Enri Albartelli
A vida de presidente não tem dias faceis, entre reuniões e conferências, leituras de contratos, negócios, no final de expediente Elton chega me arrastando pra uma boate, estou louco pra t*****r chegar em casa aliviado ao chegar na boate. — Somente você pra me lembrar o que é viver Elton, juro que com o cansaço que estou sentindo. — Gargalhou a minha frente, seguimos andando. — E a vontade de pegar a primeira que surgir a sua frente t*****r sem culpa e nem mesmo saber o nome no dia seguinte Amigo?
Ri lhe seguindo, a boate ainda não estava cheia, para uma sexta-feira a noite, ainda com o movimento fraco. — Acredito que farei isto, por enquanto apenas uma bebida me salvaria. — Assentiu apontando pra o bar. — Vai beber o que? — Virei-me olhando em volta. — Uisque, duplo e sem gelo pra começar. — Apenas assenti, foi em seguida fiquei sozinho a procura de uma mesa, Assis encontrou uma, peguei meu celular olhei as mensagens, respondi algumas até olhar para o bar e não vê-lo.
Olhei alguns transeutes, algumas mulheres andavam e conversavam, a música estando intensa, deixei o assento vazio, andei em direção ao bar com o meu assistente a tira-colo. Caminhei olhando em volta até sentir um leve corpo ser encontrado ao meu, pela leveza não me importei. As mulheres bem interessante, luxo padrão tipo A,algumas conhecidas outras não. — Com licença por favor. — A voz baixa, tênue, me fez olhar para a mulher de voz solicita, a olhei de rosto sério, pele morena, cabelos castanhos cacheados, o rosto pequeno, angelical, os lábios carnudos pintados de vermelho, formando um bocão desejavel, o clarão da luz me fez apreciar a sua beleza no salão escuro, mas os seus olhos negros me fizeram desejar mais.
Pequeninha num vestido vermelho com dobras, os s***s saltando do decote. — Senhor por favor — A música ao fundo me impedia de ouvi-la corretamente, a encarei na escuridão do lugar, seu jeito delicado me fez desejar ter uma rosa para lhe presentear, o que uma fada faria numa boate? Me perguntei, delicadinha, até sentir seus dedos finos pequenos em meu braço, a mão pequena macia m*l pude sentir por cima do tecido da minha blusa.
Ao passar por mim indo embora, segurei o seu braço, olhei em seu rosto afim de contemplar a sua beleza, sua delicadeza angelical, não era vontade de t*****r, de desfazer todo aquele brilho delicado. — Enri. — Não virei o rosto pela primeira vez ao chamado de Assis. Mas ela soltou-se da minha mão, e eu a deixei ir. — Enri ali esta ele, posso chama-lo. — A observei indo em meio as pessoas que ia e vinha.
Neguei. — Enri porque não me esperou na mesa. — Lhe vi conversando com uma loira, que falava com um homem no bar. — Onde estava? — Perguntei a Elton que riu. — Nem disfarça cachorrão, já está babando por uma garota. — Virei-me para olha-lo, ao ver uma mesa vazia seguimos pra ela. — Só tive a sensação de que lhe conheço de algum lugar. — Peguei o uisque virei na boca, olhando as duas de pé. — A senhorita Moraes trabalha na empresa Enri, não a conhece?
Olhei para Assis desta vez. — Trabalha quem é a Moraes é a morena? — Negou a pergunta, a olhei de pé conversando com a amiga até que me encarou séria, ficamos nos olhando em curto período de tempo. — A loira, é arquiteta. — Teimosa o suficiente pra me desafiar com os olhos. — Penso que ao invés de ficarem se comendo com olhos, seria mais vantajoso fazer isto sem roupas, Enri. — Desviei os olhos dela, não era bem por este lado. — Acha que eu devo ir até ela? — Sorriu bebendo o uisque.
— Com certeza, vai lá cara. — Levantei confiante, ficou me olhando, ambas me olharam, a loira dançando com o copo na mão, até que ela bebeu do seu, quis ser o drinque em sua boca, sorri ao me aproximar. — Boa noite meninas. — As cumprimentei, a loira deslizou a mão no cabelo ao me ouvir. — Boa noite senhor Enri, tudo bem? — Assenti, voltando a minha atenção ao meu alvo. — Boa noite senhor.
