Nós Dois Vamos

3563 Words
- Tranquilo, vou querer saber de todos os detalhes desse sonho depois. - Continuou fazendo leves carícias em meu joelho, e eu estava a ponto de explodir, pois a minha b******a não parava de pulsar. Então para acalmar os nervos, eu respirei fundo e agradeci mentalmente por ele ter tirado a mão, e olhando para o relógio. - Eu acho que ainda dá tempo de nós passarmos na padaria para tomar um café, já que ainda vai dar 6:40. E ai vamos nessa? - Sim, pode me levar pra onde você quiser. - Mordi o lábio inferior. - Nossa! Sério? - Concordei com a cabeça com um sim enquanto continuava lhe encarando. - Cuidado que você está brincando com fogo, menina, se soubesse realmente para onde eu quero te levar, não estaria falando isso. Sorriu malicioso, e isso foi o motivo para eu querer pular em seu colo e me esfregar só pra aliviar o t***o, mas infelizmente eu não podia fazer, tinha que me controlar e não me deixar levar pelos impulsos carnais, por isso eu tratei de fechar bem as pernas para passar. Ai, meu Deus! O que está acontecendo? Por que eu não consigo me controlar toda vez que eu estou perto desse homem? - Eu sei para onde você quer me levar, não sou boba. - Pisquei - Morena… Morena… Você é fogo… Tô me surpreendendo com você a cada dia. Só que o único problema que nos impede, é esse seu namoro, que infelizmente você não resolve. Mas tudo bem, eu espero o tempo que for preciso, mesmo que o desejo por você seja insano e perturbador, eu consigo esperar mais um pouco, só que eu não sei se irei aguentar por muito tempo, vou ter que ser muito forte, ou fazer uma coisa que eu não quero, que é me afastar de você, enquanto não se decide. - Realmente ele não brincava em serviço. - Como tem tanta certeza, que eu estou interessada em você? Às vezes pode ser apenas uma atração por você ser um homem bonito e atraente, não é? Eu ainda continuava confusa, e ao mesmo tempo dividida infelizmente. - Ah, é? Então, eu não descarto essa possibilidade, mas ao que tudo indica é a primeira opção. - Você não é nem um pouco convencido. - Ri. - Só um pouquinho. - Riu. - Mas é sério, você está dando sinais claros de que está interessada em mim, por isso que eu estou insistindo, e porque eu gostei muito de você, e pra ser exato, você tem quase todas as características da mulher que eu venho procurando há três meses, entendeu? - Observei ele olhar outra vez para o seu relógio. - Eita! Já vai dar sete horas. Gatinha, infelizmente não vai dar para tomarmos café na padaria, devido ao horário. - Tudo bem, sem problemas, eu trouxe a minha maçã. - Ele riu. - Espera um pouco... - Não acredito que ele iria... - Observei ele pegar a carteira no porta luvas do seu carro, e tirar uma nota de cinquenta, e em seguida me entregar. - Esse dinheiro aqui é para você lanchar no colégio. - Noah, não precisa! Eu trouxe maçã, e tem as meninas que trazem lanche, eu posso muito bem pegar com elas. - Por favor, gatinha não faz isso, aceita vai? - Tudo bem, eu aceito, mas com uma condição. - Qual? - Que você desconte do meu salário. - Nem pensar! Será muita s*******m da minha parte se eu fizer isso. Agora para com essa história, e aceita o dinheiro. - Ok, já que você insiste. Peguei o dinheiro da sua mão e guardei no bolso da calça, e logo após ver ele ligar o carro e sair, eu fiquei observando-o de soslaio enquanto dirigia. Comecei a reparar em cada detalhe do seu rosto, inclusive a barba por fazer, e involuntariamente imaginei coisas das quais me excitou outra vez, por isso eu resolvi dissipar esses pensamentos, e comecei a olhar pela janela do carro, observando o rio que passava no meio da cidade, enquanto ele atravessava a ponte. - Tchau, linda! Boa aula pra você. - Disse logo após estacionar o carro em frente ao colégio. Depois encostou os lábios no meu rosto, e por incrível que pareça eu não me surpreendi com