Heitor se despediu do porteiro do escritório e entrou no carro, mais aliviado depois da chamada com Maria, mas com o corpo ainda tenso depois de um dia inteiro entre clientes, reuniões e pensamentos insistentes. A caminho de casa, aproveitou o sinal vermelho do último cruzamento para checar as notificações e o que tinha de interessante.
Ao abrir o i********: o primeiro story era de Ana. Ela estava na Selfit, com o uniforme da marca e o sorriso provocante de sempre. O vídeo mostrava o corpo suado após o treino e a legenda trazia:
“Treinar de noite tem suas vantagens 😏.”
Heitor prendeu o ar por um segundo. Aquilo não era só uma legenda — parecia uma provocação. Mexeu com ele de um jeito estranho: um misto de curiosidade, ciúme e algo que acendeu uma chama familiar.
Deslizando para o lado, ele viu outro story — dessa vez, de Maria. Era uma foto diante do espelho do quarto, de top e calça legging cinza (o look que usou na chamada), o cabelo solto e a legenda:
“Paguei em casa.”
Ele respondeu de imediato:
— “Não pensei que fosse conseguir treinar depois da chamada de vídeo…”
Maria leu rápido e devolveu com uma frase que fez o sangue dele ferver:
— “Foi um treino leve. Mas quando você chegar, a noite vai ser tudo menos leve.”
O coração de Heitor acelerou. O sinal abriu, e o caminho até o condomínio pareceu mais longo do que nunca.
Ao abrir a porta tudo escuro na sala. A cozinha tinha o mesmo padrão e apenas um feixe de luz, surgiu pela parte de baixo da porta do quarto do casal. Ali era o seu destino.
No quarto, o silêncio da noite era quebrado apenas pelo som do ar-condicionado de caixa que trazia um pouco de frio ao ambiente. O abajur aceso na mesinha ao lado da cama projetava uma luz âmbar e quente, criando sombras suaves nas paredes claras. O espelho grande ao lado do guarda-roupa refletia a cama já desarrumada pelo simples toque de Maria, que tinha acabado de espalhar sobre ela alguns acessórios — entre eles, uma moeda para usarem uma raspadinha de casal que eles tinham escondido atrás de um quadro na parede do quarto,era uma surpresa,como quem tira um ás da manga.
Maria estava de lingerie preta, delicada, com renda nos lugares certos. Seus 1,51m de pura provocação se moviam com confiança e intenção. O corpo escultural – s***s fartos, cintura fina, quadris largos e a b***a empinada – parecia ter sido esculpido para o pecado. Ela olhava para o espelho, observando-se de perfil com um leve sorriso de canto. A raspadinha revelou a posição escolhida pelo destino: a carruagem. A imagem era explícita, e ela apenas mordeu o lábio inferior enquanto se virava para a cama, onde repousavam também 2 pedaços de cetim, um para ser uma venda e outro pra fazer o papel de algemas.
— Hoje você não vai pensar, só obedecer — disse, com a voz baixa e firme, ao ver Heitor entrar no quarto já sem camisa, com o abdômen amostra e os braços definidos de quem já via o resultado dos treinos.
— Nem sei o que a raspadinha escolheu... — ele tentou provocar, se aproximando.
— Não precisa saber ainda. Vai descobrir na hora certa.
Ela se aproximou lentamente, encostando o corpo no dele, passando as unhas médias e bem cuidadas pela barriga até alcançar a cintura. Heitor sentiu a pele arrepiar.
— Se deita. Sem falar, sem perguntar e claro, sem me tocar.
Ele obedeceu. Sentou na cama e antes de deitar, sentiu o toque do cetim sendo colocado com cuidado sobre seus olhos. Depois, os punhos presos com a confirmação ela estava no comando e sequer tocar seria permitido.Ele sorriu. Aquilo não era novidade entre eles. Maria sempre teve um lado dominante forte, principalmente antes do nascimento de Giulia. Agora, depois de algum tempo, parecia que aquela versão dela havia voltado com tudo — mais madura, mais intensa, mais dona de si.
