ʝɑɳtɑʀ ɗɛรɑรtʀѳรѳ

4455 Words
คŞ palavras do gatuno permaneceram em sua cabeça mesmo após sua ida, a despedida sendo com um longo beijo, mas um olhar muito triste nos olhos verdes, algo que era muito raro de se ver, foram poucas as vezes que ela o vira nesse estado, mas seu silêncio o deixara assim, o fato dela não ter falado nada quando ele pedira para que abrissem tudo para seus pais. Ela sabia que aquilo era movido pelos ciúmes e isso mexia com ela, sabia que suas identidades era algo para ficar em segredo e, deixar que mais pessoas soubessem de seu envolvimento era arriscado, não queria meter seus pais nisso, tinha medo por eles, mas talvez ele tivesse entendido de outra forma. Por três dias não se viram, seu coração doía mas não sabia mais o que fazer, não poderia simplesmente falar com ele como Ladybug, até porque não o vira nem assim e não era possível chegar e contar a verdade desse modo, nao poderia estragar toda a convivência que tiveram e se revelar assim, unicamente por seus sentimentos, quase como um capricho, por isso sofreu em silêncio, acreditando que não o veria mais. Até que tudo mudou. Ela estava deitada em sua cama, abraçada ao gato, seu rosto banhado das lágrimas que não cessavam, os olhos inchados, tão absorta nos pensamentos que nem o ouviu entrar, só percebeu sua presença quando ele sentou ao seu lado e mexeu em seu cabelo. Chat- Ma petite? Marinette- Chat?!- exclamou ao se jogar em seus braços, chorando ainda mais, tristeza, felicidade e angústia misturadas- Eu pensei que...achei que...você não...viesse mais... Chat- Eu nunca iria te deixar ma princesse...olha pra mim- falou segurando seu rosto entre as garras, forçando-a a olhá-lo- Eu...sei que fui um o****o de não ter te dado escolha, só jogar a bomba no seu colo e sair daquele jeito, nem tentar te dar notícias, levei uma bela bronca por causa disso mas...entende uma coisa de uma vez por todas, eu NUNCA vou te deixar! Marinette- Gatinho... Ele afastou seu cabelo, colocando uma mecha atrás de sua orelha, chegou mais perto, olhando no fundo de seus olhos, ainda muito vermelhos, o azul quase transparente fez com que sentisse uma pontada no coração, mas não a deixou desviar o olhar, apenas passou o polegar delicadamente em seus lábios, vendo-a fechar os olhos, aproveitando aquela carícia tão suave. Os lábios se juntaram, em um beijo doce, com sabor de saudade, as garras envolveram seu rosto, firmando-o, indo até sua nuca, puxando-a para si, o beijo ia ficando mais íntimo, mais quente, com mais amor e carinho. Palavras não eram mais necessárias, o amor que sentiam um pelo outro era maior que qualquer coisa que pudessem expressar de outra forma que não fosse como estavam fazendo, não havia mais ressentimento pela distância, estarem unidos era só o que precisavam naquele momento. Os beijos eram intensos demais, os toques também, ele apertava xom firmeza sua nuca, uma das garras descendo até a cintura e puxando-a até seus corpos estarem colados, os s***s esmagados contra seu peito. Quando o ar lhes fez falta, se separaram em busca de mais fôlego, as mãos pequeninas sem parar de trabalhar, buscando o zíper da jaqueta de couro, ele se deixando levar até sentí-la começar a descê-lo. Chat- Amor...tem certeza?