Christopher Ver Dulce tratando uma criança com tanto carinho foi algo que me surpreendeu. E notar que ela estava mesmo se tornando alguém melhor me deixava ainda mais apaixonado por ela. Se a fúria em seus olhos já me atraía antes, a doçura que surgia me atraía ainda mais. Depois do fim do evento no orfanato, eu voltei para casa e me retraí antes de abrir a porta. O silêncio lá dentro era gritante e eu não imaginava o que ou quem esperar. Abri a porta devagar e entrei um pouco incerto. Christian estava no sofá e parecia concentrado em algum trabalho. Comecei a andar em direção ao meu quarto sem dizer uma palavra. — Não vai conversar comigo? — ele me encarou. — Eu deveria? — perguntei sem jeito. — Cara, eu sou o seu melhor amigo. Com quem mais você vai desabafar? — relaxei e s

