chapter 3

3265 Words
Quando Tom se aproximou da loja de Harry, a placa de madeira claramente à vista, uma mulher gritando saiu correndo da loja. Tom, que raramente tinha visto clientes na loja de cobras, olhou para ela com curiosidade. Ela era uma mulher grande, com cabelos cor de areia e um conjunto de pulmões superdesenvolvidos que deixou os ouvidos de Tom zumbindo. "Tem um homem sendo estrangulado até a morte lá!" ela gritou para a rua. "Por uma cobra!" Sendo que era Knockturn Alley, poucas pessoas se viraram para olhar para ela. Aqueles que o fizeram provavelmente o fizeram pela surpresa de que alguém os chamasse por ajuda, ou pela expectativa de que eles ajudariam. A mulher olhou entre cada um dos transeuntes, que não tinha parado, antes de bufar e se afastar. Quando ela passou por ele, Tom a ouviu resmungar sobre cobras serem um sinal do d***o e que nem em Travessa deveriam ter uma loja especializada em cobras. Claro, sua escolha de frase foi muito mais grosseira. Suas palavras iniciais fizeram seu estômago apertar com algo que estava surpreendentemente perto de preocupação, mas se havia uma coisa que Tom sabia, era que Harry não seria morto por uma cobra. As cobras de Harry o adoravam. Ainda assim, Tom entrou com cuidado na loja, apenas para o caso de perigo ou de cobras deitadas ao seu alcance. Ele tinha certeza de que um grande branco sempre estava em seu caminho de propósito, apenas como desculpa para mostrar suas presas para ele. Harry não era difícil de encontrar. Ele estava sentado atrás do balcão com uma grande cobra enrolada em toda a parte superior de seu corpo. "Não é pesado?" Tom perguntou, largando sua mochila no chão para dar uma olhada melhor na cobra. A cobra deu a ele um olhar preguiçoso, m*l o cheirando antes de assobiar: "Sou pequeno para minha espécie. Há espaço suficiente para todos aqui." Harry bufou, esfregando as escamas da cobra na bobina mais próxima de suas mãos. "Você será maior antes que perceba. Tom, você viu uma senhora vindo para cá? Eu deveria ir e pedir desculpas a ela. Ela só veio para obter direções. Não parecia preparada para ver todas as cobras." "Ela já se foi", respondeu Tom, esperando que isso fosse o suficiente para impedir que Harry lhe pedisse para rastreá-la. Ele não tinha interesse em acalmar um estranho quando podia fazer perguntas a Harry sobre a cobra em seus ombros. O resto do mundo sempre parecia desaparecer no conforto da loja. Estava tão quente aqui que Tom se acostumou a tirar as vestes e o casaco ao chegar, pegando um cabide no suporte perto da porta. Era de prata arranhada e arranhada, e a cabeça do gancho era uma cabeça de cobra com olhos prateados cegos. Às vezes, Tom tinha que mover uma cobra que subiu no cabide para dar espaço para suas coisas. Lá fora, a tarde já começava a mergulhar pesadamente na noite. Tinha sido a vez de Tom ajudar a limpar a sala de aula depois da aula e ele estava mais tarde do que o habitual em seu lugar habitual depois da aula. Tom não queria perder um segundo no frio do inverno, nem queria ficar na escola, ou ouvir a voz da matrona no orfanato. Ele só queria vir aqui. Aqui, onde Harry nunca teve uma palavra c***l para ele ou esperou muito mais dele do que sua ajuda para cuidar das cobras e ajudá-lo a comer suas refeições. Harry sempre dizia ter cozinhado demais para apenas uma pessoa. "Você entrou pela porta da frente de novo," Harry observou, desembaraçando-se da cobra depois de acariciá-la duas vezes. "Eu continuo dizendo a você que a Travessa do Tranco é muito perigosa para um mago da sua idade. O barman do Leaky ficaria feliz em deixar você usar o flu dele. "Não é mais perigoso do que ficar sentado com uma cobra no pescoço", respondeu