- perguntou segurando ambas as mãos, preocupado com seu bem-estar. Ela não respondeu, ao menos não com palavras, apenas se limitou a sorrir, voltando a beijá-lo com mais voracidade que antes, a blusa de seu pijama sendo jogada longe, revelando os s***s pequeninos com os m*****s levemente entumecidos. Aquela foi a gota d'água para seu autocontrole, que se desfez por imediato, se deixando levar pela luxúria presente nos olhos azuis que tanto amava. O aconchego após o amor era a melhor coisa que ele experimentara e aprendera a amar, tê-la em seus braços, relaxada e com os olhos com o brilho de satisfação não tinha preço, principalmente por se sentir extremamente assim. Ele temia que seria difícil tê-la assim novamente depois do que fizera, se sentia um i****a por ter se deixado levar pelos ciúmes, ela nunca lhe dera motivos para falar ou pensar qualquer coisa desse tipo é mesmo assim agirá como um belo i****a, por sorte a tinha mais uma vez em seus braços, os cabelos bagunçados enquanto fazia um leve cafuné na cabeça apoiada em seu peito, notando sua respiração se acalmar aos poucos, demonstrando o sono que não tardaria a abateê-la. Mas ela não se deixaria pegar no sono de vez antes de deixá-lo ainda mais feliz. Marinette- Sexta-feira, 20 horas- murmurou tão baixo que ele m*l pôde entender Chat- O quê, meu amor?- perguntou erguendo um pouco seu rosto. Marinette- Você não queria uma...apresentação? Então...vem jantar...uhaaa...sexta-feira, às 20 horas. Como meu namorado- declarou se aconchegando mais uma vez em seu peito. Se ela estivesse com os olhos abertos, teria visto o sorriso gigantesco que ele abrira com aquelas poucas palavras, um sorriso digno do próprio Gato de Cheshire, o coração batendo forte em seu peito. Chat- Obrigado- sussurrou sem saber se ela ouvira enquanto acariciava mais uma vez seus cabelos. Os dias passavam tranquilamente, ele observando como aquele mesmo brilho que ele tanto amava havia voltado ao seu olhar, ele tinha o mesmo brilho, tentando ao máximo evitar que alguém o notasse, não que tivesse vergonha ou coisa do tipo, só não queria ter que dar nenhuma explicação ou precisar mentir sobre o porquê daquilo. Na sexta-feira a casa estava em polvorosa, todos agitados e animados demais por finalmente conhecer o tal rapaz que fora merecedor de ganhar o coração da mestiça e que a tirara daquele amor platônico e não correspondido pelo loiro que só a fizera sofrer, o que não era mistério para ninguém há muito tempo, um amor que apenas ele não havia notado. Às 20 horas tudo estava pronto, mesa posta, a curiosidade dos pais a mil, seu primo sem parar com as gracinhas um só momento, o que só a deixava mais e mais nervosa, quase sem ter mais unhas para roer, quando enfim puderam ouvir a campainha, ela sentiu o coração falhar uma batida e as pernas tremerem, seu pai fazendo questão de ser ele a se levantar e receber o tal convidado, tendo uma surpresa totalmente inesperada. Tom- Chat Noir?! Aconteceu alguma coisa?! Chat- Não, eu...na verdade... Tom- Então será que você e a Ladybug estão precisando de ajuda? Quem sabe alguns músculos a mais para derrotar algum malfeitor? Ele exibia os músculos com orgulho enquanto Marinette se controlava para não cair na gargalhada, vendo seu pai procurar mil e uma desculpas para ele estar ali e do outro lado, ainda na porta, seu namorado lhe pedia socorro com o olhar. Chat- O senhor não está entendendo, é que... Tom- Realmente não está acontecendo nenhum ataque? Paris não está em perigo esta noite? Chat- Está tudo tranquilo hoje. Tom- Huumm...se você não está aqui a serviço... Chat- Não senhor. Ele se calou e pareceu pensar por um momento, o que deixou o gato um pouco mais agoniado, ele lhe olhava como se quisesse descobrir seus segredos, ou apenas intimidá-lo, qualquer uma das alternativas seria com certeza algo desastroso e fazia com que ele se assustasse ainda mais, por mais que Marinette afirmasse que seu pai não passasse de um gigante bondoso, ele não tinha certeza se ele seria tão bonzinho assim na hora que tudo se esclarecesse. Tom- Se está tudo bem só pode haver