Maria Eduarda A sua mão que estava ao meu redor apertou minha cintura, fazendo eu fechar os olhos para sentir o toque dele. — Fernando... — chamei ele como um aviso, e ele sorriu ainda com o rosto no meu pescoço. — Tô fazendo nada, preta. — ele falou, e eu puxei seu rosto para cima para olhar nos olhos dele. — Não me machuca de novo, Fernando. Se entrega junto comigo no relacionamento, vamos fazer dar certo. — Os olhos dele me passaram a segurança que eu precisava para beijar sua boca, coisa que eu já estava querendo fazer desde que entrei nesse carro. Sua mão, como de costume, foi parar na minha b***a, mas não de forma maliciosa — ele só colocou a mão ali. Nosso beijo se encaixa perfeitamente, e a boca dele era pura nostalgia: seu beijo tinha gosto de saudade e urgência, como se ele

