A casa estava quieta, minha esposa, a Carla, tinha viajado a trabalho e só voltaria no dia seguinte. Maisa, minha enteada de 18 anos, estava no seu quarto, como sempre, trancada. A gente tinha uma relação… estranha. Desde que me casei com sua mãe três anos atrás, a Maisa me tratou com um misto de indiferença e provocação. Usava roupas minúsculas pela casa, fazia perguntas íntimas de repente, e tinha um jeito de se sentar no sofá que era uma tentação. Mas ela sempre mantinha a distância. Até hoje.
Estava na cozinha, fazendo um sanduíche tarde da noite, quando ela apareceu. Estava com um shorts curtíssimos e um top que mäl segurava os sëios. O cabelo molhado caía sobre os ombros.
— Tá com fome? — ela perguntou, encostando na porta.
— Um pouco. Você?
Ela não respondeu, veio até a geladeira, passando tão perto de mim que senti o calor do corpo dela. Abriu a porta, a luz branca iluminando suas curvas, e pegou uma garrafa de água. Quando fechou a porta, estava me encarando.
— Sei que você fica me olhando, sabia? — disse, direto ao ponto.
Meu coração deu um salto, neguei na hora.
— Maisa, não começa.
— Começa o quê? — deu um passo à frente. A gente estava a um palmo de distância. Sentia o cheiro do seu shampoo, algo doce como morango. — Você olha pra mim quando acha que eu não tô vendo. Olha pros meus peitøs, pra minha bünda… E agora que a minha mãe não tá aqui? Você finalmente pode fazer alguma coisa a respeito?
O sangue foi todo pro meu paü de uma vez. Fiquei düro na hora, e ela viu. Olhou pra baixo, pra marca na minha calça de moletom, e sorriu.
— Safäda — eu disse, a voz saindo rouca.
— E daí? — desafiou. — Você quer uma safäda ou não?
Foi a última gota, joguei qualquer noção de certo e errado pro alto. Puxei ela pelos braços e a prendi contra a geladeira. Nosso corpo colou. Ela soltou um gëmido baixo quando sentiu minha ereção pressionando sua barriga.
— Você tem noção do que tá fazendo, garota? — murmurei no ouvido dela.
— Tô pedindo pra você me cømer, padrasto.
Ela se soltou, pegou minha mão e me puxou pelo corredor, direto pro quarto dela. Era um caos de roupas, livros e velas perfumadas. Ela fechou a porta e se virou pra mim. Nos olhos dela, tinha tësão puro.
— Vem me comër, vem. — ela ordenou, sentando na beira da cama.
Minhas mãos tremiam um pouco quando puxei a corda do meu moletom e o deixei cair no chão. Minha cueca m*l dava conta. Ela mordeu o lábio, os olhos escurecendo.
— Deixa eu ver melhor — ela sussurrou.
Me aproximei, ela abriu o zíper da minha cueca e puxou meu paü pra fora. Soltou um “nossa” admirativo, quase um suspiro. E então, sem hesitar, inclinou a cabeça e me levou pra dentro da boca. Ela chüpava com uma mistura de inexperiência e vontade que era a coisa mais excitänte do mundo. Engolia fundo, tossia um pouco, e voltava com mais determinação. Suas mãos apertavam minhas coxas, e os olhos dela, não desgrudavam dos meus. Ver minha enteada de joelhos, com os lábios em volta do meu paü, foi uma imagem que vai me assombrar, e me excitar, pro resto da vida.
— Maisa, para… tô perto — avisei, os dedos se enterrando no cabelo dela.
Ela parou, se deitou na cama e abriu as pernas. Os shorts já tinham sumido. Só tinha uma calcinha rosa, minúscula. Ela a puxou pro lado, expondo sua büceta linda. Quase caí de joelhos ali mesmo. Era linda, perfeita, depilada, e já completamente encharcäda.
Me aproximei, colocando as mãos sob seus joelhos, abrindo ela ainda mais. E então, baixei a cabeça.
O primeiro contato da minha língua com ela me fez gëmer. O gosto era indescritível. Doce, ácido, puro. Ela arqueou as costas da cama, soltando um grito abafado.
— Ai, que delícia… — gëmeu, as mãos se agarrando aos lençóis.
Não fui gentil, estava com fome, com meses de tësão reprimido. Lämbi, chüpei, enfiei a língua dentro dela, depois foquei no clitórïs, que já estava inchado e pulsando. Eu a devorava, ouvindo seus gëmidos ficarem mais altos, mais desesperados.
— Assim, não para… tô quase… — suplicava, os quadris se movendo contra minha boca.
Coloquei dois dedos dentro dela, sentindo a contração quente, enquanto minha língua continuava no clitórïs. Foi o suficiente. O corpo dela endureceu, um tremor violento a percorreu, e ela gëmeu meu nome, alto e claro, enquanto gøzava na minha boca. Bebi tudo, prolongando cada onda de präzer até ela ficar mole, ofegante, suada.
Antes que se recuperasse, subi na cama, sobre ela, que me puxou pra um beijo profundo, salgado, nosso gosto misturado.
— Agora me føde bem fortë e gostoso. — respirou, quebrando o beijo.
Me posicionei entre as pernas dela, que ela abriu bem. A cabeça do meu paü encontrou sua entrada, ainda melada e quente do orgäsmo. Olhei nos olhos dela, procurando um sinal de arrependimento. Só vi tësão e desafio. Com um empurrão firme, entrei nela. O gëmido que saiu da garganta dela foi de dør e präzer misturados. Parei, deixando ela se acostumar. Ela envolveu as pernas nas minhas costas, puxando-me para dentro.
— Vai… me føde — sussurrou no meu ouvido.
Comecei a me mover, devagar no começo, depois mais rápido. A cama batia contra a parede no ritmo das minhas enfiadas. Ela gëmia a cada investida, suas unhas cravando nas minhas costas.
— Você é minha putinhä agora — murmurei, metendo nela com førça. — Minha enteada safäda.
— Sou! Sou toda sua! — ela gritava, os sëios balançando.
Sentia as paredes da büceta dela contraindo em volta do meu paü.
— Vou gøzar dentro de você — avisei, o ritmo ficando caótico.
— Gøza! Enche sua putinhä de leite! — ordenou, os olhos vidrados.
Ela gøzou primeiro, um tremor longo e silencioso, o corpo todo se contorcendo. Enterrei até o fundo e jorrei dentro dela, onda após onda, um präzer que parecia sugar minha alma.