um motivo para você estar aqui. O loiro respirou aliviado por ver um sorriso se formar em seu rosto, mas talvez ele tenha se precipitado um pouco demais ao acreditar que aquilo se resolveria assim tão facilmente. Tom- Você deveria estar patrulhando as ruas e, quando passou por aqui sentiu o cheiro da comida, eu sei o quanto é difícil resistir aos pratos da minha esposa, ela sempre foi uma ótima cozinheira, não há quem resista ao que ela prepara, eu sou bom com pães e doces mas ela...ela é um espetáculo com qualquer coisa que prepare, Marinette está indo pelo mesmo caminho, por mais que seja um pouco avoada as vezes, com certeza vai ganhar um belo marido pelo estômago. Chat- Senhor, eu...- tentou interrompê-lo e explicar o que estava acontecendo, mas ele não parava de falar. Tom- E por falar na minha filha, sabia que hoje vamos conhecer o tal namorado misterioso? Eu sei que ele pode não ser um herói como você mas...se a faz feliz ficarei contente. Inclusive...já que você já está aqui, por que não se junta a nós? Sei que você deve ser muito ocupado mas, com certeza pode tirar algumas horas de folga e nos acompanhar, eu adoraria saber a sua opinião sobre ele, saber se devo deixá-lo entrar ou se o expulso da porta mesmo, será perfeito ter você aqui para me ajudar. É isso, está decidido, você irá ficar como MEU convidado! Aquilo já havia ido longe demais, ela estava vendo o momento em que ele iria desmaiar ou sair correndo dali, era a hora de intervir. Tom- Marinette, minha filha, coloque mais um prato na mesa para o nosso convidado especial. Marinette- Não papai, não vai ser preciso colocar mais um prato. Tom- Por quê? Seu namorado desistiu? Mas que falta de consideração, nós nos preocupamos em organizar um jantar especial para ele e ele sequer aparece... Marinette- Não papai, ele não desistiu. Não desistiu porque está bem na sua frente. Ele se calou enquanto via sua filha se aproximar do gatuno, um sorriso desenhando o rosto delicado, seus olhos brilhavam como duas lindas estrelas, ele não conseguia acreditar nas palavras da filha, pelo menos até vê-la chegar bem perto dele e permitir um toque delicado em sua bochecha, pouco antes de puxá-la para si e tomar seus lábios em um beijo intenso, digno de um filme. Marinette- Bem vindo mon amour. Chat- Obrigado pelo convite ma petite- gracejou lhe entregando uma linda rosa vermelha. Sabine- Isso é mesmo... surpreendente... Chat- Isso é para a senhora- falou lhe entregando outra rosa, se curvando e beijando sua mão em seguida. Sabine- É muito linda e... Ela não conseguiu terminar o que pretendia falar, assim como ela, todos foram surpreendidos quando Tom, sem nenhuma dificuldade, ergueu o garoto no ar, em um abraço tão forte que seria capaz de lhe quebrar as costelas, se não estivesse transformado. Tom- Eu sabia! Meu instinto não falha! Eu sabia que você não ia resistir muito tempo, eu sabia desde a primeira vez que você veio aqui e ficou olhando para a foto dela, dava pra ver nos seus olhos! Marinette- PAPAI! LARGA ELE! Tom- Minha filha não podia ter encontrado um genro melhor para nós! Temos o herói de Paris em nossa família e isso é perfeito! Ele o sacudia tanto que o garoto não sabia se aquele uniforme iria durar muito tempo, sentia como se tivesse sido pego por um dos akumatizados, o problema era que sua lady não estava ali para ajudá-lo... Sabine- TOM DUPAIN, SOLTE O GAROTO AGORA! Tom- Mas querida... Sabine- AGORA! Tom- Está bem querida. Ele o colocou de volta no chão, mesmo contra a vontade, o garoto tossindo e agradecendo aos céus por sua sogra ser tão valente quanto sua parceira, mesmo sem poderes. Marinette- Gatinho, você está bem? Chat- Eu vou sobreviver (cof, cof). Sabine- Que loucura foi essa p***a?! Quer deixar nossa filha viúva antes mesmo dela casar e nos dar netos?!