Tom, cruzando os braços. "Eu não posso evitar todas as coisas perigosas no mundo bruxo. Eu tenho que estar preparado. Além disso, é interessante aqui em Knockturn. Eu não tenho medo." "Continue assim e o chapéu vai te colocar na Grifinória." Tom encarou Harry por um longo momento. Nenhum de seus materiais introdutórios mencionou algum tipo de chapéu que tudo vê. Por mais que odiasse parecer ignorante, odiava não saber mais. "O que é esse chapéu?" Em vez de zombar dele por sua falta de conhecimento, Harry apenas sorriu. "Essa é uma história e tanto. Vou contar para você durante o chá. E biscoitos e sanduíches. Venha para cima." Tom olhou para a loja antes de subir as escadas. Estava vazio de pessoas, mas cheio de cobras. Você precisa de um assistente, pensou Tom, mas não disse. Não era a hora certa; não era a configuração certa. O chá estava cheio demais, mas Tom o bebeu e comeu um sanduíche atrás do outro, seguido de três biscoitos enquanto ouvia a história de Harry. Era uma boa, de Harry quando menino, encontrando seu melhor amigo em um trem e as teorias malucas que Rony tinha sobre como eles seriam classificados nas casas de Hogwarts. Harry falou do medo e desgosto que teve de ser escolhido para a Sonserina, então se apressou em dizer que nem todos os Sonserinos eram ruins, é claro. A refeição foi seguida pelo dever de casa, como de costume. Era o fim da terceira semana de relacionamento e eles haviam entrado no ritmo ao longo dos dias. Hoje, Harry escolheu sentar com Tom, preenchendo seu livro de contabilidade enquanto Tom fazia sua lição de casa. Tom prestava mais atenção a Harry do que ao seu próprio trabalho; ele podia fazer isso dormindo, enquanto Harry trabalhava devagar, tomando cuidado com cada número. Quando a noite caiu e era hora de Tom voltar para o orfanato, Tom fez questão de mencionar como era cansativo caminhar uma hora de ida e volta para a loja de cobras de Harry. A cidade era enorme, especialmente incluindo as áreas mágicas escondidas. Também era perigoso no escuro, tanto em áreas de bruxos quanto de trouxas. "Vou acompanhá-lo para casa hoje", Harry ofereceu enquanto fechava ansiosamente seu livro. "Então poderei aparatar você cada vez. Se este último mês for um indicador, você estará aqui muito." "Você não precisa", respondeu Tom, já se levantando e deslizando seus pertences em sua mochila. "Tenho certeza que você tem muito o que fazer. Muito mais contabilidade, por exemplo." "Absurdo." Harry deslizou o livro sob uma pilha de outros papéis, então adicionou mais alguns em cima para garantir. "Se bruxos fossem contadores, Hogwarts ensinaria matemática." Tom olhou para ele com descrença. Claro, ele havia notado a falta de livros didáticos de matemática na lista de embalagem, mas pode ter sido que o professor escreveu seu próprio currículo. Esforçando-se para não resmungar, Tom disse: "Sou muito bom em matemática". "Você pode aprender aritmancia a partir do terceiro ano", disse Harry, balançando a cabeça. "Eu nunca entendi isso, mas minha amiga Hermione disse que era como números encantadores para dançar, que era o mais próximo que você poderia chegar da magia sem uma varinha." Tom decidiu em particular que essa Hermione tinha o jeito certo das coisas. Ao saírem da loja, ele perguntou: "Quais matérias você estudou?" Ele teria fingido interesse mesmo que Harry tivesse escolhido assuntos chatos, mas não precisava porque o mundo mágico era um lugar tão estranho e fascinante. Pensar que em questão de meses ele frequentaria uma escola que ensinava todo tipo de magia em vez de escrita e geografia. Tom m*l conseguia conter sua empolgação. Ele estava no precipício de um novo mundo. E melhor ainda, ele não estava totalmente sozinho. "Está