A sua voz veio macia, olhei em seus olhos negros, olhando em volta até que voltou a atenção pra mim. — Sozinha? — Piscou ambos os olhos ao me ouvir, notei seus cílios longos, sorriu fraco. — Não, com a minha amiga, olha ela é uma fanática pelo senhor. — Arqueei a sobrancelha, vendo meio sorriso em seus lábios, me aproximei mais um pouco devido ao som, era a desculpa apesar de ter escutado. — E você? — Negou a recuar. — Não, eu apenas sou os ouvidos que escutam as fantasias dela com...
— Eu posso realizar todas as fantasias com você hoje a noite — Fui direto, olhou em meus olhos abrindo a boca ao meio. — Comigo? — Assenti ao ouvi a sua pergunta, sorri largo ao ter experiência no assunto. — Oh não o senhor deve estar enganado, eu falei da... — Ao virar-se para a amiga, que já não estava mais a seu lado. — Indi, Indinara? Onde ela foi? — Procurou confusa em volta. — Porque não conversamos um pouco?
Suspirou fundo. — Olha, cafa... senhor Albartelli, o senhor entendeu errado, eu não tenho interesse nisso. — Explicou meio irritada, aproximei-me ainda mais curioso por hora.
— O Que seria isso ? — Mordeu o lábio me olhando. — O que seria isso? — Perguntei a mulher que mostrou um desejável morder de lábio inferior, me olhando, aproximei-me lentamente ao seu rosto, desejei seu beijo, segurei a sua nuca, passei a minha barba em seu rosto. — O que esta fazendo? Oh não, eu não.— Deslizei a minha boca na sua, os lábios quentes, a pele também, até sentir as mãos em meu peito, ela ainda segurando a bebida numa delas.
— Senhor Albartelli eu não posso. — Olhei em seus olhos fixos aos meus, o sussurro veio baixo, o perfume diferente doce e floral. — Podemos conversar neste caso. — Sorriu fraco a minha frente. — Não tem como conversar com o senhor com a sua boca na minha. — Arqueei a sobrancelha vendo que terei que recuar sem beijar a sua boca. Negou me olhando sem ao menos ouvir o que eu teria a dizer, iria pedir um beijo, louco pra provar da sua boca, mordi o meu lábio inferior, tendo certeza que ela não resistiria aos meus encantos. — Eu... eu vou procurar a minha amiga.
Saiu fugindo pelo salão, olhei para os seus passos apressados pelo lugar, até desaparecer na multidão, voltei a mesa. — Pelo visto o charme de Enri Albartelli não é o mesmo. — Suspirei fundo, parece que não. — A garota tem namorado, e é muito nova pra mim. — Elton gargalhou, me entregando outro uisque. — Não foi o que me pareceu a pouco, pelo menos se eu fosse seu namorado não a deixaria sozinha. — Comentou.
Abri o braço ao afirmar que nem eu, mas ambos riram.— Canalha, depois de Elisa, você nunca pensou em namorar alguém, Enri, só iria desfrutar a garota. — Bufei, meu problema se chama, Elisa Neres, um metro e setenta de altura, loira, magra, linda, e uma bela dor de cabeça pra relembrar, me deixou uma semana antes do casamento por si apaixonar perdidamente pelo seu agenciador.
— Não pensei, mas vai que... — Não me deixaram falar, por um instante pensei que poderia ser ela, mas sempre é assim com todas. Pensei que seria pra sempre com Elisa, mas não foi. Um dia acabou, teve fim antes do começo, junto com o fim veio mentiras, decepções. — Vamos caçar outra, a selva esta florida amigão. — Olhei em volta, havendo algumas mulheres peculiares no lugar.
— Odeio quando se referir aos lugares desta forma, me faz sentir como... — Comento sendo interropido em seguida.
— Um alce? Somos animais racionais, mas somos.— Suspirei olhando em volta, voltei a cadeira novamente, bebemos até conhecer Júlia e Luiza, Assis por ser casado voltou pra casa cedo. Sentando em minha perna, num vestido branco curto, Júlia roçou em minha coxa enquanto beijou a minha boca, minha ereção desenfreada aumentou quando a sua mão o tocou por cima da calça.