- perguntou deixando a azulada mais vermelha que um pimentão. Marinette- Mamãe... Chat- Não...se preocupe, tenho certeza que...essa parte não foi afetada. Marinette- Chat!- reclamou dando um belo tapa em seu braço. Chat- Ai princesa, não maltrate assim o futuro pai dos seus filhos... Sabine- Isso mesmo, agora vamos antes que o jantar fique mais frio do que já deve estar. A mãe ficou entre os dois, conduzindo todos para a sala de jantar, todos muito felizes, exceto o músico que observava tudo calado, não gostando nada de ver o rapaz ali, sendo justamente o gatuno o único a perceber o olhar de desaprovação do outro. A conversa fluía normalmente, o loiro tentando se divertir por nunca ter passado por algo assim, essa felicidade, essa confraternização toda mas, cada vez que o músico procurava um jeito de tocá-la, seu sangue fervia imensamente, Marinette estava sentada entre os dois sem notar as aproximações que ele fazia, o loiro bufando por dentro mas, por não querer estragar o clima, se segurava ao máximo, porém aquilo ficava mais difícil a cada segundo que passava. Por várias vezes ele perdeu o fio da conversa por estar mais preocupado em não deixar toda aquela i********e passar muito além dos limites, não que qualquer uma das coisas que ele fazia fosse considerado normal, só não queria ser tachado como inconveniente no primeiro jantar em família que ele participava, por isso fez o seu melhor para não enfiar um grande soco naquele rostinho bonito, um soco tão forte que demoraria um bom tempo para cicatrizar. Ele era um herói, seu dever era defender a população, não bater em nenhum deles assim, mas sinceramente, até a troca de olhares entre ele e sua princesa o fazia repensar se seria forte o bastante para aguentar aquilo até o fim. Por um breve momento ele acreditou que aquele tormento havia chegado ao fim quando finalmente terminaram de comer, ficava triste de não ter conseguido aproveitar o sabor daquela comida apetitosa, tudo estava descendo como puro ácido, o ciúme o corroendo até ponto insuportável, o que só piorou quando ele, mais uma vez, se aproveitou de uma distração da azulada para colocar a mão em sua perna, tocando diretamente a pele nua logo abaixo do vestido, ali foi a gota d'água. Chat- TIRA. A. MÃO. AGORA- ordenou batendo forte na mesa, fazendo todos se assustarem. Luka- Como assim? Não estou fazendo nada...- falou subindo a mão um pouco mais. Chat- Eu tô avisando...- falou entre os dentes, as garras em riste. Marinette- Calma gatinho...- pediu tirando a mão do primo e segurando a garra do gatinho- E você pára- falou olhando séria para o primo. Luka- Foi m*l, não pensei que iria ficar assim... Chat- Sei bem o que estava e o que não estava pensando... Sabine- Calma meninos, que tal se...fôssemos comer a sobremesa para sala? Acho que seria mais agradável... Tom- Acho uma ótima idéia querida, vamos, eu te ajudo. Tudo parecia mais leve, tudo resolvido, mera ilusão. A paz parecia ter voltado a reinar ali, mas só parecia, por mais que Sabine houvesse tentado que o casal ficasse sozinho em um dos sofás, enquanto Luka sentasse com ela e Tom, ele havia insistido que gostaria de ficar perto de sua prima, alegando que se comportaria, tudo mentira. Vendo que não adiantava insistir, ela serviu a torta, algo tão delicioso que fez com que o gatinho se sentisse nas nuvens enquanto saboreava um pedaço, todos conversando como se fossem uma grande família feliz e como se nada houvesse acontecido pouco tempo antes. Porém...Luka não estava satisfeito e não deixaria que ele