CAPÍTULO 113 CARIOCA NARRANDO A gente ficou se beijando ali debaixo da água, e eu já sentia o corpo todo respondendo. A mão dela desceu pelo meu peito, foi passando pela barriga, e quando encostou no meu paü que já tinha endurecido na hora, eu soltei um gemido baixo contra a boca dela. Ela puxou o beijo pra trás, olhando nos meus olhos com aquela cara de safadä que me deixa louco. — Não tá doendo não? — perguntei, com a voz grossa, lembrando da noite passada. — Tá... — ela confessou, mas com um sorriso maroto. — Mas eu quero fazer isso. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela já tava se abaixando na minha frente, aqueles olhos verdes me encarando de baixo pra cima enquanto a água escorria pelo rosto dela. — Ruiva... — tentei protestar, mas as palavras morreram na garganta qu

