CAPÍTULO 134 TAYNÁ NARRANDO Eu e a Bruna távamos subindo a viela, rindo de bobeira, falando da vida, quando o barulho do motor do carro me fez virar o rosto. Era o carro do Alemão. Na hora que eu vi quem tava do lado dele, o sangue me ferveu. — Ah, não acredito nisso, não… — falei, parando no meio da ladeira. Bruna olhou também e arregalou o olho. — É a Priscila, né? Aquela descarada… A mulher tava ali, dentro do carro dele, toda arrumadinha, fingindo que nem via ninguém. O Alemão com a cara fechada, dirigindo, e ela encolhida do lado. Só de olhar, o nojo subiu. — Ele não tem vergonha, não, Bruna? — falei alto, sem nem ligar pra quem ouvisse. — Tá comendo a mesma vadiä que dá pro filho! Putä que pariu, o morro inteiro comenta e ele ainda bota a mulher dentro do carro dele! Bruna cr

