CAPÍTULO 98 TAYNÁ NARRANDO O casamento da Alanny parecia coisa de filme. A quadra tava toda iluminada, cheia de flores, e o povo dançando como se o mundo fosse acabar naquela noite. A ruiva tava radiante, e o Carioca — bom, o homem não tirava o olho dela nem por um segundo. Era bonito de ver, real. A música já tinha trocado do romântico pro animado, e o DJ avisou no microfone: — E agora… chegou o momento mais esperado pelas solteiras! A noiva vai jogar o buquê! O povo começou a gritar e empurrar as cadeiras, formando aquele círculo no meio da quadra. Eu fui junto, meio sem graça, mas a Bruna me puxou pelo braço. — Vem, Tayná! Vai que é hoje! — ela falou, rindo alto. — Ah, para, Bruna! Nem namorado eu tenho! — reclamei, rindo também, mas já entrando no meio da bagunça. A Alanny subi

