CAPÍTULO 173 ALEMÃO NARRANDO Porrä, olhar pra ela deitada na minha cama, toda arrepiada e ofegante, me deu um negócio no peito. A boca ainda molhada dela, o cheiro nosso no ar... era tudo que eu queria. – Vou gozär...– ela tinha avisado, e eu não parei. Queria ver ela desmontar na minha boca, e foi isso que fiz. E agora, olhando como ela tava, com a pele corada e o olhar perdido, eu sabia que eu tava fudido. Era aquela novinha ali. Subi em cima dela, aquele corpo lindo todo aberto pra mim. Peguei as pernas dela, finas e firmes, e joguei sobre meus ombros. Ela ficou toda aberta, na minha mão. Uma visão da porrä. — c*****o, Tayná — falei, a voz saiu mais grossa do que eu queria. — Você é tão apertada... E era. Só de encostar a cabeça do meu paü na entrada dela, eu já senti que ia perd

