A água estava morna e deliciosa, e mesmo que tivesse afundando bastante quando pulou, Adeline sequer chegou perto do fundo da piscina. Ele saboreou a sensação por alguns instantes, antes de bater os braços e as pernas e começar a subir até a superfície, colocando a cabeça para fora da água e inspirando profundamente, enquanto tentava estabilizar o corpo e se manter boiando.
Adeline olhou para cima e encontrou o olhar dos dois homens, que a encaravam atentamente, ainda sentados na borda da piscina, à uns dois metros de distância. Encara-los de baixo para cima era assustadoramente sexy, pois o ângulo os deixavam ainda mais imponentes e enormes, se é que isso fosse possível. Ela estava prestes a começar a nada até a borda oposta da piscina, mas foi quando Max pulou na água e nadou na sua direção, tão veloz que Adeline sequer teve tempo de se esquivar.
— Ei! — Deu um gritinho quando dois braços musculosos envolveram a sua cintura com força, fazendo-a colidir contra aquele peitoral musculoso e quente. Ela agarrou os ombros dele e sentiu enquanto Max nadava até a borda da piscina, levando-a como se não pesasse praticamente nada. Saber que ele estava vestindo apenas aquela sunga minúscula e que ela própria estava apenas de calcinha e sutiã provocou um calor gostoso no seu corpo.
Quando foi içada para fora da água, Adeline percebeu que foi colocada sentada ao lado de Beau, que estava com sua perna musculosa roçando na de Adeline. Max encaixou seu corpo entre as pernas da garota, apoiando os cotovelos na borda da piscina.
— Ei! Quem disse que poderia fazer isso? — Ela exclamou, agarrando o cabelo úmido e longo dele e puxando algumas mechas, enrolando-as entre os seus dedos. Elas eram absurdamente macias e sedosas, e enquanto puxava o cabelo do atrevido, seu sorriso se alargava mais ainda.
— Desculpa, princesa. — Respondeu, embora não fizesse qualquer menção de sair de onde estava. Adeline olhou para Beau, que apenas abriu um sorrisinho e deu de ombros, como se dissesse "se vira". A garota resistiu ao impulso de dar um soco nele, porque apesar de um pouco mais calmo, ele claramente era um cúmplice do irmão.
— Vocês seus loucos. — Adeline disse, tentando ignorar à todo custo o arrepio que cruzava seu corpo ao sentir Max alí, entre as suas coxas e tocando a pele febril delas vagarosamente com os seus dedos longos.
— nós dissemos que íamos conquistar você, não foi? — Max disse, subindo as mãos pelas suas coxas e agarrando sua cintura com carinho. Adeline arquejou sob o toque, porque as mãos dele eram tão grandes que conseguiam envolver sem problema algum sua cintura. Ela soltou o cabelo dele e tocou gentilmente suas bochechas, percebendo que seu maxilar quadrado era tão duro quando parecia ser. Ele tinha alguns arranhões na cara, quase invisíveis contra a sua pele marrom, mas não eram como os de Beau.
— E-eu... Não quero e não vou ficar com alguém que decidiu gostar de mim só por conta de uma tatuagem sobrenatural que apareceu misteriosamente nos nossos corpos. — Adeline explicou, mordendo levemente o lábio e desviando o olhar. Ela já havia tido alguns namorados, dormido com alguns deles, mas tentar se convencer a ficar com alguém que à queria só por conta de um símbolo? Isso era bizarro demais. Beau e Max eram assustadoramente lindos, mas se não fosse por aquela marca dourada, Talvez sequer olhassem duas vezes para ela caso cruzassem casualmente em alguma rua.
— O símbolo não tem nada a ver com isso, princesa. Ele é apenas uma confirmação. Você se olha no espelho com que frequência? — Max disse, abaixando a cabeça para roçar levemente os lábios na perna de Adeline, provocando uma onda de eletricidade estática, que deixou suas pernas completamente bambas. Os lábios carnudos dele tocaram de forma lenta a sua pele pálida e repleta de sardas, enquanto seus dedos longos acariciavam a sua cintura. Adeline observou aquilo, completamente atônita, enquanto aquele homem gigante e lindo estava entre as suas pernas, depositando uma série de beijos contra as suas coxas. — Você é linda, princesa. Tão linda que não sai da minha cabeça desde que coloquei os olhos em você no primeiro segundo. Não sabe o quanto eu fiquei feliz quando vi o símbolo, que confirmava aquilo que eu queria tanto.
