Capítulo 133

1072 Words

Aylla narrando A manhã começava tranquila. O sol entrava pela fresta da cortina, espalhando faixas douradas pelo quarto. Eu acordei devagar, esticando o corpo, ainda com a lembrança do silêncio confortável da noite anterior. Estendeu o braço para o lado. A cama estava vazia. Franzi a testa. Olhei em volta. Não havia sinal de Cobra. Nenhum casaco jogado na poltrona, nenhuma bota largada no chão. A ausência dele era gritante. Aylla— Não… —( murmurrei, levantando de repente. )— Ele não fez isso. Corri até a sala. Nada. Cozinha, banheiro. So dona Rita na cozinha O coração disparou. Pegou o celular e, com as mãos trêmulas, discou o número de Cerou. Cerou— Fala, doutora. — (ele atendeu, meio sonolento.) Aylla— Onde o Cobra tá? — (perguntei sem rodeios.) Do outro lado, silêncio. Aylla—

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