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1022 Words
Talita Minha vontade é levantar dessa cadeira e esfregar a cara dessa cad3la 1munda no chão, só pela maneira que ela olha e fala sobre o meu filho. O coleguinha dele vem e o abraça. - Bruno, você tá aqui também. Que legal, vamos lá no brinquedo depois. - Vitor eu já fui, agora vou jantar com papai e mamãe. Mas amanhã brincamos no recreio. - Papai? – Aquela mulher vira em direção do Juliano com cara de interrogação, isso passou dos limites, mas quando vou abrir a boca para falar qualquer coisa, Juliano toma a frente. - Sim, sou o pai do Bruno. Não entendo o espanto e nem quero entender. Se puder nos dar licença, vamos jantar em família. – Percebo que o Juliano controla sua agressividade, mesmo assim cria-se um clima terrível. -Hum, muito bonita a família de vocês, vou dar licença para vocês jantarem. – Ela fala com ironia. - Obrigada, querida. Sua família também é muito linda, acho incrível a relação dos avós com os netos, sinto falta dos meus avós também. – Digo acenando com o marido dela e ele retribuiu, pois não sabe da conversa. Ela fica vermelha de raiva e morrendo de vergonha, enquanto o Juliano segura a risada e o Bruno arregala os olhinhos. Ele é pequeno, mas é muito inteligente. Sabe que aquele é o pai do seu coleguinha, mas fica quieto. - Ele é meu marido. – Ela fala cabisbaixa. - Oh, me desculpe. Eu não enxergo muito bem de longe, até mais. – Digo sem tirar meu lindo sorriso do rosto e ela sai da mesa. O filho dela já não estava mais na mesa quando falei aquilo, jamais falaria da aparência de alguém por qualquer motivo, ainda mais na frente de uma criança. Mas, alguém precisava colocar aquela mulher no lugar dela e eu não ia deixá-la humilhar meu pequeno. - Talitinha, Talitinha... Você é terrível. – Juliano fala com um sorrisinho malicioso no rosto, eu o conheço e sei que adorou minha reação. Retribuo com um sorriso e pedimos nossa comida. As crianças comem e conversam com a gente, o jantar foi super agradável. Percebo que a pança de cad3la pr3nha ao lado pede outra garrafa e m*l toca na sua comida. Essa mulher deve ter problemas com o álcool, mas não julgo. Para ser casada com aquele homem, ela deve precisar beber muito mesmo. Chegamos em casa e vou para o banho enquanto Juliano fica mais um pouco com as crianças. A babá dava banho em um, enquanto o outro brincava na sala com o papai. Coloco um pijama de seda na cor vermelha, penteio meus cabelos e deixo secar naturalmente. Vou até o quarto dos pequenos desejar boa noite, enquanto o Ju toma o seu banho. Fico mexendo no celular e vendo os registros em fotos da noite de hoje, apesar de tudo, foi delicioso o nosso momento em família. - Você acha mesmo que vai dormir? – Vejo a sombra do Juliano do meu lado, ainda de toalha com o corpo úmido. - Não vou? – Pergunto com cara de inocente e ele não responde, mas pula na cama e começa a beijar o meu pescoço. Estou de bruços na cama e ele arranca a parte de cima do meu pijama e começa a beijar minhas costas, até que chega na minha lombar e arranca o meu shorts, para a sorte dele estou sem calcinha e, quando ele percebe isso, só falta uivar de tão afoito que ficou. Ele começa a beijar meus glúteos e arrasta sua língua para a minha i********e, mesmo de costas, ele consegue achar meu ponto sensível e não para com os estímulos. Ele usa o seu dedo para massagear meu 4nus e eu sinto espasmos involuntários. Fazia muito tempo que não era tocada naquela região. - Ai amor... – Gemo baixinho e sinto sua respiração na minha 1ntimidade. Pouco tempo depois, não me controlo e me derramo na sua boca. Ele percebe e para os movimentos, me virando para ele e olhando cada centímetro meu corpo. - Você é muito perfeita. – Ele diz sem tirar os olhos do meu corpo e a meia luz deixa o clima mais hostil. Ele se posiciona entre as minhas pernas e coloca devagar dentro de mim, me fazendo morder o ombro de tanto prazer. Parece que ele está nos tortur4ndo com aquilo. - Gostosa, eu quero sentir cada pedaço desse corpo delicioso hoje. – Ele fala e sinto um arrepio no meu útero de ver aquela cena, até o jeito que ele est0ca dentro de mim é se)(y. Tudo nele é performático, mas de forma natural. Ele acelera os movimentos, apertando meus s3ios. Eu não controlo. - Eu vou g0zar, Juliano... – Falo baixinho no seu ouvido e aquilo serve de combustível para ele. Os movimentos não param e eu sinto minhas pernas tremerem e seus movimentos diminuírem, então chegamos ao ápice do prazer ao mesmo instante. Foi incrível. Ele se joga ao meu lado. - Você ainda vai me mat4r, garota... Dou um sorrisinho e me aconchego no seu abraço. O seu cheiro é maravilhoso, sua pele tem a sintonia perfeita com a minha e o seu abraço o encaixe sublime ao meu corpo. Começo a lembrar de todos os momentos que já passamos juntos, da nossa família. O meu professor, o meu patrão. A vida nos prega peças que jamais imaginaríamos que pudessem acontecer. E hoje estou aqui, deitada ao lado do amor da minha vida. - Eu te amo, lindão. – Falo e ele vira de lado para mim. - Eu te amo muito, meu amor. Eu amo tudo em você, jamais vou aceitar te perder. Você me fez acreditar no amor, eu pensei que isso jamais aconteceria. Eu amo te amar. – Ele fala de maneira calma, mas ao mesmo tempo possessiva. Confesso que gosto quando ele faz isso, antes me assustava. Vou ao banheiro e termino de me arrumar para dormir, quando volto percebo que ele mexe no celular e estranho, ele não costuma mexer no celular, somente quando é assunto de trabalho, deve ter surgido alguma urgência.
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