esse ato carinhoso, já que estava esperando isso da parte dele. - Muito obrigada pelo dinheiro, e também pela carona. Até mais. - Também retribui o seu beijo. - Até, minha linda. Assim que tinha acabado de sair do carro, eu olhei para o lado vendo as meninas entrarem na rua do colégio, por isso eu saí correndo igual um foguete até a entrada, pois eu não queria que as duas me vissem com o patrão. - Bom dia, Lindy! - Bianca disse logo após ter se aproximado de mim no corredor que dava acesso à nossa sala. - Bom dia, Bianca! - Também a cumprimentei, sentindo as mãos da Giovanna sobre o meu ombro. - Chegou cedo hoje, veio com o Arthur, não foi? - Bianca perguntou. - Não, vocês sabem que eu não posso contar mais com o Arthur. Então, cheguei cedo porque vim com o meu pai. - Menti. - Ah, sim. - Bianca respondeu enquanto nos aproximávamos da nossa sala. - Você fez a atividade de matemática que a professora passou para casa? - Gio perguntou logo após entramos na sala, e acomodarmos em nossos respectivos lugares. - Ih, caramba! Infelizmente eu não tive tempo de fazer. - Falei. - Nem eu. - Olhamos juntas para Bianca que estava tirando o caderno da sua mochila. - Bianca, você fez a atividade? - Fiz. - Então empresta para nós. - Ela entregou o caderno para mim. - Obrigada amiga! Te amo! - Dei um beijo no seu rosto. Depois disso as aulas seguiram normalmente e na hora do intervalo eu comprei um salgado com uma coca, e sentei na quadra junto com as meninas vendo alguns vídeos aleatórios no reels do insta. Mais tarde, logo após as aulas encerrarem, eu decidi ficar mais um pouco no colégio, e mandei uma mensagem para Noah dizendo para ele atrasar, já que as meninas queriam que eu as acompanhasse até a lojinha de roupas que tinha aqui perto. (...) - Boa tarde, Noah! Desculpa te fazer esperar muito, é que as meninas ficaram me prendendo lá na loja. Aí já viu, a vendedora amou o meu corpo, e me fez de manequim de provas, é que ela disse que quase todas as roupas da loja couberam perfeitamente em mim. Contei a Noah logo após entrar no seu carro, tentando recuperar o fôlego, já que eu tinha corrido bastante para chegar aqui. - Mas ela tem toda razão, você é linda. Deveria ser modelo, sabia? - Exagerado! Reparei no seu sorriso cafajeste, e também em seu cabelo que estava um pouco úmido, e automaticamente desci o meu olhar reparando o seu tórax que estava sendo coberto por uma regata branca, e depois na bermuda azul da qual ele estava usando. Que homem lindo é esse, meu Deus! - Não é exagero, eu só estou falando a verdade. Ah, e essa boca! Meu Deus! Não tinha como não ficar excitada com um homem gostoso igual a ele. - Eu não quero parecer intrometida, e nem muito invasiva, mas você vai para algum lugar depois que me deixar em casa? - Eu não, nós dois vamos. - Me encarou com uma certa profundidade. - Nós! Como assim? Questionei totalmente perdida, já que eu não esperava por essa. Realmente esse homem não parava de me surpreender. - Você gosta de praia? - Sim, mas eu estou sem nada aqui, e nem vim preparada. Além de estar com um pequeno probleminha - Que probleminha? Talvez eu possa te ajudar. - Então... - Desviei o olhar do seu, olhando para baixo, e em seguida voltei a olhá-lo novamente. - É que meu OB acabou. - Senti meu rosto esquentar. Com certeza eu deveria estar igual a um pimentão vermelho de tanta vergonha. - Ele riu. - Sem problemas, nós paramos em uma farmácia e compramos. - Obrigada! Depois que eu coloquei o cinto de segurança, e ajeitei o meu cabelo que estava preso em um r**o de cavalo, observei Noah ligar o carro e sair. Durante o percurso, eu o vi pegar a rodovia que dava acesso ao trevo de Cachoeiro, e olhando pela janela, senti o vento bagunçar ainda mais o meu cabelo, enquanto um cheiro de perfume masculino agradável invadiu o ambiente. Então resolvi olhar para Noah e vi ele totalmente