Dulce Engoli qualquer vestígio de choro que ameaçava aparecer. Tentar ser justa com os meus sentimentos foi uma ideia i****a e o resultado foi bem pior do que eu pensei que seria. Ele não era pra mim e eu não era pra ele. Não posso ficar com essa ideia estapafúrdia de que por um milagre do destino nós pudéssemos ser compatíveis. Terminei de pegar minhas coisas e saí da empresa. Mas não fui almoçar, como era previsto. Dirigi até o orfanato com o intuito de estar em um lugar que me trouxesse um pouco de paz, como senti da última vez em que estive ali. Toquei a campainha e não demorou muito para a porta ser aberta e justamente pelo pequeno Bernardo. Ele usava um pijama e parecia um pouco abatido, mas abriu um largo sorriso e me deu um abraço apertado assim que me viu. — Que bom te ve

