cap 17 estou me ajeitando

1280 Words
Sombra Narrando Meu parceiro... quando ela saiu do banheiro com aquele baby doll branco, colado no corpo, marcando tudo... p***a. Aquilo ali não foi justo. As curvas dela estavam gritando, o pano leve escondendo quase nada, e ainda vinha com aquele cheiro doce, cabelo molhado, pele macia. Eu olhei e pensei: essa noite vai ser uma guerra interna pra mim. Ela deitou do meu lado, toda tranquila, mas eu sentia no ar que ela sabia exatamente o que tava fazendo. E eu? Eu tentando me segurar. Porque a minha vontade era virar ela ali mesmo e acabar com tudo, mas a minha razão pedia calma. Ela é nova, tá começando agora, tem a vida inteira pela frente. E eu já tô calejado, já sou de guerra, carrego bagagem demais. Não quero atropelar o tempo dela. Só que meu corpo não pensa como minha cabeça. A gente ficou de conchinha vendo um filme, mas ela não parava. Se mexendo o tempo todo, esfregando, empinando, provocando. Eu juro que tentei manter a pose, mas teve uma hora que não deu. Sombra – Isabelly, c*****o – falei baixo, apertando a cintura dela com uma das mãos. Ela riu, safada. Isabelly – Tô me ajeitando só – respondeu com aquela voz fina, debochada. Sombra – Vou te ajeitar rapidinho... – murmurei no ouvido dela, já colando a boca na nuca. Quando comecei a distribuir os beijos, vi o corpo dela se arrepiar todinho. E aquilo só me deu mais corda. Fui descendo devagar, sentindo o cheiro da pele dela, o calor. Quando ela soltou um gemidinho manhoso... Isabelly – Aí... assim não, Sombra... A voz dela falhou e aí eu perdi o resto de sanidade que eu tinha. Eu passo a mão na coxa dela e vou subindo até o shorts, que deixava a polpa da b***a dela de fora, e eu dou uma apertada leve e vejo ela empinar ainda mais a b***a. Sombra – Você gosta, né, cachorra? – falo passando a língua no pescoço dela, que abre a boca sem nem conseguir responder. Eu puxo o elástico do shorts dela por trás e vejo a calcinha minúscula, branca, e p***a, aquilo me deixou louco. A b***a redondinha com a calcinha enterrada. Sombra – Posso? – pergunto no ouvido dela, e ela só concorda com a cabeça. Sombra – Eu quero ouvir você falando – falo segurando no queixo dela. Isabelly – Pode – fala fraca, já. Eu pego o shorts dela e vou tirando, deixo ela só com a parte de cima e a calcinha. Eu dou uma puxada na calcinha pra deixar ela encaixada do jeito que eu gosto, coloco a minha mão na b****a dela por cima da calcinha e começo a tocar, e ela geme baixinho. Isabelly – Para de me provocar... – fala segurando meu braço. Eu arrasto a calcinha pro lado e a b****a dela já tava encharcada. Passo o dedo no g***o dela, que dá uma arfada e coloca a mão na minha nuca, e eu coloco dois dedos dentro e ela deixa um gemido escapar. Isabelly – Desgraçado – fala gemendo. E eu não aguento. Eu saio de trás dela e puxo ela pro meio da cama e tiro a calcinha dela. Sombra – Abre a perna – falo olhando pra ela, que já abre as pernas. E foi uma das visões mais bonitas que eu já tive. Então eu começo a fazer o que eu sei fazer de melhor. (...) Isabelly Narrando Quando ele encostou a língua na minha b****a, eu vi estrelas. Nunca tinha sido chupada antes, mas eu tenho certeza que ele sabia o que ele tava fazendo. Isabelly – Aii... assim eu não vou aguentar – falo entre gemidos, segurando, querendo fechar a perna. Sombra – Não fecha, c*****o – fala dando um tapa na minha coxa e abrindo. Ele passava a língua em cada canto, não deixava nada de fora. Chupava o meu c******s enquanto enfiava dois dedos em mim, e eu já tava no meu ápice. Isabelly – Caralho... Sombra, eu não vou... – falo com as pernas tremendo e eu acabo gozando na boca dele. Sombra – Gostosa maldita – fala dando uma última passada de língua e dando um tapa de cada lado da minha coxa. Eu sinto a minha b****a pegando fogo. Eu tiro o meu baby doll e o meu sutiã, ficando pelada, e ele tira a samba-canção. E eu não sabia como aquilo ia entrar. Era grosso e grande, com a cabecinha rosinha, te falar, coisa linda, viu? Sombra – Fica de quatro, vai – manda, enquanto coloca a camisinha. E eu fico de quatro, bem empinada, tia Cátia ensina tudo. Sombra – Você é uma p*****a mesmo, hein – fala alisando a minha b***a antes de dar um tapa forte de cada lado. Ele pega o p*u dele e pincela na minha b****a, que já tava encharcada de novo, e aquilo tava uma tortura pra mim. Isabelly – Para de maltratar – falo manhosa. Sombra – Se você quiser que eu pare, é só falar – fala encaixando o p*u. Quando ele foi colocando, parecia que a minha b****a ia explodir, porque eu sou toda pequena e ele é todo brutão. Ele enfiou tudo e deixou um tempo, e a dor foi passando e ele foi acelerando as investidas. Sombra – Abre essa b***a pra eu comer – fala dando um tapa. Eu coloco as minhas mãos para trás e abro a minha b***a e olho para trás, e ver ele me olhando com aqueles olhos acendeu muita mais coisa em mim. Sombra – Safada – fala segurando na minha cintura e metendo forte, e eu gemia baixo. Sombra – Precisa gemer baixo não... todo mundo vai saber que essa b****a é minha – fala metendo forte, fazendo eu gemer mais ainda. Isabelly – Filha da p**a – falo soltando a b***a e deixando as minhas mãos nas costas, e ele segura pra dar mais impulso pra meter. E ele metia sem cansar, e eu não tava muito diferente, eu queria mais. Bem mais. Sombra – Agora eu quero ver você sentando – fala deitando. E eu só penso em uma única coisa: os meus treinos de pompoarismo e os treinos de sentada da Cátia que eu assistia com a Alessandra, e agora vou ter que dar o meu nome. Então eu subo e sento de costas, pego o p*u dele e encaixo e começo a sentar. Desço rebolando e subo prendendo, com aquela olhadinha para trás e o meu cabelo todo jogado para trás. Sombra – Filha da p**a – fala gemendo fraco, batendo na minha b***a. E eu continuo sentando. Até que eu canso de sentar de costas e viro pra frente, sem tirar o p*u de dentro. Eu apoio as minhas mãos nas coxas dele e continuo sentando pra ele ter visão do meu corpo todo. Sombra – Sua vagabunda... assim eu vou gozar – fala dando um tapa na minha cara e apertando o meu pescoço e descendo pro meu peito, e eu solto uma risada fraca. Apoio as minhas mãos no peito dele e começo a sentar forte e prendendo igual eu aprendi. Sombra – Para... para – fala fraco, puxando o meu cabelo. E eu não paro e continuo sentando até ele puxar a minha cintura pra baixo e meter por baixo, gozando, e eu acabo gozando junto, ficando fraca e deitando por cima dele. Sombra – Essa sua cara engana, hein, cachorra – fala beijando o meu pescoço e passando a mão nas minhas costas até a b***a, e eu solto uma risada fraca. E a gente vai pro segundo, terceiro, quarto round até amanhecer.
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