com fome?" Harry perguntou, quinze minutos em sua caminhada. Tom olhou para ele confuso. "... se eu disser sim?" Harry enfiou a mão no bolso e tirou um objeto grumoso e embrulhado em papel. "Sanduíche de carne enlatada." Tom pegou e colocou dentro de sua mochila escolar para mais tarde. Ele não tinha o hábito de recusar comida, não quando a caminhada de volta ao orfanato sempre lhe despertava o apetite e não havia jantar adequado para ele. Harry não comentou sobre Tom não comer o sanduíche na frente dele. Em vez disso, ele começou uma longa e desconexa história sobre o resto de sua primeira semana em Hogwarts depois de sua classificação. Tom ouviu, embora uma parte dele permanecesse desatenta, sintonizada com o próximo passo de seu plano. Apesar da camaradagem que Tom fez questão de promover entre ele e Harry, não havia garantia de que seu plano funcionaria. Ao se aproximarem do orfanato, Harry ficou quieto, sua história das estranhas maravilhas das estufas de Hogwarts foi interrompida enquanto ele olhava para o prédio. Tom evitou olhar para ele com olhos de estranho; ele se recusou a ter pena de si mesmo e só suportaria a pena de Harry se isso o aproximasse de seus objetivos. "Eu gostaria de poder ficar com você", disse Tom, rapidamente, de uma maneira impulsiva que ele havia praticado no espelho ontem. "Eu odeio isso no orfanato." Para alívio de Tom, a resposta de Harry não foi uma recusa imediata. "Tom, você quer dizer isso? Esta é uma grande decisão. Você m*l me conhece." "Você m*l me conhece também", disse Tom, não exatamente uma discussão. Harry balançou a cabeça pesarosamente. "Eu te conheço bem o suficiente, eu acho." Tudo o que Tom conseguia pensar era não, você não. Harry não sabia sobre o passado de Tom no orfanato ou o funcionamento interno de sua mente. Ele não via a profundidade do desejo de Tom de ter mais, de ter tudo o que lhe foi negado como um órfão sem um tostão. Isso não estava indo muito para planejar, mas tudo bem. Tom os colocaria de volta nos trilhos. "Eu notei que você poderia usar alguma ajuda em torno da loja. Eu posso ser isso para você. Eu tenho uma boa cabeça para números. Eu posso falar com cobras. Eu posso sorrir para os clientes. Tudo que eu preciso é abrigo em troca." Tom ergueu o queixo, tentando parecer determinado e desesperado. O que ele era, mas se encaixava melhor com seu coração quando era para mostrar, em vez de quando ele pensava nisso como verdade. "Você não sabe como é no orfanato. Prefiro me arriscar em um covil de cobras." "Tem certeza?" Estava escuro, mas havia luz suficiente na rua para ver a expressão gentil de Harry. "Eu não... eu não quero estragar tudo, Tom. A loja fica em Knockturn, que é desonesta na melhor das hipóteses e ativamente perigosa na pior. Eu tenho segredos. Um passado. Eu nunca cuidei de ninguém assim." "Eu te disse o que eu quero," Tom resmungou, desviando o olhar de Harry. "Se você não se importa comigo, tudo bem." Durante toda a vida de Tom, ele ouviu advertências silenciosas. As pessoas foram instadas a ficar longe de órfãos, para que não se encontrassem com alguém que não partia, que confundia um pouco de bondade com amor. Mas Tom não precisava de amor; tudo o que ele precisava era de um lugar para ficar enquanto se familiarizava com o mundo bruxo. Em algum lugar quente, onde houvesse comida, e ele pudesse ficar despreocupado. Se Harry o rejeitasse, Tom se contentaria. Ele poderia voltar ao orfanato e esquecer Harry. Harry provavelmente não se importaria. Em poucos dias, ele esqueceria Tom e voltaria para suas cobras. A bondade era uma coisa passageira na vida dos órfãos, ia e vinha em momentos, e não havia nenhum laço de sangue entre eles. Eles estavam em um