CAPÍTULO 136 BIBI NARRANDO O beijo dele era como um selo de fogo, marcando a pele, a boca, a alma. Enquanto nossas línguas se encontravam num mesmo ritmo, eu senti a cabeça do paü dele, dura e quente, pressionando minha entrada. Um gemido escapou da minha garganta, um som de pura necessidade. Ele se apoiou sobre os cotovelos, seus olhos escuros e intensos perfurando os meus no penumbra do quarto. A ponta dele roçava, subia e descia, me molhando, me enlouquecendo de vontade, mas sem entrar. — Por favor, Escorpião… — supliquei, minha voz um sussurro rouco e quebrado. Os quadris se moveram sozinhos, tentando encontrar o alívio que só ele podia me dar. — Coloca logo… me preenche. Um sorriso lento e dominador surgiu nos lábios dele. Ele adorava me ver assim, implorando, completamente à mer