Senti a sua lingua na minha, trocamos alguns beijos até que ela foi para a pista de dança, sentei-me em outra cadeira vendo o seu espetáculo, o vestido branco não era adequado pra o lugar, o tecido num formato quadrado, sem alça pontudo nos s***s, com os cabelos loiros compridos ela ia até o chão, rebolando com um dedo na boca, olhei em volta, vi de longe a pequena fada, dançando passos ritmicos com a amiga que dançava como louca e flertava com um rapaz.
Outro homem a cercou, tentando dançar juntos,ela apenas recuou negando, enfiou a mãos dividindo os cabelos de lado negando enquanto ele insistiu, ao segurar o seu rosto, ela com os dois copos na mão, tentou recusar o beijo, que denunciará alguma i********e, ele lhe beijou me fazendo ferver o sangue em todo o meu corpo, até que lhe vi para no meio, negando sem parar. — Enri? Enri. — Voltei a minha atenção a mulher a minha frente.
— Vamos? — Assentiu, olhei para a pista mais a frente, lhe vi bebendo a bebida segurando a outra. A mão segurou o meu queixo, sentir os lábios encontrarem a minha boca, estou acostumado a ter tudo que eu quero, quase tudo, não lhe dá um beijo como eu queria foi frustante, apesar de ter uma boca na minha, me beijando de pé no meio da boate, louco para t*****r depois de um dia estressante entramos no carro aos beijos.
Seguimos para o motel, no carro, a mulher abriu a minha calça, começando um boquete delicioso, freei no motel louco pra continuar no quarto, subimos para o quarto fomos direto para hidro, lhe peguei de quatro na banheira, lhe chupei fazendo um longo oral, até escuta-la gemer alto, estremecendo seu corpo, coloquei o preservativo. Lhe penetrei, a noite não foi longa como as outras.
Após duas transas, me vesti, sair lhe deixando dormindo na cama redonda, paguei a conta, segui para casa. — Porque desde que o seu carro chegou as nossas terras, senti um cheiro de motel, Enri? — Sorri ao escutar a minha mãe. — Porque eu estava em um? — Soltou bufo entre lábios. — Seu pai perguntou por você. — Ignorei ao subir as escadas, ao escutar seus passos respondi. — Ele não tem o meu número?
— E você atende pelo menos Enri? — Não respondi caminhei em direção ao meu quarto, tomei um banho, peguei o computador, olhei as mensagens do e-mail, conferi cada um enviado, até olhar o que Simone me enviou, as documentações da contrução do Aplhavile estão prontas, isso significa que já podemos começar. Estava pronto para dormir quando o celular tocou sobre a comoda, peguei olhando o nome de Elton. — Não vai me dizer que esta perdido a minha procura. — O som ao fundo era alto.
— Advinhem que esta comigo, louca pra ir logo ao motel? — Arqueei uma das minhas sobrancelhas, não fazendo ideia de quem fosse. — A loirinha, amiga da sua recusa — Ri pondo a mão na boca. — Cara esta garota tem cara de problema. — Riu de mim, — Tenho que ir, Enri caso queira saber, a sua amiga acabou de levar um perdido. — Desligou de imediato, olhei em volta curioso pela garota, coloquei calça, camisa, sapato de casa.
Sai de casa, entrei no carro segui até a boate, cheguei ao estacionamento ao parar o carro, lhe vi indo a um carro vermelho, como o seu vestido no estacionamento. — Oi? — Virou-se me olhando, a cara de decepção ao me ver. — Ah é você. — Assenti, estendi a minha mão, sem entender porque adiei a minha noite de sono por uma mulher. — Prazer...—Bufou entre lábios, parecia alterada. — Eu sei perfeitamente quem é você, deslizou a mão entre o cabelo jogando pra trás.
— E? — Deu de ombros. — Não costumo ir pra cama com desconhecidos só pra ganhar vantagens. — Prendi meu lábio inferior ao escutar a sua queixa. — Como? — Sai do carro para entendê-la, apenas desmaiou corri para pega-la,pelo cheiro que veio do seu corpo, exagerou na bebida. Franzi o cenho ao olha-la, seu semblante tão calmo, tranquilo enquanto dormia talvez, lhe levei ao carro, fechei o seu.