Dulce Na manhã de domingo, eu dirigi até o endereço que Angelique havia me passado. Parei em frente à uma mansão de três andares e dei uma última olhada antes de sair do carro. Os portões do jardim estavam abertos, então eu andei até a porta de entrada e toquei a campainha. Uma senhora de meia idade que parecia ser a governanta abriu e sorriu gentilmente ao me ver. — Bom dia, no que posso ajudar? — perguntou. Antes que eu respondesse, três crianças passaram correndo apressadamente pela porta, quase me derrubando. Olhei para o jardim, onde eles riam e corriam. — Ah, essas crianças! — exclamou a senhora. — Por favor, queira entrar. O convite me soou estranho. A mulher m*l sabia quem eu era e me deixa entrar? Sem questionar, eu a acompanhei até a sala de estar. O espaço era gran

