Bruna andava de um lado para o outro na sala de espera da delegacia. Seu corpo cansado pedia descanso, mas a mente estava em alerta total. O policial que a atendeu havia lhe dado água, mas m*l trocara duas palavras depois. Tudo era silêncio e tensão.Ela sabia que seu pai estava a caminho. Sabia que ele não viria sozinho. E sabia que, para ele, salvar a filha significava aniquilar quem estivesse pelo caminho — incluindo Rodriguinho. O peito de Bruna apertava com essa certeza. Ela precisava agir. Antes que fosse tarde demais. O som das viaturas ecoou pela cidadezinha. Bruna correu até a janela. Pelo menos oito carros, homens armados com fuzis e coletes. No meio deles, saindo de um SUV blindado, estava ele: coronel Geraldo Fernandes. Seu pai. O homem de expressão dura, postura de g

