Depois de alguns minutos de piadas sobre “as passageiras mais loucas que ele conheceu”, ele as leva até um carro. — O apartamento de vocês é pequeno, mas bem localizado, alugado no meu nome — ele explica. — Perto de metrô, mercado, café. Eu garanto que não é um palácio, mas a vista é boa. — Eu nunca quis palácio — Rowena diz, olhando a cidade pela janela, o peito apertando e aliviando ao mesmo tempo. — Eu só queria paz. O apartamento é simples, mas aconchegante. Sala pequena, cozinha americana, dois quartos minúsculos, um banheiro. As paredes ainda estão vazias, as prateleiras também. Mas as janelas deixam entrar uma luz bonita, e a vista mostra prédios, ruas, uma parte de um parque. Ravena dá uma volta, abrindo portas. — É maior do que nosso apartamento em Nova York — comenta. — E

