Miguel S

1172 Words
Abro os botões da minha camisa e a tiro lentamente, gosto de comer minhas presas no meu tempo e não quero amassar minha camisa, Me aproximo novamente e afasto a renda sem retira-la, amo o cheiro de uma bocetinha lubrificada. A seguro pela b***a com força, angulando melhor seu quadril no meu rosto, início lambendo dos anus até a b****a que tem alguns pelos curtos e loirinhos, ela grita, um pouco alto demais quando no final mordo os lábios da sua b****a. Com uma das mãos abro a b****a da mulher e mamo seu c******s com força. Ela geme, grita e contorce, esfregando a b****a em meu rosto, não demora muito e ela goza na minha boca e amolece. Já estou ereto novamente e a pego novamente pelos cabelos e a levo para a cama, jogo a mulher no colchão e ela toda manhosa se abre inteira aguardando para ser fodida. Retiro do bolso traseiro da minha calça algumas camisinhas, eu não confio em usar preservativos que outras pessoas me entregam então sempre tenho os meus comigo já que também não fodo sem preservativo. Termino de tirar minhas roupas e sapatos, abro o envelope e visto meu p*u com a camisinha enquanto sou observado por Tamara que se apoia nos cotovelos atenta aos meus movimentos. “Gostoso!” - Ela fala enquanto massageia o seio esquerdo. Me aproximo da cama e a puxo pelos pés, virando o corpo para que fique novamente de costas para mim, dou um tapa na b***a pequena e durinha e vejo a marca da minha mão quase que imediatamente carimbada no traseiro. Ela grita excitada e pede por mais, verifico sua lubrificação com meus dedos, ela está encharcada, aproveito e a penetro de uma vez, o barulho dos nossos corpos de batendo, da humidade de Tamara e dos gemidos de prazer se misturam. Me inclino sobre ela e a puxo pelo pescoço encostando suas costas em meu peito enquanto continuo a come-la de forma dura. Privo Tamara de ar enquanto a fodo, a mulher geme e grita pedindo mais enquanto o rosto adquire uma coloração vermelha. Como Tamara com fúria, toda a irritação do último mês sendo descontadas na f**a suada. Viro a mulher de frente pra mim e puxo as pernas para os meus ombros, o angulo permite que a penetração seja mais profunda, ela grita, me xinga e fala o quanto sou gostoso. Eu não vejo necessidade de falar nada então apenas continuo a fode-la. Travo meu maxilar pensando em todas as merdas que aconteceram e acelero as arremetidas, belisco forte o bico do seio direito, ela grita ensandecida, viro o seu rosto e mordo o colo deixando mais uma das minhas marcas no corpo claro da mulher, ela grita e estremece antes de gozar mais uma vez chamando meu nome. Retiro meu p*u e viro Tamara de lado, me posiciono atras dela e cuspo no cuzinho rosado. “Eu nunca fiz anal!” - Ela tenta me convencer e se eu não conhecesse tão bem o corpo feminino poderia até acreditar que é verdade. Não respondo nada e continuo a lubrificando, passo meu p*u na b****a dela e pincelo o anus que pisca ansioso, faço isso algumas vezes e a penetro sem nenhuma dificuldade, ela berra, tentando me convencer que realmente sou o primeiro a f***r seu **. Não caio na dela e início os movimentos rápidos e profundos, depois de algum tempo, sentindo o orgasmo finalmente chegar, massageio sua b****a e a penetro com três dedos enquanto com a outras mãos a seguro pela cintura, firme e rente ao colchão, belisco o c******s e ela grita que vai gozar novamente, sinto meu p*u ser ordenhado e g**o junto com ela e saio do seu corpo, me levanto e vou até o banheiro onde retiro o preservativo, enrolo e descarto no vaso sanitário. Retorno para o quarto e encontro Tamara espalhada na cama, pego minhas calças e começo a me vestir o que chama a sua atenção. Ela senta na cama antes de perguntar. “O que você está fazendo?” “Me vestindo.” - Informo o obvio. “Pensei que passaríamos a noite juntos!” - Ela fala e levanta da cama, vindo nua em minha direção. “Pensou errado.” - Respondo enquanto continuo a me vestir. “Miguel, olha pra mim!” - Ela exige e segura meu braço. Paro meus movimentos e olho fixamente para a mão da mulher me segurando. Ela percebe o movimento errado e me solta tentando acariciar meu rosto. Eu desvio do movimento e a olho fixamente. “Obrigada.” - Agradeço pelo orgasmo como o bom cavalheiro que sou e volto a me vestir. - “Pode ficar a vontade, a suíte é sua até amanhã pela manhã e o serviço de quarto está a sua disposição.” - Informo enquanto finalizo o abotoar da minha camisa. “Ah, sim. Obrigada. E quando vamos no ver novamente?” - Ela questiona ansiosa. “Não vamos.” “Como assim, não vamos?” - Ela questiona e agora parece um pouco irritada. Não respondo, odeio ser repetitivo é uma perda de energia desnecessária. - “Miguel, você me usou e agora está achando que vai me descartar assim? Você está completamente enganado. Nenhum homem me trata desse jeito, você está me escutando?” - Ela grita e tenta me puxar pela camisa. Me esquivo dela mais uma vez e arrumo minha grava. “Nos fodemos, foi bom. Eu te fiz gozar, você me fez gozar e pronto. Você sabia desde o começo que seria assim Tamara, não estou entendendo o que você quer com essa ceninha.” “Eu achei que você finalmente havia percebido o quanto seriamos bons juntos e fomos bons, muito bons, maravilhosos.” - Ela tenta me convencer. “Não seja ridícula. Foi bom e só bom e está tudo bem, eu precisava extravasar e nossa f**a foi útil para isso. Mas só.” Termino de falar e pego meu blazer enquanto me dirijo a porta da suíte. Enquanto abro a porta, escuto um barulho e um enfeite se espatifa na parede próximo a mim. “Você é um cretino, filho da p**a, desalmado. Eu odeio você Miguel Stuart e vou aplaudir de camarote quando sua queda chegar, porque ela vai chegar e eu espero que você sofra e coma o pão que você mesmo amassou seu demônio.” - Sob os gritos histéricos da mulher saio do quarto e pego o elevador. Merda do c*****o, era para desestressar e essa f**a só me deixou ainda mais irritado. Volto para empresa onde mais problemas me aguardam e opto por finalizar algumas demandas referentes ao uso do nosso hotel para o lançamento exclusivo de uma grife importante de Nova York, o evento será meio que um “Oscar” da moda e diante dos problemas que andamos tendo resolvi eu mesmo supervisionar todos os pontos que envolvem o projeto. Viro a noite no projeto e espero que dessa vez nada dê errado.
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