padrão de Tom aceitando a bondade de Harry e Harry fornecendo, mas se Tom saísse da foto, haveria outros animais abandonados no Beco do Tranco para Harry alimentar e convidar para olhar as cobras. Para Harry, Tom não era especial, não do jeito que Tom sabia que era. Era irritante, mas era verdade. Tom estava acostumado a ter que cuidar de si mesmo. Ninguém mais iria intensificar o trabalho. Em vez de tornar os medos de Tom uma realidade, Harry se agachou na frente dele e pegou o olhar de Tom. Sua voz era suave. "Eu me importo, Tom. Claro que me importo." Tom não podia suportar a força gentil nos olhos verdes de Harry, mas ele olhou de qualquer maneira. Ninguém tinha olhado para ele tão gentilmente em anos - talvez nunca. Ele se perguntou, com o coração gaguejando no peito, se talvez sua mãe o olhasse assim antes de morrer. "Prove", disse Tom para ele. Harry apenas riu, então se levantou em toda sua altura. "OK. Por que você não pega seus pertences e eu falo com a Sra. Cole? Tom assentiu. Ele deixou Harry passar pelo portão do orfanato e pela porta da frente, deixando-o com Sandy, uma das ajudantes da Sra. Cole. Ele olhou para trás uma vez antes de subir as escadas. Se a Sra. Cole dissesse não... Tom a obrigaria. Ele faria isso instantaneamente, sem arrependimento ou preocupação. Mas ele não podia vê-la dizendo não, não quando ela pudesse se livrar dele ainda mais cedo do que Dumbledore havia prometido. O mais rápido possível, Tom encheu sua bolsa sem fundo com tudo o que lhe era caro - e tudo o que não era. Ele pegou tudo o que não fosse mobília, desde a pequena coleção de livros que conseguiu adquirir em quartos de outras crianças e dedos ágeis em carrinhos de vendedores ambulantes, até o travesseiro encaroçado em que dormiu por anos. Ele levou consigo roupas velhas e tocos de lápis, velhas peles de cobra e velhos papéis de prática de caligrafia. Tom não deixou nada para ser passado para os outros órfãos. Eles não mereciam suas coisas e, além disso, sua bolsa sem fundo tinha espaço mais que suficiente. Uma vez que ele estava pronto, Tom foi para o escritório da Sra. Cole, ignorando as crianças que permaneciam ao redor, atraídas pelo convidado inesperado no orfanato. Tom escutou na porta em vez de entrar. Harry estava falando, e sua voz estava mais dura do que da última vez que Tom a ouviu. "Como ele foi tratado aqui?" " É isso que você quer saber? Agora, você vê aqui, aquele garoto é-" "Eu sei", disse Harry, e o sangue de Tom gelou apesar de toda razão, toda lógica, porque na verdade Harry não podia saber. Harry o conhecia como o garoto que veio até ele para pedir ajuda. Era isso. "Minha pergunta foi clara." "Tom Riddle tem sido uma praga neste orfanato desde sua chegada." "Ele é apenas uma criança", disse Harry. Houve um movimento na sala; Tom o imaginou andando de um lado para o outro. "Ele não é um monstro, nem uma praga. Ele é um menino de onze anos. As crianças atacam com as únicas ferramentas que têm à sua disposição." "Você está culpando o comportamento dele por ele não saber nada melhor? Isso não é desculpa." "Não. Estou dizendo que você deveria ter dado a ele ferramentas diferentes. Suponho que você ficará feliz em se livrar dele. "Eu vou. Você pode tê-lo. E se você acabar com coelhos pendurados em suas vigas, saiba que não vamos levá-lo de volta." "Não haverá nada disso. Se qualquer coisa, seria uma cobra." O som de uma cadeira sendo puxada. "Eu quero ir", disse Tom, entrando na sala. Ele não fez nenhuma tentativa de parecer que não estava ouvindo. "Eu gosto de trabalhar na loja dele e isso vai me preparar para Hogwarts. Eu gostaria de aprender algumas habilidades da vida real, além dos meus números." A Sra. Cole olhou para ele