concentrado no volante, e achei estranho ver ele tão quieto, será que ele estava arrependido de estar me levando com ele? Bom estranho ou não, eu virei o corpo para o lado, e decidi fechar os olhos, pois eu aproveitaria para tirar um cochilo até chegar à praia. - Lindy, quando chegarmos em Marataizes, eu passo na farmácia para comprar o OB pra você. ok? Fui despertada do meu breve cochilo com a sua voz rouca e sexy. - Sim. - Esfreguei lentamente os olhos logo após abri-los e olhei para ele logo em seguida. - Estava dormindo? - Assenti. - Cochilando. - Falei. - Ah desculpa, minha linda, vou deixar você descansar. Ele passou a mão no meu ombro de forma carinhosa, e em seguida voltou a focar na direção. Depois de um tempo, eu acabei pegando no sono, tanto que eu acabei tendo um sonho super real onde uma mulher aparecia grudada no pescoço de Arthur, e os dois estavam bem íntimos. Estranho ou não, eu acabei sendo despertada pelas leves carícias que Noah estava dando no meu rosto. - Gatinha! - Quê? - Acabamos de chegar em Marataizes. Vamos lá comprar o seu OB. - Aham. - Concordei vendo ele tocar o indicador na ponta do meu nariz. Observei ele abrir a porta do carro, e em seguida fiz o mesmo seguindo-o até a farmácia. Depois que compramos o OB, nós voltamos para o carro, e ele foi me explicando sobre o mar da praia central, no qual estávamos passando, que tinha chocado diretamente com a Avenida Atlântica, destruindo até partes do calçadão de concreto. No entanto, no ano de 2008, o Governo Estadual iniciou uma grande e ousada obra para a recuperação da praia central de Marataízes. - Nem eu sabia dessa história, já ouvi falar sobre isso, mas não tão concreto como agora. - Claro, você era uma bebezinha. Ele apertou a ponta do meu nariz, e eu apenas sorri vendo ele se concentrar novamente no volante. Levamos exatamente quarenta três minutos para chegar a Piuma. Tinha vindo aqui apenas uma vez, quando eu ainda estava cursando o nono ano do fundamental. Logo após ter saído do carro, senti o sol quente bater na minha pele um pouco clara, e a brisa marítima bagunçar meu cabelo que agora estava solto, pois durante o caminho eu resolvi soltar ele já que o r**o de cavalo começou a incomodar um pouco, porque assim ficaria mais confortável para eu reclinar a cabeça na poltrona. - E aí já veio aqui alguma vez? - Ele perguntou, logo após ter se aproximado de mim. - Vim uma vez em um passeio do colégio, mas já faz um tempo. - Me encarou do mesmo jeito intenso. - E aí, está com fome? Abaixei a cabeça, devido a minha barriga ter roncado um pouco. Ai, que vergonha! Já não basta a situação do OB, agora essa. - Que gracinha! - Riu logo após eu voltar a encará-lo. - Ficou toda vermelhinha. - Não precisa ficar com vergonha lindona, é pra falar mesmo. - Apertou a pontinha do meu nariz. - Tudo bem, eu estou com fome, sim. - Então vamos lá no restaurante almoçar. Apoiou os braços no meu ombro, enquanto eu o abracei pela cintura, e depois nós atravessamos a avenida, caminhando até um restaurante com uma fachada muito bonita, e assim que entramos, reparei em cada canto daquele ambiente, vendo que tinha algumas mesas ocupadas, e outras vazias. Então logo após pegar o meu prato e caminhar até o balcão, como Noah disse, eu coloquei um pouco de cada coisa nele, inclusive a moqueca capixaba da qual eu tinha comido uma vez na casa da tia Nádia, e amado. - E ai está gostando do passeio? - Perguntou logo após sentarmos em uma mesa, que ficava em um canto bem afastado de tudo. - Estou amando tudo, muito obrigada! - Falei após levar um pouco da moqueca até a boca. - Não precisa agradecer, você merece isso tudo e muito mais. Continuei mastigando a comida, enquanto encarava ele que agora tinha cortado o pedaço de carne e levado a boca logo em seguida. Depois de ficarmos um bom tempo trocando olhares, enquanto degustávamos