se sentisse tão a vontade, ali era SUA família e ele não deixaria que um qualquer metido a gostosão se sentisse o maioral apenas por se ser o tal herói da cidade. O loiro tentava ao máximo não se irritar e estragar a noite de vez, mas cada vez que o outro se aproximava ou se debruçava para falar algo perto de sua orelha, ele precisava respirar fundo diversas vezes para não surtar, só aquilo ficava cada vez mais insuportável e insustentável e, quando mais uma vez ele aproveitou uma brecha para colocar a mão sobre a perna da azulada, não conseguiu resistir mais. A noite que era para ter sido algo deveras agradável, havia chegado ao fim quando ele esqueceu completamente tudo ao redor e afastou a mão com um belo tapa antes de se levantar para enfrentá-lo, os olhos em puro fogo e ódio. Luka- Que foi "gatinho"? Esqueceu de afiar as unhas? Chat- Se encostar de novo na MINHA NAMORADA, vai ver o quanto elas são afiadas!- falou mostrando as garras. Luka- E você acha que tenho medo?! Quero ver do que você é capaz! Os dois estavam a ponto de se engalfinhar ali mesmo, no meio da sala, sem se importarem se mais alguém veria, a mesa de centro foi a primeira vítima daquela briga, o vaso logo indo ao chão, era questão de segundos para aquilo piorar ainda mais se ninguém intervisse. Marinette- VOCÊS DOIS PAREM JÁ COM ISSO!- gritou ficando entre os dois- SERÁ QUE VOCÊS NÃO RESPEITAM A CASA ONDE ESTÃO?! VOCÊS ESTÃO NA CASA DOS MEUS PAIS, NÃO NO MEIO DA RUA ONDE PODEM PROVAR QUEM É O MAIS MACHO! Luka- Priminha... Marinette- PRIMINHA É O c*****o! VOCÊ PASSOU A NOITE TODA PROVOCANDO O MEU NAMORADO! Luka- Eu não fiz nada, não tenho culpa se o gatinho não confia no próprio taco e é tão inseguro ao ponto de não aguentar um carinho inocente entre primos- falava em tom baixo, o olhar provando que não tinha nada de inocente aquilo. Chat- INOCENTE?! VOCÊ PASSOU A NOITE TODA SE ESFREGANDO NA MINHA NAMORADA, PEGANDO NA PERNA DELA E ACHA QUE VOU FACAR PARADO VENDO ISSO?!- gritou com as garras em riste, os dentes à mostra, forçando Marinette para se aproximar mais do músico. Luka- É mesmo? Já disse que não tenho medo de um gatinho de rua que nem você. Não tenho culpa se você não se garante... Tudo foi muito rápido, ela não conseguiu prever o momento em que ele a empurrou, fazendo-a cair no sofá, a garra acertando em cheio o rosto do músico que caiu no chão sem tempo para se defender, aquilo seria um masscre com certeza. Chat- VAI! FALA DE NOVO SE VOCÊ FOR HOMEM! Sabine- AGORA JÁ CHEGA!- gritou empurrando o gato- ESTÃO ACHANDO QUE ISSO AQUI É UM RINGUE POR ACASO?! ESSA É A MINHA CASA E NÃO ACEITO ESSA p*****a, ENTENDERAM?! Luka- Tia, eu só... Sabine- TIA É O c*****o! VOCÊS SÃO DOIS JOVENS QUE ESTÃO NA MINHA CASA PARA UM JANTAR E NÃO PARA BRIGAREM FEITO DOIS ANIMAIS! O JANTAR ACABOU E NÃO QUERO MAIS SABER DESSA PALHAÇADA AQUI! MARINETTE E LUKA JÁ PARA OS SEUS QUARTOS! QUANTO À VOCÊ CHAT NOIR, JÁ ESTÁ NA HORA DE VOCÊ IR, OUTRO DIA CONVERSAMOS. Não havia como discutir ou desrespeitar suas ordens, ela não estava para brincadeiras e dava para ver isso muito bem, os três obedeceram sem falar nada, o loiro sendo o primeiro a se retirar, apenas murmurando um pedido de desculpas antes de sair batendo a porta da frente. Marinette e Luka saíram logo depois, ele batendo os pés com força, depois de ver que não havia escolha além de obedecer e deixar o poeira baixar. Ela subiu a passos lentos até o quarto, estava muito triste por tudo ter acabado daquela forma, tão diferente como planejara com tanto carinho, pretendia que aquele fosse um jantar tranquilo com seus pais mas, os ciúmes do gatinho e as provocações de seu primo conseguiram acabar com tudo. Assim que entrou no quarto, estranhou por tudo estar na mais completa escuridão, tinha certeza de ter deixado uma das lâmpadas acesas para quando voltasse, sentiu o cheiro do seu gatinho por ali, mas não estranhou, ele vinha e ficava por tanto tempo ali que seu cheiro já estava impregnado em todo o ambiente. Levou uma das mãos até o interruptor mas, ao tentar tocá-lo, sentiu uma garra sobre ela. C- Deixa assim...