CAPÍTULO 226 BRUNA NARRANDO O casamento da Tayná e do Alemão tinha sido lindo, de arrepiar mesmo. Nada de luxo, nada de exagero, mas cheio de amor, daquele que a gente sente no ar. Até quem nunca acreditou em conto de fadas ia mudar de ideia depois de ver os dois trocando aquelas alianças e chorando de emoção. Eu ainda lembrava da Tayná nos piores dias — perdida, machucada, com medo de tudo. E ver ela ali, sorrindo, com aquele brilho nos olhos e uma barriga já crescendo, foi como assistir a uma virada de página daquelas que a gente espera por muito tempo. A festa seguia animada, o som rolando baixinho, o povo dançando e o churrasco pegando fogo na brasa. Eu e a Alanny távamos sentadas um pouco afastadas, olhando o casal dançar no meio da varanda. — Porrä, olha a cara de boba dela — f