— E-eu... Não sei o que dizer. — Adeline gaguejou, olhando para o lado e dando de cara com Beau, que encarava aquilo tudo com uma intensidade sobrenatural. Ele a encarava como um felino encarava sua presa, provocando outra série de arrepios sob a pele de Adeline, enquanto ele erguia a mão e retirava algumas mechas ruivas e molhadas do seu rosto, prendendo-as atrás da orelha.
— Digo o mesmo, Adeline. Quando vi aquela marca em mim e no meu irmão, fiquei feliz pra c*****o, embora não seja por causa dela que estamos fazendo isso. É por sua causa. — Beau disse, com seu corpo tão próximo ao dela que era quase como se Adeline estivesse sentada em seu colo. Ela alternou o olhar entre eles dois, sentindo suas bochechas arderem ao constatar que estava praticamente espremida entre eles, enquanto os três não vestiam mais do que mínimas peças de roupa que eram o mesmo que nada.
— Então vocês estão pretendendo "me conquistar"? Os dois? — Adeline perguntou, sem conseguir acreditar naquilo. Era embaraçoso pra caramba.
— A gente não se importa. Mas se você escolher só um de nós, não tem problema também. — Max disse, ainda roçando os lábios na pele macia de Adeline, subindo perigosamente até perto do seu tronco. Ele farejou levemente o ar, fazendo Adeline corar mais ainda. Eles não podiam sentir o cheiro da sua excitação, não é? Porquê se pudessem... Ela estava completamente fodida.
— E-ei. — Adeline agarrou a cabeça de Max e impediu o atrevido de continuar subindo aqueles benditos lábios pela sua pele. Ele esfregou a bochecha contra a palma das mãos da garota, olhando para cima e encarando-a com intensidade.
— Podemos beijar você? — Perguntou, fazendo-a arregalar levemente os olhos e sentir uma onda de excitação, sem desgrudar os olhos daqueles lábios carnudos. Ela olhou de relance para Beau, encarando aquele seu rosto lindo e seus lábios carnudos. Ele esperava pacientemente a resposta também, fazendo Adeline soltar um grunhido e confirmar levemente com a cabeça, morrendo de vergonha.
Max soltou um grunhido animalesco e praticamente saltou para fora da piscina, sentando do lado de Adeline, que ficou espremida entre os dois. Ele agarrou a cintura da garota com uma das mãos, segurando gentilmente o seu queixo com a outra. Adeline ficou completamente pressionada contra o seu corpo enorme e quente, sentindo muito mais do que devia e envolvendo o seu pescoço com os dois braços, enterrando os dedos naquele cabelo preto e longo. Ele enfiou uma das pernas por entre as de Adeline, fazendo com que ela sentisse um negócio bastante grande e suspeito contra a sua coxa, arrancando um gemido baixinho do fundo da sua garganta. Max a encarou por longos segundos, com seu rosto deslumbrante à centímetros do dela, antes de finalmente abaixar a cabeça e beija-la, fazendo com que Adeline derretesse contra ele, completamente atordoada.
O beijo de Max era gentil e delicioso. Os seus lábios carnudos e macios se moviam contra os pequenos e delicados de Adeline com firmeza, a deixando completamente maluca enquanto o sentia aprofundar o beijo, invadindo a sua boca com a língua grande e molhada dele, enquanto apertava a sua cintura e roçava seu corpo no dela, fazendo a garota gemer de forma manhosa e esfregar aquele ponto completamente úmido de tanta exitação contra ele, puxando as mechas do seu cabelo com força. Max soltou um rosnado e entrelaçou sua língua com a de Adeline, envolvendo o seu corpo delicado de maneira possessiva e beijando-a com avidez por longos segundos, até que Adeline interrompesse o beijo devido à falta de ar. As suas pernas estavam completamente bambas e o gosto dele ainda estava presente contra a sua língua. Aquele beijo foi tão intenso que ela jamais tinha sentido algo como aquilo, deixando-a completamente atordoada de tanto prazer.