- ouviu bem perto do ouvido. Sentiu seu corpo ser pressionado contra a parede, as costas batendo com força contra o gesso frio, m*l tendo tempo de assimilar a surpresa ou o que estava acontecendo, pois logo teve seus lábios tomados com fúria, uma força nunca antes sentida, o que a deixou um pouco temerosa, mas sabia que ele não faria nada para machucá-la, pelo menos acreditava nisso até aquele momento. Uma das garras tapou sua boca pouco antes dele atacar com violência seu pescoço, fazendo-a sentir muita dor, não entendia o que estava acontecendo, ele nunca havia agido assim, não conseguia se mexer, só podia ver seus olhos em um verde tão escuro que quase se tornavam negros. Tentou se soltar ou ao menos pedir para ele parar, mas não teve como, apenas sentiu seu vestido ser rasgado de uma vez só, os pedaços caindo no chão, ele se afastando um momento, ela acreditando que aquilo iria acabar, mas pôde ouvir o zíper de sua calça senso aberto pouco antes dele se aproximar mais uma vez. A boca subiu, com força, mordendo e lambendo, tomando seus lábios com vontade, a língua invadindo sem permissão, sugando cada gota de saliva, deixando-a quase sem ar. Chat- Vamos ver quem não se garante... Ela podia sentir o m****o roçando em sua calcinha, um calor que ela não queria sentir começando a envolvê-la, mesmo contra sua vontade, os s***s sendo libertos de forma brusca, o direito sendo logo tomado pela boca sem dó, ela sentindo cada uma das marcas que ele fazia, como que para marcar sua propriedade, uma das garras apertando tão forte sua b***a que chegava a furar sua pele. Sentia o m****o forçando o sua calcinha, o tecido que por pouco não cedeu sendo logo rasgado também, deixando-a nua e indefesa perante ele que não tardou a erguê-la do chão, ficando entre suas pernas e pressionando-a ainda mais contra o parede. Chat- VOCÊ É MINHA, ENTENDEU?!- grunhiu perto de sua orelha quando a penetrou de forma violenta- É O MEU p*u QUE TE FAZ GOZAR, NÃO O DAQUELE FILHO DA p**a! VOCÊ É MINHA E ELE NÃO TEM O DIREITO DE TE TOCAR! As investidas eram fortes, bruscas e violentas, ela se sentia invadida por um misto de dor e prazer ao mesmo tempo, não conseguia pensar em nada, tudo em sua mente se esvaindo a cada estocada, um vazio se instaurando em seu interior quando ele se retirou. Foram apenas alguns instantes em que ele se manteve um pouco afastado de seu corpo, apenas o tempo suficiente para virá-la e pressioná-la mais uma vez contra a parede, os s***s esmagados contra o gesso frio, as garras segurando firmemente sua cintura, pouco antes dele desferir um belo tapa estalado do lado direito, podendo ver logo em seguida a marca que ficara ali. Ela enlouquecia, sentia seu corpo suar, o calor invadindo-a no momento em que o sentiu invadí-la mais uma vez com tanta força que não conseguiu sufocar um grito, ele recuando e investindo mais uma vez. Chat- VOCÊ É MINHA MULHER! SÓ MINHA, ENTENDEU?! MINHA! Ele se movia em um ritmo cadenciado, forte, poderoso e quente, algo unicamente para tirar o pouco de controle que ainda lhe restava, a garra tocando-a, sem vergonha mas com toda liberdade, arranhando toda a coxa em direção à sua i********e, buscando seu c******s e tocando-o, sentindo-o já bem inchado, o que era