CAPÍTULO 78 TAYNÁ NARRANDO A claridade que entrava pela fresta da cortina foi o que me fez despertar. Pisquei os olhos, ainda meio sonolenta, e a primeira coisa que percebi foi a cama da Bruna vazia. O lençol amassado do lado dela denunciava que ela já tinha saído cedo, provavelmente pro trabalho. Suspirei e sentei na beira da minha cama, espreguiçando os braços preguiçosamente antes de me levantar. Caminhei até o banheiro do corredor, os pés descalços contra o piso frio. Girei o registro do chuveiro, e a água quente caiu pesada sobre meu corpo, despertando cada parte de mim. Fechei os olhos, deixando a água escorrer pelo cabelo e pelas costas, sentindo o calor aliviar a preguiça da manhã. Passei sabonete devagar, esfregando cada parte do corpo, até que a espuma deslizasse branca pelo r