a comida, eu peguei o guardanapo, para limpar a boca que estava um pouco suja, devido a moqueca. - Quer alguma coisa para beber? - Perguntou logo após terminar de dar a última garfada na comida. - Sim, uma coca, por favor. - Ok! Então vou lá buscar. - Ele disse logo após levantar, e tocar no meu ombro de forma carinhosa. - Aham! Respondi vendo ele andar até o outro lado do restaurante, e minutos depois voltar não só com uma garrafa de 600 ml, mas também segurando uma rosa vermelha na sua outra mão. Me surpreendi quando ele colocou o refrigerante sobre a mesa após se aproximar, e logo em seguida me entregar a rosa. - Uma rosa bonita e delicada igual a você. - Peguei a rosa de sua mão, e a levei até o nariz inalando o cheiro que era bem agradável. - Muito obrigada! Pelo visto você não se cansa de me surpreender. - Nunca. - Ri cheirando a rosa novamente. - Vou esperar você terminar de comer, para irmos. - Ok! Respondi logo após ter colocado um pouco de coca no copo de plástico que Noah tinha trazido junto com a garrafa. Depois que acabei, eu acompanhei ele até o caixa, e observei o próprio tirar o cartão de crédito da sua carteira e aproximar da maquininha. Já do lado de fora, eu senti novamente os raios solares esquentarem minha pele, juntamente com a brisa marítima que bagunçava ainda mais o meu cabelo. Sorte que hoje ele estava bom, porque se fosse em outros dias com certeza estaria todo cheio de frizz. Após colocar os pés na areia quente da praia de Piuma, eu me lembrei que infelizmente não poderia entrar no mar, já que eu não tinha trazido outra roupa a não ser essa da qual eu estava vestindo. - Noah, tem um outro probleminha. - Qual? - Ele virou o rosto para me encarar, já que o próprio estava indo na frente. - Infelizmente eu não vou poder tomar um banho de mar, já que não trouxe biquíni. - Ele riu, enquanto se aproximava de mim. - Bom, eu comprei um biquini para você, não sabia o jeito que você gosta, mas acho que vai servir. - Sério? - Agora eu estava super surpresa com ele. Ele me mostrou o biquíni e era lindo, eu havia adorado. (...) - Nossa! - Exclamou logo após eu ter saído do banheiro do quiosque do qual eu tinha me trocado. - Quê? - Perguntei sorrindo timidamente, enquanto sentia os olhares dele sobre o meu corpo. - Ficou perfeito! Tá linda! - Novamente esse homem lindo e maravilhoso que estava bem na minha frente, me encheu de elogios. - Agora vem aqui. - Me aproximei dele, vendo-o segurar minha mão direita, e fazer eu dar uma voltinha. - Perfeito! Fica desse jeitinho para eu tirar uma foto sua. - Observei ele pegar o celular no bolso de sua bermuda. - Não, Noah! - Coloquei a mão sobre o rosto, na intenção de escondê-lo. - Meu cabelo está uma bagunça, e a minha cara de cansada não está ajudando muito. Essa foto não vai sair legal. - Falei logo após virar de costas para ele. - Lindona, não faz isso, você está magnífica como sempre. Agora fica de frente para mim? - Ordenou, e eu acabei fazendo o que ele disse, vendo-o posicionar o celular na mesma direção em que eu estava. - Pronto! - Pronunciou logo após se aproximar de mim. - Ficou linda, viu? - Ele mostrou a foto para mim, e realmente vi que ela não tinha ficado tão r**m quanto eu pensei. - Olha esse mar de fundo, e o sol, com você totalmente linda e natural. Isso é um paraíso! Falou enquanto mordia o lábio de um jeito bem sexy eu diria, e aquilo foi o motivo para eu me excitar outra vez, principalmente quando ele tirou a camisa revelando o seu físico. Físico do qual eu não consegui evitar de apreciar, pois os braços fortes e definidos, acompanhado do bíceps e também do abdômen perfeito, estava fazendo eu delirar total nesse homem que além de ser totalmente gentil e generoso, também era muito gostoso. - O que foi? - Ih, caramba! Infelizmente não consegui disfarçar, pois ele acabou percebendo os meus olhares descarados