muito bom. A outra garra subiu até seu cabelo, enrolando-o em volta, puxando sua cabeça para trás, a boca sendo tomada e invadida imediatamente, enquanto a outra continuava tocando e esfregando seu c******s, também firmando-a para as investidas, o corpo curvado indo de encontro ao dele, a cabeça apoiada em seu peito, ele podia perceber o quanto ela estava perto do máximo de seu prazer, um prazer agressivo, algo diferente de tudo vivido até ali entre eles, podia sentir os primeiros tremores, mas ainda não ia permitir isso. A garra que segurava seu cabelo desceu, foi até a coxa e a segurou, apertando com força no mesmo lugar que o primo havia segurado antes, os dentes cravados em seu pescoço, antes de falar com voz grave. Chat- VOCÊ É MINHA, ENTENDEU?! Ela não conseguia falar, apenas gemia com os toques que não paravam, sua umidade escorrendo por suas coxas, ele imóvel dentro dela, ela sentia o prazer tão próximo e tão longe, a agonia tomando conta de seu ser. Marinette- Gatinho...- suplicou gemendo, as pernas bambas. Chat- DIGA! DIGA QUE É SÓ MINHA! Marinette- Eu... Chat- Vamos princesa, é só dizer..., falou em sua orelha, lambendo o lóbulo antes de mordê-lo, a garra ainda tocando aquele ponto tão especial, as investidas secas e certeiras, alcançando seu ponto mais íntimo e prazeroso, a garra ainda apertando sua coxa. Marinette- Sou...só sua...- não resistiu e atendeu a "ordem". A luz da lua entrou naquele momento, iluminando o rosto bonito e másculo, no exato instante em que ela falou, podendo ver seus lábios se curvarem em um sorriso, ele sem notar as lágrimas que manchavam o rosto delicado. Não foi preciso muito mais tempo para ele sentir os tremores ficarem mais fortes, o aperto em seu interior mais intenso, não iria parar, não enquanto não a sentisse gozar junto a ele, enquanto não conseguisse provar para si mesmo que podia sim se garantir e fazê-la feliz. Uma nova investida seca e certeira e pôde sentí-la se derramar em seu p*u, as pernas bambeando enquanto o corpo tremia contra o seu, ele se deixando então vir, preenchendo-a, as garras apertando ambos os s***s e a boca tomando a sua. Quando enfim tudo acabou, ele esperou que suas respirações retomassem o ritmo normal antes de erguê-la nos braços e levá-la até o banheiro e fechar a porta, dando-lhe privacidade. Voltou para o quarto e sentou na cama, a fim de esperá-la, só então se dando conta do que fizera, a culpa o consumindo a cada segundo que passava, o que só piorou quando a viu voltar, depois de um bom tempo, apenas uma toalha cobrindo seu corpo, todas as marcas que fizera bem visíveis. Chat- Princesa...- saltou tentando se aproximar mas ela deu um passo para trás, se afastando. Marinette- Não. Chat- Eu... Marinette- Sim, você. Você fez isso comigo- afirmou deixando a toalha escorregar, revelando os outros machucados. Chat- Eu só... Marinette- Só queria gozar e relaxar não é? Provar que eu sou sua e que consegue me fazer gozar quando quer. Pois é, eu ter gozado não quer dizer que eu gostei, ou que estava de acordo. Muito pelo contrário, eu me senti usada, uma coisa sem valor. Chat- Eu não queria... Marinette- Você não pensou nos meus sentimentos, só no seu p*u e em como se sentiu ofendido e ameaçado pelo que meu primo disse, me usou pra se sentir mais homem. Mas sabe de uma coisa? EU NÃO SOU SUA PROPRIEDADE, SOU SUA NAMORADA! Mesmo sem saber se ainda somos isso mesmo... Chat- O que...você quer dizer com isso? Marinette- Que...eu preciso pensar, ver se isso ainda vale a pena. Agora vai, eu preciso ficar sozinha. Chat- Eu vou, mas não pense que eu vou desistir tão fácil assim de nós.
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