— A-ah! — Adeline soltou um gritinho quando outro par de mãos enormes e quentes agarraram sua cintura e a puxaram para trás. Beau a colocou sentada em seu colo, encarando-a com aqueles olhos pretos e a fazendo gemer baixinho, sentindo algo grande e duro dentro daquela sunga branca encaixar diretamente contra a sua b***a. As mãos da garota passearam por aquele peitoral cheio de cicatrizes até chegar aos ombros largos dele, sentindo-o apertar sua cintura e fazê-la rebolar contra a dureza entre as suas pernas, arrancando um gemido baixinho de Adeline.
— É minha vez, princesa. — Beau disse, puxando Adeline para mais perto até que ela estivesse completamente colada contra o seu peitoral largo e marrom, antes de soltar um último rosnado animalesco e beijá-la, fazendo-a soltar um gritinho de espanto e prazer e enterrar as unhas nos seus ombros. O beijo de Beau era bruto, molhado e selvagem, completamente diferente do de Max, que era doce e carinhoso. Por eles serem praticamente idênticos, ela pensou que poderiam ser iguais, mas aqueles dois não poderiam ser mais diferentes um só outro, completando um ao outro totalmente. Beau movia seus lábios contra os dela com força, aprofundando o beijo e enfiando a língua na boca da garota, que gemia e sentia toda a extensão do p*u dele dentro daquela sunga enquanto rebolava contra ele e o sentia contra sua b***a. Ele continuou explorando sua boca com a língua até que tivessem que separar seus lábios, fazendo Adeline encara-lo completamente atônita.
Beau tirou as pernas de dentro da água e virou para a esquerda, ficando sentado de forma perpendicular à borda da piscina.
— A-ah... — Adeline tremeu por completo quando outro par de mãos agarraram a sua cintura por trás, ao mesmo tempo em que Max ficava de joelhos atrás dela, com seu peitoral pressionado contra suas costas. Ele enterrou o rosto no seu pescoço, enquanto Beau fazia a mesma coisa do outro lado. Os lábios macios dos dois rapazes roçaram a pele sensível daquela região, enquanto seus dentes a arranhavam de maneira provocadora. Adeline ficou completamente derretida, sentindo uma pontada de necessidade entre as suas pernas, enquanto ficava completamente molhada.
Ele tremeu e girou um pouquinho a cabeça para o lado, dando para Max a oportunidade perfeita para beija-la novamente. Ela saboreou seu beijo viciante, enquanto sentia os lábios de Beau mordiscarem a sua garganta. Quando Max parou beijá-la, Beau não esperou um segundo sequer antes de mergulhar aquela bendita língua na sua boca, dando-lhe outro daqueles beijos agressivos e maravilhosos. Adeline se entregou completamente a eles, sentindo seus corpos grandes e quentes pressionados contra ela, assim como sentia também um negócio grande cutucando a sua b****a encharcada e outro contra a sua b***a.
Era impossível escolher qual beijo era o mais gostoso, porque os dois eram simplesmente maravilhosos. Ela adorava a forma quando Max a beijava profundamente e maneira atenciosa, assim como adorava aquele beijo bruto e enlouquecente de Beau. Os dois eram molhados na medida certa, além de deixar Adeline completamente atordoada, fazendo os seus lábios delicados ficarem inchados e sensíveis, assim como os seus m*****s e aquele ponto sensível entre as suas pernas. Eles a tocavam nas coxas, barriga, braços e pescoço, evitando seus s***s, sua b***a e a sua b****a molhada, com medo de que talvez fosse demais para um primeiro contato.
— Vocês há fizeram isso antes, não é? — Ela grunhiu, alternando o olhar entre os dois. Max e Beau tinham uma sincronia perfeita juntos quando se tratava de cuidar de uma única mulher, trabalhando juntos para explora-la ao máximo, enquanto se mantinham cuidadosamente longe do domínio um do outro. Cada irmão evitava cuidadosamente tocar o outro, apesar de trocarem olhares intensos vez ou outra.
— Nós gostamos de dividir e sermos vividos. — Max respondeu, dando de ombros e abrindo um sorriso provocador.
— Que bando de sem vergonha. — Adeline deu uma cotovelada nele e um soco no peitoral de Beau, vendo os dois revirarem os olhos. Estava na cara que aqueles dois se amavam pra c*****o, e Adeline também percebeu que eles a queriam intensamente, assim como ela também queria aquilo.