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ANTHONY

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Blurb

Ele é um Devasso incorrigível…

Será? 

De uma coisa eu sei, existe correção para tudo, inclusive para um Devasso cheios de convicções e medos.

Após ter uma perda irreparável, Anthony Lennox, pensou que o amor não era para ele e que de certa forma ele seria incapaz de amar e casasse um dia.

A culpa volta e meia o corroem, o fazendo temer não ser capaz de amar alguém, ele já amou alguém no passado, mas desde então nunca mais a viu.

Com um sorriso e um carisma de derreter qualquer coração, inclusive o de Raquel, que de igual modo havia se fechado para o amor.

Ela tem grandes motivos para não confiar facilmente…

 Anthony prende-se a medos passados, não só por si, mas acredita não conseguir fazer uma mulher feliz e nem cuidar dela, julga-se incapaz de o fazer.

Criou uma proteção à sua volta, tornando o seu coração inalcançável.

E partilhava do mesmo lema do primo Theodoro, ele podia pegar todas, entretanto se apegar não era uma opção. Nunca se envolveria e muito menos se apagaria…

Nunca?

Se uma coisa que aprendi na vida é que nunca se deve dizer nunca, Anthony…

 Não se apegava até conhecer uma baixinha…

Apelidada pelo seu primo de furacãozinho…

Que se chama Raquel, que ela era ora calmaria, ora furacão, ela era uma uma mulher imprevisível.

Ela é diferente das mulheres das quais ele conheceu, que se rendiam a ele. 

Ao invés de ceder aos seus encantos, Raquel foge…

Deixando-o perdido, por diversas vezes Anthony tenta esquecer aquela mulher ao qual viu uma única vez.

Por coincidência do destino, eles se reencontram…

 Ele se ver apaixonado por Raquel, todavia era complicado admitir que sentia algo por ela, ou teria de assumir que teria que sair da vida dela…

Ele não a merecia!

Por outro lado Raquel também carregava os  seus traumas, porém se apaixona por um homem a distância, digamos que era um amor platônico.

E sem ao menos esperar o destino lhe dar de bandeja a chance de ficar com ele, despertando um sentimento de segurança absurdo ao lado dele, depois de anos ela confia em um homem de novo.

Ambos vão se curar juntos e aprender que o passado serve de lição para um crescimento no futuro…

E que sempre estiveram destinados.

