Capítulo 21

1068 Words
O tempo parece parar ao nosso redor enquanto nos perdemos no turbilhão de sensações. Cada toque, cada carícia, nos aproxima um passo do clímax desejado, elevando nossas almas a um estado de êxtase puro e absoluto. Suas paredes vaginais estrangulam o meu pênis, o que faz com que ela perca a cabeça e me atire até que não reste nada de mim. Então, intrometo-me em sua b****a, xingando entre os dentes e sem usar proteção. No entanto, o prazer de sentir sua carne com a minha é único e único. — Lamento a brutalidade. — sussurro no pescoço, ponho um beijinho, ele estremece nos meus braços. — Estás bem? — vira a cabeça para o lado e vê-me com cautela. — Agora é quando você se torna um i****a e diz algo e******o porque não sabe controlar o que acontece? — levanta uma das sobrancelhas. Eu n**o com um sorriso, tentando esconder a complexidade das minhas emoções por trás de uma fachada de tranquilidade. É difícil admitir, mas a Samantha tem razão. Meu comportamento em relação a ela tem sido errático, flutuando entre momentos de ternura e carinho, e outros de raiva e ressentimento. É como se você estivesse preso em um turbilhão de emoções conflitantes, incapaz de encontrar o equilíbrio certo. Não sei como controlar o que sinto por ela. É um amor-ódio que me consome desde o momento em que fiz a proposta de casamento para salvar sua herança. Desde então, minha vida se tornou uma montanha-russa de emoções, com Samantha como o epicentro de todas as minhas tempestades internas. Por um lado, sinto uma conexão profunda com ele, uma atração que vai além do físico. Há algo em seu modo de ser que me fascina, que irremediavelmente me atrai para ela. Mas, ao mesmo tempo, também há momentos em que me desespero, quando a presença dele é insuportável para mim. É um dilema do qual não posso escapar, uma encruzilhada na qual estou preso há muito tempo. E embora eu tente encontrar uma solução, uma saída para essa situação, sei que a resposta não será fácil de encontrar. Porque quando se trata de Samantha, nada é simples ou previsível. — Não, agora é quando eu penso em como sair do problema. — sua carranca enruga um pouco. — Eu não sou um problema. — refuta, mexendo nos meus braços. — Eu pressiono-o contra o meu peito. — parti a cara do teu ex, lembras-te? — a cara dele empalidece. — Devia chamar um advogado, se você quer que eu permaneça seu noivo. — acena fervorosamente. — Obviamente, sim, também o fizeste para me defender. — sorri para mim de uma forma calorosa, algo incrível vindo dela. — O pai tem o melhor. — Embora pareça uma boa ideia para ela, não para mim. — Samantha, seu pai vai me matar. — Eu saio de seu interior com cuidado. — Ele odeia esse tipo de coisa, seu sobrenome não pode estar envolvido em escândalos de mídia, é um homem de negócios. — Eu lembro-te. Procuro uns guardanapos de papel no bolso das calças e dou-lhes, ele começa rapidamente a acomodar o seu vestido, limpa-se com a mesma velocidade, tudo em silêncio, pensando, ou melhor, planejando algo em sua mente e é quando você tem que temer com isso. — Eles vão levá-lo para a prisão. — Sento-me em silêncio, acomodando o que me resta de roupas. — Bem, eu estarei com você. — franzir a testa e negar. — Eu vou, não importa como, mas vou fazê-lo. — bufa, passando por mim e pressionando o botão do elevador. As palavras de Samantha ecoam em minha mente, causando um turbilhão de pensamentos e emoções contraditórias. Desde quando queres estar ao meu lado? Ou é apenas uma estratégia desesperada para evitar as consequências das minhas ações? Com isso, você nunca sabe. Samantha é imprevisível, como um tsunami que pode acabar com tudo em seu caminho. O elevador finalmente começa de novo, puxando-nos para fora do limbo em que estávamos presos. Deixa-nos no rés-do-chão, o lugar onde tudo começou, onde as minhas ações desencadearam uma série de eventos que ainda não acredito terem acontecido. Lembro-me claramente do momento em que confrontei Theo, deixando minha raiva tomar conta de mim e terminar em um confronto físico. Foi um ato impulsivo, alimentado pelo desejo de proteger Samantha, mas agora enfrento as consequências de minhas ações. Embora eu não me arrependo de nada. — Samantha, você se comporta, não faça nada e******o que possa prejudicá-lo. — pediu para ver três policiais esperando por mim. — Basta pegar um advogado se quiser… Ei, o que está fazendo? — empurrou o policial a tentar tocá-la. — Não toca nela ou não respondo por mim. — Você não pode me ameaçar. — rosna o i****a com um crachá. — Ela é minha noiva, e ela não fez nada, eles me procuram, certo? — são vistos entre os três. — Procuramos por ele, não por ela. — assegura um, aquele que tem mais anos e mais posição na força. Por mais que a polícia tente colocar as mãos em mim, Samantha fica no caminho, agindo como um escudo, agarra a minha mão e tenta deixá-la ir, coisa inútil, já que aperta mais os dedos. Eu olho para ela esperando por uma resposta e tudo o que eu tenho é um olhar de superioridade. Agora a mulher que eu odeio aparece, aquela que sabe como usar seu sobrenome. — Sabe quem eu sou, i****a? — a policial observa-a com severidade. — Não que tenha nascido dez vidas terá a fortuna que tenho, nem o poder que carrego nas minhas veias. — é o berço de ouro caprichoso, eu concordo mentalmente. — E ninguém toca no meu noivo e ele está ileso. — Eu até acho que ele me ama com suas palavras. — Tire-o, mas lembre-se deste rosto, será o último que você verá antes de dirigir pinguins no Alasca. — piscar perdido por essa ameaça. Ela me liberta com grande esforço, só a polícia não faz a ameaça de me agarrar, mesmo que eu não me oponha, desde que não a toquem. O policial mais encarregado é bufa e é ele quem pega meu braço. Eu não gosto do olhar de Samantha, ela se torna brilhante e eu acho que ela vai chorar, mas como eu disse a Theo: ela é muito forte para mostrar fraqueza.
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