Catarina está confortavelmente deitada na grama brilhante, a finura do vestido de algodão permite que as pontas da grama baixa piniquem suas costas. Isso não a incomoda de modo algum, após os treinos Cat costumava adentrar a floresta fazer a mesma coisa, o desconforto foi substituído por paz e tranquilidade. É natural que se sinta em casa onde quer que haja abundância de flora, abrindo os braços Catarina acaricia grama em movimentos leves e fluídos. Sua Mana está ali lhes acariciando, compartilhando energia tocando suas costas. O colar cravado em sua pele sobe e desce com seu o respirar calmo, ele a pertubara desde que fora cravado em sua pele. Cat não sentiu dor, não significava que os pequenos metais não incomodassem. Ele os sentia a impedindo contantemente de sugar Mana.

