cap 18 tô assada

830 Words
Sombra Narrando Depois da noite de ontem eu acordei outro. Revigorado, tranquilo... mas também com a mente a mil. Ela tem essa carinha de santinha, aí fala mansa, jeitinho tímido... mas quando o bicho pega, meu parceiro, ela dá aula. E o que mais mexeu comigo foi saber que ninguém nunca tocou nela daquele jeito. Saber que fui o primeiro a fazer ela sentir o que sentiu só aumentou a minha sede. A gente só foi parar lá pras cinco da manhã, exaustos. Agora eu tô aqui, só observando ela dormir. Tão pequena nos meus braços, toda encolhidinha, com aquele rosto calmo... Faz tempo que eu não dividia cama com ninguém. Minha vida sempre foi de uma e já era. Mas com ela é diferente. Tem algo nela que me prende, me acalma... me desafia também. Vejo ela começar a se mexer, virando devagar, tateando o colchão atrás do celular. Sombra – Fica quietinha aqui, vai – murmuro no ouvido dela, puxando ela mais pra perto, apertando firme no meu abraço. Ela solta uma risadinha baixa, com a voz rouca de sono. Isabelly – Quero saber que horas são... Sombra – Calma, Isabelly... a gente tem o dia todo ainda – falo colando a boca no pescoço dela, dando um cheiro demorado. Ela geme baixinho, daquele jeito manhoso que me faz querer tudo de novo. E eu vou descendo o beijo até o peito dela, ela estava pelada desde ontem. Eu passo a língua no peito dela até chegar no bico, que eu passo a língua e chupo, e ela solta um gemido e eu começo a chupar o outro peito. Isabelly – Eu tô assada... ainda tá doendo – ela fala daquele jeito manhoso, passando a mão devagar na minha cabeça, e eu não consigo segurar um sorriso de canto. Essa menina me desmonta fácil. Sombra – Vou lá na farmácia comprar uma pomada pra você enquanto tu vai tomando um banho – respondo dando um selinho nela e já levantando da cama. Jogo uma água rápida no corpo só pra acordar, boto uma bermuda, camisa qualquer, chinelo no pé. Quando saio do banheiro, ela ainda tá jogada na cama mexendo no celular, com cara de quem tá tentando disfarçar o incômodo. Pego a chave da moto e desço. Na farmácia, encosto no balcão. Sombra – Tem pomada pra assadura? O farmacêutico me olha com aquela cara de quem já viu de tudo. Farmacêutico – Depende da assadura. Sombra – Depois da noite que eu tive, chefe – falo só isso, seco, sem entrar nos detalhes. Ele dá um sorriso de canto, entende na hora e me entrega uma pomada qualquer sem nem piscar. Pago, subo na moto de novo e vou embora. Calor do c*****o já me deixando suado. Chego em casa, encosto a moto e subo pro quarto já tirando a camisa no meio do caminho. Quando abro a porta, dou de cara com ela de toalha, pegando a roupa em cima da cadeira. Cena simples, mas que me faz querer esquecer o motivo da pomada. Sombra – Ó, ele me vendeu essa daqui. Presta? – pergunto, mostrando pra ela o tubinho. Ela dá uma olhada e depois me encara, meio envergonhada. Isabelly – Essa daí é boa sim... Sombra – Quer ajuda pra passar? – solto com um sorriso safado, me aproximando. Uma coisa leva a outra, né... Ela ri e já vai pegando a pomada da minha mão. Isabelly – Não precisa, não... – diz, ainda rindo. Mas o jeito que ela olha de lado, mordendo o canto da boca... tá pedindo. Se ela deixar, eu passo. Sombra – Vai, deita aí – falo olhando pra ela, que parece não acreditar. Isabelly – É sério? – fala querendo dar risada e eu faço que sim com a cabeça e ela começa a rir. Ela deita na cama e abre as pernas e eu não me canso de olhar ela. Eu passo o dedo no meio da b****a dela, que já tá molhada. Sombra – Safada – falo vendo a b****a dela molhada e eu passo a língua na b****a dela, que é pequena. Isabelly – Assim não, para, Sombra – fala passando a mão na minha cabeça, encaixando mais a b****a na minha boca. E aí que eu não paro mesmo. Chupo ela toda, passo a língua em tudo até ela gozar. Isabelly – Filho da p**a – fala com a mão na cara, ofegante, e eu dou um tapa fraco na b****a dela e ela solta um gritinho que faz eu rir. Sombra – Você que é muito gostosa – falo levantando e indo pegar a pomada. Porque eu tinha feito o serviço e limpado depois, agora só vou passar a pomada. Pego a pomada e passo aonde ela manda. Isabelly – Obrigada – fala meio sem graça e eu dou um selinho nela. E ela se levanta e vai se trocar. E eu já sei que essa garota vai ser a minha perdição.
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