em uma área que eu nem quero pensar.
Não é indiferente a este homem.
Dita a minha consciência arrebatada com o Caio.
— Agora é um bom dia — separa um pouco de mim. — Como dormiu? Esta com uma cara cansada. — o polegar dele acaricia a minha maçã do rosto por baixo das minhas olheiras.
— Sonolenta, como se ela não tivesse dormido. — Eu explico aproveitando o toque dele.
— Apenas tirei um sono! — esse ego sai mais do que o sorriso. — eu provoco nisso nas mulheres.
— Nem me lembrava da tua existência até o alarme disparar e lembrei que trabalho para você. — enruga um pouco a cara chata. — O teu ego toca o universo, sabe?
— Você é o meu universo — Eu engulo seco devido a sua confissão. — Minha estrela de fogo, e eu giro você por aí.
— É o dia de falar cosmos, estrelas e sóis? — atordoada.
— Mais alguém lhe disse ser um sol? — parece zangado.
Isso são chamados de ciúmes, minha querida.
Algo a que não está habituado.
É verdade. Eles nunca me invejaram e isso é que Douglas não apareceu em mim, e eu não dei razões, já que quando se trata de me vestir ou lidar com pessoas eu sempre sou muito submissa. Eu não gosto de atrair a atenção, de ser discreta na minha paixão, de não ser vista, de que ninguém tem os olhos em mim é o que eu mais gosto.
— Volto à realidade sentindo os dedos de Caio pressionarem o meu quadril. — E parem de me assediar. Você tem um ritmo que eu realmente não posso alcançar. — Eu sou honesto com você.
Caio me solta lentamente, ele olha para mim tristemente, ele coloca as mãos nos bolsos de suas calças pretas. Coloque seus olhos escuros em algum ponto imaginário de uma maneira pensativa. Minha intenção não é esnobar, nem pagar pelas tristezas que meu coração carrega.
— Não é você — falo de novo. — juro que não. Eu não quero incomodá-lo ou pensar que…
— Você não sabe o que eu acho que — me corta olhando para mim. — O problema aqui não é você ou eu, mas o medo que Douglas deixou em você. Acha que merece uma história com um final feliz?
Minha boca abre algumas vezes sem saber o que responder. Eu olho em minha mente para uma resposta, no entanto, meu telefone toca mais uma vez, tendo tempo para responder, eu procuro por dentro da bolsa, disse ele, eu o encontro e fico enojada ao ver que é Douglas, novamente. Esta manhã ele não se cansou de ligar, já não sei o que fazer para me deixar em paz.
— É ele? — Eu olho para cima do meu telefone celular e sento lentamente. — Não quer falar? — Eu apenas recuso. — Nunca? — os olhos dele brilham ferozmente.
— Nunca.
Minha resposta é mais do que suficiente para levá-lo a vir até mim e tirar o telefone das minhas mãos. Eu não posso fazer nada além de ser um espectador de como Caio complica a minha vida e garante que ele entrou para ficar.
— Olá, seu bastardo. Ela não está mais sozinha, ela tem alguém para cuidar dela a querer como deveria.
— Fico em silêncio por um segundo.
— Chame de volta e juro que ficará sem vida.
— Acabou de cortar e entregou o telefone.
— O que foi isso? — Eu levo nas minhas mãos trêmulas.
— Um aviso para ele e para você.
— Para mim?
— Sim. Eu cuidarei de você e vou amá-la, não importa como agora você não entende a tempo e devido à minha estabilidade, é melhor você começar a se acostumar com a ideia de que você pertence a mim.
Meus sentidos estão alterados, não posso dizer isso m*l, mas com emoção. Suas palavras me dão adrenalina, uma que eu nunca senti, aceleram meu coração, fazendo-o feliz em tanta dor. James é possessivo, ciumento, exigente e completamente insano e a coisa mais importante que ele luta pelo que quer e sou eu, ele me quer como ninguém nunca fez antes.
— Meu deus, esse homem e um completo louco por mim. Aonde eu fui me meter em? Estou grávida de um safado e agora aparece um louco dos anos passado que desejar que eu seja dele por bem ou por m*l.
"E melhor você aceitar querida não tem muita opção já que esta gravida fudida e pobre."
Minha consciência me dando conselhos.