POV Allison Foster
Fiquei chateada com Erick, depois de ver a maneira como ele atingiu Nicholas, questionei se fiz bem em dar a minha custódia ou simplesmente encaixar-me no meu próprio túmulo. Enquanto estávamos voltando para casa no carro, nenhum de nós foi capaz de dizer uma única palavra e eu simplesmente não queria tentar a minha sorte e fazer ele ficar com mais raiva.
— Vou pelas escadas. Anunciei.
— Entre no elevador Allison. Erick me ordenou, e eu realmente não sabia se deveria desafiá -lo ou obedecê -lo, mas eu não iria descobrir, então subi.
Eu vou ao elevador do prédio ignorando o olhar da recepcionista, caminho em direção ao elevador.
Uma vez do lado de fora do elevador, eu caminhei atrás dele como uma garota que havia cometido uma travessura e, quando ele abriu a porta do apartamento, os meus olhos empoleiraram -se nas costas dele era largo e imponente, tudo nele era.
—Entra. Ele ordenou. Eu odiava quando ele fazia isso, todas as suas conversas foram resumidas a ordens.
Mas, apesar de olhar para ele um segundo, entrei. Eu estava indo diretamente para o meu quarto quando uma pergunta dele me parou no meio do caminho.
— Foi isso que você fingiu? Você queria a primeira oportunidade de comprar a sua mer*da? Ele assumiu.
— Você não me conhece, você não sabe quem eu sou! Fiquei furiosa, parecia uma verdadeira louca gritando por todo o lugar.
— Eu sei quem você é, você é Allison Foster Wilson, filha de um alcoólatra e que acabar como a sua mãe. Ele recriminou para detonar a bomba que carregava para dentro.
Eu corri pelo espaço que nos separava para atacá -lo enquanto o atingia desajeitadamente com os punhos, Erick pegou as minhas mãos me virando e me deixando para trás enquanto segurava as minhas mãos na frente da minha barriga com a dele.
— Você não sabe nada sobre a minha mãe, para falar sobre ela! Eu me levantei enquanto tentava sair do aperto dele.
— Calma! calma. Erick ordenou.
— Acabou de me dar ordens ?! Eu proclamei.
— Ok, apenas acalme -se. Disse ele enquanto afrouxou o aperto nas minhas mãos, mas sem deixar ir, senti a sua respiração no pescoço e o perfume começou a inundar as minhas narinas ameaçando desistir de todo o controle do meu corpo se eu não o largasse nos próximos quinze segundos.
— Eu preciso que você me solte, por favor. Eu disse fracamente.
Erick soltou as minhas mãos me dando em volta da minha cintura para me deixar na frente dele, enquanto olhava para os meus olhos, não havia nenhum r***o durante todo esse tempo, mas sei que não sentia falta de quando os meus olhos estavam cristalizados.
POV ERICK WALTON
— Eu quero ajudá -la. Confessei.
Olhando -a nos olhos e vê -los inundados de dor me destruiu por dentro, Allison ameaçou quebrar cada espaço dentro de mim, eu odiava esse sentimento.
— Por que você quer fazer isso? Por que você faz tudo isso? Ela perguntou enquanto uma lágrima caia no seu olho direito.
Limpei essa lágrima com alguns dos meus dedos e percorri a minha mão por sua bochecha, naquele momento eu senti que o seu corpo ficou tenso ao meu toque, abrindo os meus lábios um pouco e respirando fundo pelo nariz.
— O que eu devia fazer? Ela naquele m*aldito estacionamento, ela não queria assustá -la com sentimentos e menos quando eu não á conhecia, mas, tinha certeza de que queria ajudá -la. Então, com todas as forças, reuni -me para combinar uma resposta para ela.
— Porque você não tem ninguém, porque você está sozinha nisso. Confessei.
— Eu não preciso da sua ajuda Sr. Walton. Ela me ofendeu, enquanto deixou as minhas mãos para dar alguns passos para longe de mim.
Essa m*aldita mulher perderá a sua sanidade.
— E o que você quer? Continuar pegando a sua mer*da? Gritei apontando para a sua mochila, eu sabia que a bolsa com a sua droga estava ali.
— Você não deveria se importar. Anunciou Allison.
— Eu me importo, porque sou o responsável por você! Eu gritei fazendo com que el me olhasse suspeito.
— Por que? Por que você assinou aquele papel estúpi*do? Ela respondeu retornando com o meu mesmo tom de voz.
— Para ser o seu dono agora. Eu anunciei.
— Iich ... era isso que você queria? Ela cuspiu.
— O que você disse? Ela disse, e eu percebi que realmente havia cruzando os limites.
— Você acha que eu ficaria com você por me salvar da prisão? Ela disse entre o riso. — Você acha que eu dormiria com você, para agradecer?
— Eu disse a você uma coisa quando concordei em ser seu tutor? Perguntei-lhe.
Eu não recebi nenhuma resposta dela, ela só ficou lá está parando de olhar para mim. Eu estava muito cansado, ela havia me exausto mentalmente, queria que eu desaparecesse da minha visão.
— Pegue a sua mochila e saia dos meus olhos Allison. Eu pedi enquanto caminhava até a cozinha.
— E se amanhã você não quiser que no seu exame toxicológico dê positivo, recomendo que você não coloque essa me*rda no seu corpo. Recriminei antes que ela saisse.
POV Allison Foster
Eu sei que isso arruina tudo. Dizer a ele que ele queria que eu fosse sua pros*tituta, para um homem como ele, era como desrespeitá -lo, durante todo esse tempo que eu estou aqui ele me deu meu espaço e ele me tratou respeitosamente, exceto por alguns momentos em que nos encontramos muito perto do outro e mesmo assim, ele nem sequer tentou me tocar, por que, então eu disse isso?
Erick havia atingido Nicholas por minha causa, e agora ele nem queria me ver e eu não poderia usar nada até amanhã, eu teria outro exame que eu sei que daria positivo, nesta semana eu havia consumido.
Eu não tinha dado a ele o prazer de me ver chorando, nem a ele, nem ninguém, exceto por aquela lágrima única que havia derramado na frente dele, queria que ele me cercasse com os braços, queria que ele me abraçasse, porque ele me feriu.
Estou sozinha e magoada. Eu me tranquei no meu quarto olhando para a bolsa com os alucinógenos da minha cama, mas não consegui fazer nada. Eu queria deixá -los?
Eu queria ser o Allison de antes, mas foi tudo culpa dela, era culpa da minha mãe, ela havia deixado eu e o meu pai como todo mundo, eu fazia parte de nada e estava presa ao que há entre a minha tristeza e o meu vício. Não valeu a pena tentar ser forte quando ficou claro que eu não era, mas eu precisava de uma salvação.
Eu precisava de algo para lutar, algo que me ajudou a sair disso que toda vez que eu afundava mais, mas o quê? O que eu seria capaz de fazer para parar quando me sentir caindo, que seria capaz de me levantar quando sentir que não posso mais.
Claramente, não havia tal coisa ou era isso que eu achava.