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Juliano Controlo minha vontade de mandá-lo embora e aponto para a cadeira, para ele se sentar. - No que eu posso te ajudar? – Pergunto de imediato. - Você sabe quem sou eu? – Ele me pergunta com os olhos arregalados. - Sei, claro que eu sei. Por isso te pergunto. O que está fazendo aqui? – Falo já perdendo minha paciência. - Pô, doutor. Assim fica mais fácil pra nois conversar. Alguns anos atrás aquela gatinha sua funcionária foi la no meu cafofo contar uma história e pá, de um moleque que é meu filho. Com aquela v***a da Bianca. Ela já tinha morrido naquela época. Assinei uns bagulho que ela me deu e ela entregou esse cartão. – Ele tira o cartão todo amassado do bolso. - Sim. - Então, eu to sendo procurado. Mas, isso não é novidade, né. O pai é bandido e nunca neguei isso, m

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