Maria se afastou alguns passos, pegou o celular e ajustou a câmera em um tripé improvisado. O espelho captava boa parte da cama e mostrava seu reflexo inteiro. Ela queria tudo registrado. Não por exibicionismo, mas por controle. Queria olhar depois, rever a própria força, seu poder sobre ele.
Com a venda nos olhos, Heitor sentia tudo com mais intensidade. O som dos passos descalços de Maria no piso, o zíper de sua calça sendo aberto lentamente, e depois, o toque dos s***s roçando em seu peito. A excitação era crescente.
Ela montou sobre ele, esfregando lentamente a b***a empinada contra seu p*u já rígido por baixo da cueca.
— Gostou disso? — murmurou ao pé do ouvido. — Você ainda vai me implorar pra gozar.
Maria desceu pelo corpo dele com a língua, contornando o abdômen, até alcançar o cós da cueca. Com um movimento hábil, abaixou o tecido e expôs o p*u grosso, moreno e pulsante, que apontava com desejo. Ela sorriu. Tinha saudade daquela visão entre as mãos. Sempre que o via assim, se lembrava de como tinha sido difícil — e delicioso — aceitar aquele tamanho todo dentro de si. Ainda era.
Com delicadeza e domínio, ela segurou a base e começou a lamber a ponta, girando a língua com movimentos circulares, lentos. Depois, abocanhou devagar, sentindo o volume preencher sua boca enquanto os gemidos contidos de Heitor ecoavam no ambiente. Ela sabia provocar. Sabia até onde ir para manter o controle.
— Isso... assim... — ele soltou, mesmo vendado, sem conter.
Ela se afastou e deu um tapa, acompanhado de arranhões na coxa dele.
— Shhh... ainda não acabei com você.
Virou-se de costas, ajoelhou sobre ele e encaixou a posição revelada pela raspadinha. A carruagem era intensa. Ela, montada de costas, rebolava enquanto se olhava no espelho — a b***a empinada e suada, o corpo inteiro pulsando de desejo. Pegou então um vibrador de capinha azul, ajustou entre as pernas e encostou na própria b****a, enquanto sentia o p*u do seu marido entrar devagar.
— Isso... assim... me fode — gemia, com a voz rouca de t***o, enquanto a imagem no espelho mostrava sua expressão total de prazer.
A câmera filmava tudo. A mulher no controle. O homem rendido. O espelho como cúmplice.
Ela intensificou o movimento de quadril, pressionando o vibrador no c******s, enquanto sentia o p*u de Heitor entrando fundo. Com a outra mão, levou os dedos até o próprio ânus, estimulando devagar, lembrando de como gostava da dominação completa. A cada rebolada, um novo gemido escapava.
— Vai gozar pra mim, amor? — perguntou, arqueando o corpo e olhando pro espelho.
— Se você deixar...
Ela acelerou o vibrador e, com um grito abafado, explodiu num orgasmo que percorreu o corpo inteiro. Os músculos se contraíram, a b***a rebolou descontrolada, e ela quase caiu pra frente de tanto que tremia.
Heitor gemeu alto.
— Agora... você pode ver... — disse ela, tirando a venda dele.
Ao abrir os olhos, ele viu Maria virada de frente, ajoelhada, com o vibrador ainda em mãos, sorrindo de prazer.
— Goza pra mim. Quero ver você explodir.
Ela se afastou, pegou o celular e se posicionou em frente a ele, filmando o momento exato em que Heitor, ainda preso, explodiu num jato quente que caiu direto nos lençois e um pouco na lixeira ao lado da cama.
— Boa mira — ela brincou, rindo, enquanto desligava a gravação.
Soltou suas mãos e se deitou ao lado dele, ainda ofegante. O espelho mostrava os dois corpos colados, suados, saciados.
— Sentia falta disso... — disse ela, passando a mão no rosto dele.
— Eu também. E quero mais.
— Vai ter. A raspadinha ainda tem várias posições...