Capítulo Dezenove

1601 Words

Carina Fiquei ali, estática, o peito subindo e descendo em uma tentativa desesperada de recuperar o fôlego. Meus dedos ainda tremiam, e meus lábios... Meu Deus, meus lábios ainda pareciam queimando por causa do toque dele. Fechei os olhos, tentando afastar a lembrança, mas a imagem dele estava gravada, como uma tatuagem impossível de apagar. Dante Rossi. O homem que não tinha limites. Que invadiu meu espaço, minha vida, e, agora, minha sanidade. O mesmo homem que havia acabado de roubar os documentos que poderiam colocar sua organização de joelhos. E eu o deixei entrar. Passei a mão pelo rosto, tentando acalmar meus pensamentos. Não podia me dar ao luxo de fraquejar, não agora. Aquele beijo... Não, aquilo não significava nada. Não podia significar nada. Ele fez aquilo para me desesta

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