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O passado...
Quando finalmente pensei que a minha vida tinha tomado um rumo, pois dei um basta e havia deixado para trás um relacionamento de 4 anos que só me atrasava e afastava de mim pessoas a quem amo, eu estava tão perdido de mim mesmo que chegou ao ponto de eu me perguntar... Quem é o Anthony de verdade? Os meus princípios e amor-próprio acabaram, e eu vivia perdido num ‘looping’ sem fim, até que um dia reuni forças e tomei coragem de mudar, de soltar, deixar ir o que me trazia opressão... Foi quando a bomba explodiu no meu colo, me fazendo me sentir sem saída e incapaz de ser ou fazer alguém feliz. Eu devia os proteger e não os protegi... Há exatamente 12 anos, eu abria mão dos meus sonhos e as minhas convicções para viver a minha vida com uma mulher que aprendi a ter amor e afeto, na verdade, os meus sentimentos em relação a ela eram muito confusos, está mais para um carinho e cuidado, não sei definir o que sinto, apenas sei que tenho um senso de dever com ela devido ao meu bebê. Carinho? Como assim? Sim, porque não posso definir ou nomear que seja amor o que sentia, pois conheço o amor, vivia num lar onde vi de perto o que é o amor verdadeiro, vivido entre um homem e uma mulher, os meus pais vivenciaram isso todos dias, o que sentia por ela não chegou nem perto disso... Na verdade, eu defino que foi como uma necessidade e comodismo, do que necessariamente amor. Ultimamente tenho refletido muito sobre a direção que a minha vida tomou, sobre como mudei os meus conceitos e tive que amadurecer muito cedo, principalmente por ter sido pai aos 19 anos. Eu tinha acabado de ingressar na faculdade, estava cheio de sonhos e expectativas, eu já trabalhava por meio período na empresa do meu pai e do meu tio, ao qual trabalho até hoje, a Lenno-X Corporation, amo o que faço, desde novinho tanto eu como o meu primo fomos preparados para assumir as empresas, por mais que os Segno também tivessem muitos negócios, nos amávamos o ramo de Tecnologia Da Informação, então assumimos os negócios dos nossos pais. FLASHBACK ON Melanie foi minha primeira namorada, amor de adolescente, e nessa época eu era um pouco tímido como o meu pai, hoje me considero a dona Suellen todinho, desinibido e sem nenhum pouco de vergonha, mas no passado eu tinha o jeitão dele, eu era muito bobo, pois pensei que estava apaixonado por ela, eu tive fui abandonado por outra pessoa antes dela e ela apareceu na minha vida na época que eu esperava essa pessoa, eu estava carente e chateado, ela que deu em cima de mim todos os dias e praticamente se auto denominou a minha namorada, eu cedi e assim pensei que tinha me apaixonado perdidamente. Mas tudo virou um verdadeiro tormento, ela não aceitava o que eu gostava, as minhas lembranças boas e desdenhada dos meus esforços de tentar fazê-la feliz, porém na minha mente ela não fazia por m*l, primeiro ela conquistou a minha confiança como uma boa amiga, depois mudou e eu estava tão cego que acreditava que ela estava num dia r**m, ou até mesmo era seu jeito de ser, por diversas vezes briguei com os meus pais, pois eles tentavam abrir os meus olhos, ela não os suportava, minha mãe e eu sempre fomos muito unidos, porém Melanie tinha ciúmes do meu relacionamento com a minha mãe, ela fazia a minha cabeça contra eles, e eu nunca percebi isso, Theodoro falava constantemente sobre o assunto com o intuito de me alertar, então passei a notar, até que um dia eu cansei e resolvi pôr um fim na situação que já estava insuportável. Eu realmente via o esforço da minha mãe, ela se dedicava ao máximo para se aproximar Melanie, porém ela não suportava a minha mãe, que foi se cansando de tentar se aproximar. Sempre segurei as pontas, pois ficava dividido entre a minha namorada e a minha família, isso aos poucos foi me deixando saturado, óbvio que as escamas dos meus olhos foram caindo e eu fui observando quão m*l ela tratava a minha família. A minha família que no caso eram meus pais, tios, tias, primos e o meu primo Theodoro que é como um irmão para mim, não gostavam dela, na verdade, nunca gostaram, ela não fazia questão de se aproximar deles, do contrário, quando mais longe deles, era melhor, isso incomodava-me muito, por mais que eu gostasse dela, com um tempo viver em pé de guerra cansa... E eu já estava muito cansado. Theodoro que é um lord e sempre foi gentil com as mulheres, mesmo que algumas vezes elas não merecessem, a sua conduta sempre foi de um homem cortês, todavia com ela, o Theo simplesmente não fazia nem questão de sorrir quando a via, ele não a suportava e não fazia questão de esconder isso, confesso que isso me incomodava e até hoje me incomoda, ele não é meu primo, é o meu irmão… Era tão chato a situação que chegou ao ponto de não permanecerem no mesmo ambiente, se ela chegava, ele saia, o Theo que sempre foi brincalhão, na frente dela não ele era sério e fechado, nem um sorriso dava, Theodoro não é assim, ele não é muito de xingar com eu, porém com ela, ele não segurava a língua, então eu meio que evitava o encontro dos dois, e quando nos encontrávamos nós não mencionamos o nome dela, eu estava gradualmente me isolando da minha família e dos amigos. Um dia ele me contou que ela pediu para ficar com ele, e quando fui interrogá-la em relação a isso, ela disse que foi brincadeira, porém Theodoro, cortou relações com ela. Estávamos há cerca de um ano e meio morando juntos, e o nosso relacionamento estava desgastado, devido à personalidade egoísta de Melanie. Eu a presenteei com um apartamento perto do meu, éramos vizinhos, embora tivesse o meu apê, eu ainda ficava bastante tempo na casa dos meus pais, eu amo de verdade estar com eles, porém com a faculdade e o trabalho, ausentei-me um pouco, passeando assim a morar de vez no apartamento. Mesmo tendo onde morar, Melanie dormia