com desgosto m*l disfarçado, combinando com o próprio olhar de Tom. "Hmph. Não achei que você fosse do tipo. Você sempre foi uma criança erudita. "Ainda sou", acrescentou Tom. "Ele é um bom garoto", disse Harry. "Ele vai se dar bem na escola. Tudo o que eu quero é evitar que ele se meta em muitos problemas." "Falando nisso," a Sra. Cole disse, olhando entre os dois. Tom enrijeceu. Ele não queria ouvi-la dizer isso, mas nem mesmo o mais feroz de seus olhares poderia manter a Sra. Cole em silêncio. Ele não entendeu. Ela não o queria fora do orfanato? Ela nunca gostou dele, sempre o achou estranho e c***l, e tinha que ser contra seus interesses contar a verdade a Harry. "Eu não quero ouvir isso", disse Harry, com firmeza. "Todos nós temos um passado. Deixe Tom deixar o dele aqui, por favor." A Sra. Cole parecia duvidosa. "Você está cometendo um erro." Com um aceno pesaroso de sua cabeça, Harry disse, "Eu fiz muitos deles. O suficiente para saber quais erros valem a pena cometer." A essa altura, a Sra. Cole já estava farta deles. Ela preparou a papelada de saída de Tom em questão de minutos, quase jogando na direção de Harry. Sob sua respiração, ela murmurou algo ao longo das linhas de boa viagem . As orelhas de Tom queimaram. Sua mandíbula se apertou. Se Harry não estivesse aqui, ele faria alguma coisa. A Sra. Cole certamente se arrependeria. Mas Harry estava aqui, e Tom estava indo embora, e isso teria que ser o fim de tudo. "Você tem todas as suas coisas?" Harry perguntou quando eles saíram do escritório da Sra. Cole. Tom deu um tapinha em sua bolsa sem fundo. "Eu os tenho." Ele se sentiu estranhamente abalado. As palavras de Harry ecoaram em sua mente. Seu tom protetor, sua defesa de Tom, um garoto que ele m*l conhecia. Tom aceitaria alegremente a defesa de Harry dele, mas ele sabia que não merecia isso, não de verdade. Foi sua sorte que houvesse pessoas como Harry neste mundo, para defender alguém como ele. "Você quer se despedir de alguém?" Tom olhou para os rostos de vários órfãos espreitando para fora de seus quartos, para Sandy, que não estava limpando o corredor, mas os observando com curiosidade. Lembrou-se de seu quartinho e do colchão encaroçado, dos dedos de John machucando seu pulso e do porão para onde as crianças malcomportadas eram enviadas. Ele se perguntou se Harry tinha um porão. "Não", disse Tom, e virou as costas para tudo. "Estou indo embora." A mão de Harry era mais quente que a dele, maior que a dele, quando ele pegou a mão de Tom. Eles aparataram direto para o andar superior da loja, onde Harry morava. Onde Tom viveria agora. "Tem sido um longo dia. Vamos resolver o resto amanhã, certo?" Harry ofereceu, soltando a mão de Tom. "Eu ajudo você a limpar o lixo do seu novo quarto amanhã, mas pelo menos tem uma cama. Tenho lençóis limpos em algum lugar. Tom assentiu. Isso era o que ele queria desde o primeiro dia em que conheceu Harry, mas agora que ele tinha, ele se sentiu desequilibrado em vez de triunfante. Ele não sabia mais como agir perto de Harry. "Obrigado, Harry." Parecia uma coisa apropriada a dizer. Não apenas por acolhê-lo, mas por não ouvir a Sra. Cole. "Serei bom. Eu prometo." "Isso é uma mentira, se eu já ouvi uma", disse Harry, mas seus lábios puxaram um sorriso. Ele deu um tapinha no cabelo de Tom. Era um gesto que Tom já havia visto, mas não experimentado. Tom não odiou. "Você será você, e eu serei eu, e nós vamos passar por isso." Dez minutos depois, Tom estava enfiado na cama. Ele olhou para o teto, traçando formas no escuro. Erro ou não, ele fez isso aqui. Tom juntou o cobertor quente de Harry até as orelhas e fechou os olhos. O sono veio rápido.
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