Miguel Stuart

1328 Words
Eu quero matar alguém! Se mais alguma merda acontecer no grupo Stuart eu vou explodir e eu não estou brincando. Dimitri ainda não me passou nenhuma informação relevante, faz semanas que eu não durmo mais de duas horas, as empresas estão em colapso, tudo que lutei para construir está eclodindo. Eu preciso extravasar toda essa frustração, coisa que os exercícios físicos e as artes marciais não estão dando conta. Faz quase um mês que não fodo ninguém e foi por isso que aceitei finalmente sair com Tamara, uma bailarina austríaca que flerta comigo faz alguns anos. Ela é lindíssima, mas isso muitas são, não sei dizer muito bem o que me impediu desde o primeiro momento a propor a ela o contrato de relacionamento que sempre proponho as minhas parceiras e sendo sincero, nem ao menos sei se ao final da noite o farei. Mas preciso comer alguém e ela apareceu bem no momento, não estou com tempo para procurar alguém mais interessante então vai ter que servir, pelo menos para uma noite. Marcamos de jantar no La Nuit, um restaurante francês exclusivo em Nova York. Saio da empresa e vou direto para o local, não sou nenhum babaca, o mínimo é alimentar quem irei comer logo depois, mas é só isso, não há romance ou qualquer outro motivo para o encontro. Quando chego ao restaurante a bela mulher já está a minha espera, ela é realmente uma visão muito agradável aos olhos, loira, alta, esguia, com olhos azuis, lábios finos e bem desenhados. Não reparo muito no que veste, mas é visível que ela se esforçou para impressionar o que com toda certeza surte o efeito desejado nos homens do lugar, quanto a mim é mais do mesmo, como ela já comigo várias, não vejo muita novidade, na verdade faz algum tempo que não me sinto impressionado por nenhuma mulher. Eu escolho a que quero e ela é minha, ponto final, sem emoção, sem dificuldades, me satisfaço com os corpos delas e elas com o meu e vida que segue. “Boa noite!” - A cumprimento assim que chego a mesa acompanhado da recepcionista do restaurante. Nossa mesa fica um pouco mais reservada, como sempre exijo que seja, o ambiente é intimista e agradável. Tamara assim que me vê, se coloca em pé e vem até mim, me recebendo com um beijo no canto da boca enquanto acaricia meu peito. Não gosto muito dessa i********e forçada, mas finjo que não percebo e me afasto dela com sutileza. “Que bom que chegou, estava ansiosa em vê-lo!” “ Acredito que cheguei na hora marcada.” - Indago, constatando o fato. “Claro, claro ... eu que estava ansiosa para te ver e vim mais cedo.” - Responde, claramente fingindo uma insegurança que bem sei que ela não possui. Conheço mulheres como Tamara e sei que timidez e insegurança são adjetivos que não a competem, ou seja, ela está tentando jogar comigo, infelizmente para ela, sei bem como esse joguinho funciona. Não a respondo e me acomodo em meu lugar enquanto aguardo que ela faça o mesmo. Tamara me olha meio perdida, até que desiste e se acomoda também no lugar que a compete. Logo um dos garçons vem até nossa mesa, nem preciso do cardápio para escolher. “Um filé ao molho madeira, por favor e um cabernet.” - Peço confiando no gosto do metre para harmonizar meu vinho com o prato escolhido e aguardo enquanto Tamara escolhe seu prato, sem nenhuma surpresa a vejo pedir uma salada, com salmão grelhado e trufas. Tédio é tudo que consigo sentir enquanto a escuto falar sobre sua estadia nos Estados Unidos. Nossos pratos chegam e eu agradeço mentalmente por não ter que continuar escutando toda a ladainha da mulher. Estamos no meio da refeição quando escuto um alvoroço próximo de onde estamos. Não me dou ao trabalho de olhar o que está acontecendo, meus seguranças servem justamente pra isso e logo um deles vem até mim e faço sinal que o homem pode se aproximar. “Senhor a senhorita Brigita está no restaurante e insiste que precisa falar com o senhor.” “Dê um jeito nela. Você sabe o que fazer.” - Indico e continuo a degustar meu prato. “Aconteceu alguma coisa Miguel?”. - Tamara questiona curiosa. “Nada com que precise se preocupar. Já terminou?” - Questiono ao olhar que a mulher deixou os talheres de lado. “Sim, sim .... estou satisfeita. Por hora ....” “Então vamos!” - Resolvo encerrar o jantar e me levanto. Espero a mulher se levantar e mais uma vez ela me olha fixamente por alguns segundos antes de se dar por vencida e levantar. Não eu não puxo cadeiras, eu não abro portas, eu não conduzo minhas acompanhantes ... já fiz isso no passado e tudo que consegui foram mulheres se iludindo e achando que eram sinais de que teríamos algo além de sexo. Podem me achar frio, e eu realmente sou, mas prefiro manter as coisas bem claras. É só sexo! Do lado de fora do restaurante o valete me entrega as chaves do meu Maserati e eu entro ocupando o lugar do motorista enquanto aguardo Tamara se acomodar, acho que ela finalmente compreendeu como as coisas irão funcionar essa noite. A levo para um dos meus hotéis, onde costumo ter meus encontros. É prático, discreto e confortável. Seguimos direto para a cobertura que é reservado única e exclusivamente para meu uso, tenho uma em cada cidade onde o grupo Stuart tem hotéis e clubes, mesmo aqui na cidade onde moro e tenho minha cobertura, meu refúgio. Entramos no quarto e eu já retiro meu paletó e a gravata. Não vejo necessidade de conversar ou criar o que chamam de clima. Tamara entende a mensagem e coloca a bolsa que segura em cima do aparador na entrada e enquanto me observa, abre o zíper na lateral do vestido justo e sem alças que usa, deixando que ele caia a seus pés, revelando uma calcinha de renda vermelha e minúscula. Ela sai da peça a deixando de lado e para de frente para mim com o pescoço levemente inclinado. Me aproximo mais da mulher e a pego pelos cabelos curtos, a induzo a se ajoelhar em minha rente e espero enquanto ela abre meu cinto e em seguida o botão da minha calça que afrouxa em minha cintura deixando que minha cueca apareça pela a******a da peça, não deixo que ela retire por completo as minhas caças e ela se aproxima cheirando meu p***s ainda coberto pela peça. Com os dentes ela abaixa minha cueca, liberando meu p*u já duro pela cena, ela sobe passando a língua em toda a minha extensão antes de chegar a ponta e abocanhar meu p*u. Preciso admitir que ela sabe o que faz e na primeira chupada me leva até o fundo da garganta me arrancando um gemido necessitado. Passo a comandar seus movimentos, empurrando sua cabeça enquanto fodo com o meu p*u sua garganta. Ela engasga, baba e fica toda vermelha enquanto me delicio. Fecho meus olhos e me concentro na sensação da língua da mulher, alguns minutos se passam e eu aviso que vou gozar. g**o na boca de Tamara que sem cerimônia engole toda minha p***a e sem desperdiçar nenhuma gota, recolhe o que escorre com os dedos tomando até a última gota. Satisfeito, levanto a mulher pelos cabelos e a viro de costas para mim, sem largar os fios da mulher que ainda seguro em punho, a direciono até a poltrona que tem na antessala do quarto e a coloco de quatro, bem empinada, com o troco apoiado no encosto da poltrona e os joelhos no assento. Finalmente solto os cabelos dela e me afasto um pouco para observar melhor a mulher, ela inclina a cabeça para trás, me olha enquanto morde os lábios e balança os quadris me convidando.
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