sobre o seu corpo. - Nada. - Ele riu, e aquilo piorou mais a situação, já que eu senti o meu rosto esquentar novamente. - Tem certeza? - Sim. - Continuou rindo. - Gostou do que viu? Caramba! Fiquei sem reação, já que além dele ter percebido, resolveu me provocar outra vez. - Hã… - Não consegui formular uma frase, devido ainda estar totalmente sem reação diante da sua direta. - Se quiser tocar fique a vontade, eu vou adorar ter as suas mãozinhas aqui. Ah, meu Deus! Ele não falou isso! - Então, eu acho melhor nós entrarmos no mar, já que eu estou doida para dar um mergulho. Falei na tentativa de cortar aquele clima que estava começando a esquentar, pois se não fizesse isso, seria bem capaz de eu jogar ele na areia, e t*****r com o próprio bem aqui nessa praia, e do jeito que eu estava excitada, eu não me importaria com quem estivesse olhando. - Essa água está uma delícia, não acha? Minha nossa! Por que ele tinha que ficar atrás de mim, e ainda falar isso bem próximo ao meu ouvido? Literalmente esse homem gostoso adorava me provocar, e eu não sei se resistiria por muito tempo, pois o arrepio que senti ao escutar a sua voz rouca e sexy foi inevitável. - Sim, realmente está muito boa, e bem geladinha. - Fiquei de frente para ele, e mordi os lábios vendo-o sorrir. - Linda... - Aproximou-se um pouco mais, e me puxou para um abraço, enquanto afagava meu cabelo. Aproveitei para encostar a cabeça no seu peito, e inalar o mesmo cheiro do perfume masculino do qual eu tinha sentido em seu carro. - Vamos sentar um pouco lá na areia? Depois nós voltamos aqui e damos outro mergulho, ok? - Beijou a minha cabeça. - Que cheirinho gostoso! - Deixa eu dar só mais um mergulho. - Fiz biquinho, enquanto erguia um pouco do meu rosto para olhá-lo. - Tranquilo gatinha, vai lá dar o seu mergulho. - Me soltei dos seus braços. - Só não vai muito pro fundo. Concordei me afastando dele e adentrei mais um pouco o mar, já que onde nós estávamos era raso demais para dar um mergulho. Depois de mergulhar, eu voltei vendo ele parado cobrindo a boca com as mãos enquanto me encarava. - Foi muito engraçado o seu mergulho, você se jogando para trás e depois que mergulhou, se sacudiu igual a um cachorrinho. Desculpa gatinha, mas eu não tive como segurar o riso. - Ele tirou a mão da boca para falar, e em seguida começou a rir de um jeito contagiante. - Então eu não vou mergulhar mais na sua frente, para você ficar rindo de mim depois. - Abaixei a cabeça, e depois voltei a olhar para ele fazendo um certo charme. - Tá aí outra coisa que eu venho procurando em uma mulher, e acabei encontrando em você. Com essa são quatro. Meiga, tímida, doce e agora engraçada. Adoro mulheres que me fazem rir, e você acabou me surpreendendo outra vez com esse seu jeitinho engraçado. - Tocou na ponta do meu nariz. - Agora vamos sentar um pouquinho na areia? - Aham. Concordei vendo ele apoiar o seu braço novamente no meu ombro, e aproveitei para fazer o mesmo de antes, quando envolvi sua cintura com o meu braço esquerdo. - Aí, está frio, né? Senti um ventinho gelado bater sobre a minha pele, logo após sentar na camisa que ele tinha esticado na areia, para que nós pudéssemos sentar. E acabei abraçando as pernas na intenção de esquentar meu próprio corpo, e de soslaio acabei observando Noah olhar para mim. - Vem cá gatinha, senta aqui bem pertinho de mim para eu te esquentar. Não acredito que ele estava fazendo isso! Então sem pensar muito se aquilo estava sendo errado ou não, eu sentei entre as suas pernas, já que ele tinha aberto, e comecei sentir muito t***o, quando eu encostei parte do meu corpo no seu, e involuntariamente não consegui evitar um pequeno gemido que escapou dos meus lábios. - E aí passou o frio? - Passou. Me aninhei em seu peito, sentindo ele afagar meu cabelo novamente.
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