POV Allison Foster
Vi Erick sair e esperei cerca de vinte minutos para sair depois dele, eu precisava chegar ao bar, eu preciso dos meus medicamentos com urgência, então peguei um táxi e fui para lá.
— Olá você quer? Você está entediada? Nicholas disse-me servindo uma bebida na minha frente.
— Você sabe para que eu vim, não preciso lhe dizer. Esclareci para pegar o conteúdo que o meu copo colocou na minha frente.
Não sou uma das pessoas que gostaria de beber álcool, na verdade, depois que o meu pai se tornou alcoólatra, eu não queria experimentar nenhum tipo de álcool, não queria acabar como o meu pai, mas pelo contrário eu acabei sendo viciada em drogas, o que era muito irônico. O meu pai era alcoólatra e não queria uma viciada em drogas e eu era viciada em drogas que não queria um pai alcoólatra.
— Eu... Eu vendo narcóticos, mais para pessoas diferentes. Eu vendo, e nunca hesitei em vendê-las, você é jovem, você foi uma excelente dançarina, por que você está deixando isso destruir você? Eu me reivindico.
— Você mais que ninguém conhece ou quão desastrosa tem sido a minha vida, este é a única coisa que me faz me manter viva o tempo todo. Eu confesso.
— Eu queria que todos vivam que este merda, e que morram, porque são um monte de lixo. Mais me preocupo com a sua vida e, com você, eu me importo ou o suficiente para parar de vender para você. Agora vá embora.
— Eu imaginei, Nicholas m*al me deu os medicamentos da última vez.
— Vai embora. Eu não vou fazer isso com você. Eu soube que você quase se matou e eu te avisei que continha Happy Allison. Você está tentando morrer como a sua mãe e... Ele disse, mas, eu o interrupi abruptamente.
— Cale a boca! Você não sabe nada sobre ela. Eu digo, entre gritos.
Mas Nicholas agarrou as minhas mãos entre as dele para sussurrar lentamente, enquanto olhava para os meus olhos.
— Eu sei que a vida não foi justa com você, mas existem milhões de pessoas que passam e estão passando por coisas piores e superam, o que faz você pensar que você também não pode?
— Você sabe que todo mundo vive o seu duelo diferente, o fato de você decidir viver o meu injetando a sua merda, isso não me deixa menos patét7ica que os outros. Cuspi venenamente.
— É a última vez, e depois disso, você vai embora ... Nicholas diese chateado.
— Eu espero por você lá fora, espero que você tenha GHB. Peguei a minha mochila e sai do bar.
Eu rapidamente caminhei entre a multidão que estava lotada no local, eu queria que Nicholas me desse meu medicamentos para sair o mais rápido possível, depois do que aconteceu comigo, eu simplesmente não gostava de ficar sozinha no estacionamento do estabelecimento.
— Aí está a sua bolsa, pague -me e saia. Disse Nicholas ao jogar a minha bolsa que bate no meu peito.
— O que acontece com você? Eu perguntei, eu não entendi o comportamento dele.
— Eu não quero ver você aqui de novo. Disse ele.
— É tudo que eu tenho. Eu disse a ele dando o meu dinheiro.
Ele pegou rapidamente, e eu me virei para sair. Quando ouvi a voz atrás de mim, era Erick, mer*da.
POV ERICK WALTON
Eu havia chegado a Bar Katana, as meninas estavam animadas hoje. Meave não parou de tocar o meu corpo toda vez que tinha a oportunidade. Fui para o banheiro, precisava desfazer o que o álcool estava causando na minha bexiga, mas quando terminei, encontrei Meave.
— O que você está fazendo aqui?
— Por que você não quer dormir comigo, Erick?
— É por causa da garota do seu apartamento?
Eu odiava dar explicações, então eu levei Meave pela cintura enquanto a atingia de repente no banheiro, segurando as mãos na cabeça dela para tê -la à minha mercê.
— O que você quer Meave? Eu perguntei a ela.
— Você. Eu te amo, volta para a minha cama Erick.
— O problema aqui é que não sou de ninguém, e não tolerarei outra cena do seu ciúme quando não somos nada. Sentenciei.
— Eu prometo. Ela anunciou com medo.
Então invadi a boca dela com a minha, para beijá -la, eu precisava deixar o vapor com alguém e, se ela implorasse, ele não tinha outra escolha.
— Vamos para o meu apartamento. Meave implorou entre gemidos.
Eu a soltei por um momento para abrir a porta e levá -la daquele lugar, mas quando entrei pelo salão que levava ao centro, os meus olhos quase deixaram a órbita com o que eu estava vendo.
Allison caminhou rapidamente em direção à saída. O que essa tol*a faz aqui? Eu me perguntava.
— Meave, espere por mim por um momento com os meninos no escritório. Eu disse a ela enquanto soltava a mão dela.
— Erick! Algo aconteceu?
— Não, eu só tenho que fazer uma ligação, eu irei para você num momento. Desculpei a minha partida.
Então, eu a vi.
E ela estava conversando muito com o cara do bar, andando rapidamente e apesar da escuridão que nos cercava naquele lugar eu podia ver quando o garoto lhe deu uma bolsa.
Eu não podia acreditar, ela queria novamente ficar chapada, senti como se o meu coração estivesse batendo rapidamente, fiquei furioso.
— O que você está fazendo aqui. Gritei atrás dela.
Por um momento, ela ficou surpresa, um centímetro não havia se mudado desde que gritei o seu nome.
— Erick? Ela disse enquanto se virou para encontrar o meu olhar inundado.
Caminhe na sua direção para levá -la sem qualquer consideração pelo braço, arrastando -a para sair daquele lugar.
— Me solta, você está me machucando. Ela tentou sair do meu aperto.
Eu não era uma pessoa agressiva, mas apenas nesse momento eu estava me arranhando com o limite da minha paciência. Eu liberei o braço de Allison para olhar para aquele garoto parado, naquela momento eu ando até ele e dou um soco no olho direito dele e ele cai no chão.
— O que você fez? Você é um animal! Allison gritou enquanto corria na sua direção.
— Um animal? Eu sou seu guardião legal, que você traiu para comprar a sua mer*da. Gritei furioso.
— Você está proibida de vir aqui! Disse o seu amigo deitado no chão.
— O quê? Ela o questionou olhando para ele.
— PROIBIDA! Ele gritou.
Allison começou a andar num ritmo lento, deixando o seu amigo deitado, eu comecei a andar atrás dela, me xingando mentalmente por ter saído hoje à noite.
— Este é o meu carro. Eu ressalto quando chegarmos a ele.
— Vou pegar um táxi. Anunciou ela.
— Entre no m*aldito carro Allison. Eu gritei. Mas ela ignora as minhas palavras.
Eu andei até ela e a peguei pelas pernas carregando-a no meu ombro, enquanto ela tentava escapar, abri a porta e a forcei a entrar no carro para deixar o local.