no meu apartamento, e gradualmente ela foi trazendo os seus pertences, não percebi ao certo quando ela se mudou de vez, até que chegou o momento de estarmos morando juntos. Eu mimava-a muito, de joias a artigos de luxo, eu dava-lhe tudo que queria, nunca me importei com valores... Ela queria, eu dava, ela não era da mesma classe social que eu, embora a sua família vivia confortavelmente, eu sei que os privilégios que tive ela não tinha, então eu não negava nada para ela, realmente fiquei feliz em proporcionar-lhe conforto, embora seja bilionário, eu trabalho muito, eu amo o que faço, hoje ela vive melhor, ela sonha ser modelo, e já lhe deixei encaminhada para realizar os seus sonhos, e os da sua família também, paguei as dívidas da empresa do seu pai, e agora os vejo bem, e sinto-me bem por prover no que pude, para ele, a sua esposa e as suas duas filhas, eles são boas pessoas, tratam-me muito bem, faço de tudo para me dá bem com eles, queria que Melanie fizesse o mesmo esforço para ser assim com a minha família... Certo dia eu cheguei em casa, eu estava exausto, por conciliar trabalho e faculdade, era muito cansativo a minha rotina diária. Melanie estava na sala assistindo tv, cheguei e dei-lhe um beijo e fui até o meu quarto. Eu nunca gostei muito desse lance de dormir junto, portanto dormíamos em quartos separados, ela ficava muito chateada com isso no início, logo acostumou-se com o meu jeito, eu permanecia com ela até ela adormecer, só então eu ia para o meu quarto, demorou um bom tempo para que ela se acostumasse, mas enfim ela acostumou-se. Estou terminando meu banho, de olhos fechados e com as mãos apoiadas na parede enquanto a água caia sobre o meu corpo, ela entrou se esfregando em mim, como eu sempre gostei e muito de sexo, não neguei fogo, eu coloquei-a virada para parede e a deixei empinadinha para mim, descontaria o meu stresse e ficaria mais relaxado. — Empine-se para mim Melanie... Que eu vou te comer gostoso. Slep! Dei uma tapa forte na sua b***a, ela arqueou o corpo, gemendo, como uma safada, ela sabia que quando eu estava estressado, eu gostava de f***r, mas antes de tudo, o prazer de minha parceira, era a minha prioridade, verifiquei se ela estava molhadinha, a safada estava e muito, não pensei duas vezes, eu entrei de uma só vez dentro dela, forte e duro. Ela gritou com a invasão. — Ahhh, Anthony... A minha mão habilidosa alternava entre os seus s***s e o seu c******s, sempre fui muito generoso quanto a isso, só me permitia gozar, quando a minha parceira, já virara os olhos várias e várias vezes. Enquanto puxava os seus cabelos me dando acesso ao seu pescoço e ouvido, ao qual eu falava obscenidades, a ouvindo gritar de t***o, eu sou um homem de atitude, se quero, não faço muitos rodeios. — Goza sua safada! Slep! Dou uma tapa forte na sua b****a, e ela gritava que nem louca para eu a f***r mais rápido, sai todo e entrei de vez, repeti esse movimento algumas vezes, fazendo-a gozar, porém, eu não gozei, eu ainda estava duro, a virei de frente para mim e enrolei as suas pernas na minha cintura e a penetrei novamente, esmagando as suas nádegas nas minhas mãos enquanto chupava os seus p****s sem dó, a fodi freneticamente do jeito que eu gosto, gozamos juntos. Ela terminou o seu banho e saiu do banheiro, e eu fiquei ali terminando o meu banho. Era a mesma coisa de sempre… não havia sentimentos, apenas desejo e luxúria, pensando que não era assim que um relacionamento deveria ser... Eu estou fazendo sexo por fazer, óbvio penso no prazer dela sempre, entretanto sexo não é motivos para um relacionamento, faltava algo. Sai do banheiro pensativo... Porque eu me sinto dessa forma? A minha mãe disse que oraria para que um dia as escamas caíssem dos meus olhos. E por estranho que pareça, nesse momento foi como se as as escamas caíssem dos meus olhos e eu enxergasse com clareza, pois comecei a ver com clareza que a Melanie não era para mim, o seu jeito não se moldava ao meu, não tínhamos os mesmo ideais, só estávamos juntos por necessidade e comodismo. Não a toquei depois daquele dia, eu não tinha mais vontade e muito menos desejo, comecei a ver coisas que eu não via, certo dia a minha mãe mandou um vestido da nova coleção pedindo para que ela o vestisse, na festa da família, ela vestiu forçada, e durante a festa trocou-se mesmo as pessoas dizendo que ela estava linda no vestido, vi ela destratando a minha família, até os empregados, isso estava deixando-me confuso. Até que já fazia quase dois meses que não tínhamos mais nada e o nosso relacionamento já estava r**m, a vi se aproximar da minha família, mas já não gostava mais dela. Arrumei minha mala e pus no carro, só estava esperando ela chegar para lhe avisar que continuaria lhe ajudando a se manter, e que só não queria mais estar em um relacionamento. Depois de conversar com ela, ela parece em estado de transe, olhando para baixo, de repente ela começa a chorar enquanto me fala. — Anthony, você não pode terminar comigo. — Mas eu não te amo Melanie, não adianta persistir nesse relacionamento. — Estou grávida Anthony! — Ela me disse em prantos. Grávida... — O que? Como assim grávida? — Parece que bateram forte em minha cabeça, por alguns instantes fico, fora de órbita, o meu chão sumiu, enfim recobrei a consciência, e encho o meu peito de emoção, eu sempre sonhei em ser pai, e mesmo que eu não a ame, eu vou tentar amá-la pelo meu bebê. — Estou com 2 meses, Anthony. Sem pensar me abaixo a sua frente e beijo sua barriga e parece que os planos que eu tinha para o término, sumiram como neblina da minha mente e só via que agora eu tinha um serzinho para cuidar. — Oi meu bebê, você é muito pequenininho, mas queria que soubesse que eu sou papai, e estarei sempre aqui para você, ele vai cuidar de você e da sua mamãe.

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