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Argon e Ícarus passaram mais bons minutos nos lagos subterrâneos do forte, antes de se vestirem apressadamente e começarem a andar de volta para os andares superiores, subindo aquelas escuras escadas espiraladas que levavam para cima. O general agarrou a mão delicada do rapaz com a sua e o conduziu sem muita pressa pelos corredores, apesar de os dois quererem chegar o quanto antes no quarto. Eles poderiam ter transado alí mesmo nas escadas daquela piscina artificial (o próprio Argon já havia fodido em celeiros, tendas com mais de uma pessoa por vez, em becos em plena luz do dia e diversos outros lugares inusitados), mas ele definitivamente não queria que a primeira vez de Ícarus fosse alí.
Eles cruzaram com vários soldados e servos enquanto andavam pelos corredores e subiam para o quarto. Argon recebeu olhares de camaradagem e Ícarus olhares desejosos (que sumiram depois do general ameaçar estripa-los com um simples olhar maligno). Todo mundo naquele acampamento sabia sobre o grande troféu do general, e os boatos sobre a beleza do jovem escravo estavam se espalhando cada vez mais desde que os homens que levaram Ícarus para o quarto de Argon na noite passada comentaram com os outros. E Argon sabia que os boatos iriam se intensificar ainda mais após alguns soldados os terem visto de mão dadas andando pelo corredor, o general com t***o fluindo dele em ondas e o pequeno rapaz corado como se tivesse sido fodido alguns segundos antes.
Argon lembrou tardiamente que os dois não haviam almoçado ainda, e já passavam das duas da tarde, mas então ele se lembrou que ainda havia uma travessa repleta de comida no quarto. E além disso, o general ouviu boatos de que o rei havia ido embora e voltado para a segurança do seu castelo logo depois de Argon ter chegado do seu treinamento pela manhã, então a comida que encontrariam na cozinha não seria tão melhor do que a que havia no quarto.
O coração de Ícarus começou a bater de forma ainda mais descompassada quando eles chegarem até o quarto do general, que abriu a porta e esperou ele entrar no cômodo com um olhar repleto de luxúria e t***o. Assim que o rapaz entrou no quarto, Argon também entrou e fechou a porta logo atrás dele. Ícarus girou num ângulo de 180° graus e assistiu aquele homem enorme começar a tirar as roupas rapidamente, e mesmo que o rapaz o tivesse visto nu à poucos minutos, não deixou de ficar abismado com a cena.
O general estava completamente e******o, com aquele negócio duro apontando para a cima. E além disso, seu corpo já estava quase que completamente seco, fazendo-o ficar sexy de uma forma que fazia Ícarus perder o fôlego.
Argon se aproximou e ficou de frente para o rapaz, antes de agarrar aquela roupa curta e delicada que ele estava vestindo com um simples movimento, fazendo o tecido branco cair ao redor das pernas de Ícarus e não passar de uma pilha ao redor dos seus pés. O general ergueu a mão e agarrou o queixo delicado do mais novo, inclinando a sua cabeça para trás, de modo com que aquele rapaz safado e fofo ao mesmo tempo parasse de encarar o seu mastro e passasse a encarar seus olhos. Argon encarou aquelas íris esverdeadas por longos segundos, percebendo que as pupilas dilatadas quase faziam a parte esverdeada desaparecer por completo.
— V-você pode me beijar? — Ícarus disse, encarando aqueles lábios carnudos do mais velho e percebendo pela primeira vez que havia uma pequena cicatriz no canto direito do lábio inferior. O rapaz engoliu em seco e ficou nervoso com o pedido, porque apesar da grande maioria dos gregos (sejam Arlantianos ou Arandônianos) se relacionassem com pessoas dos dois sexos, haviam pessoas que mesmo fodendo, não gostavam de beijar ou dormir com pessoas do mesmo sexo. Mas antes que Ícarus tivesse mais pensamentos intrusivos, o general abaixou seus lábios em silêncio e os selou junto com os lábios delicados do rapaz.
Ícarus não teve tempo para ficar surpreso, pois Argon envolveu seu pequeno corpo com os braços e aprofundou o beijo logo em seguida, fazendo-o soltar um gritinho de prazer e fechar os olhos para saborear a sensação, passando os braços ao redor do pescoço do general. Os lábios grossos e macios de Argon se moviam contra os seus de forma urgente e molhada, ao mesmo tempo em que sua língua adentrou sem qualquer timidez naquela boquinha linda do mais novo, que sentiu as suas pernas tremerem deliciosamente e ele só não cair no chão por estar envolto com aqueles braços musculosos.
Ícarus estava completamente maravilhado com a sensação de ser espremido contra aquele corpo gigantesco e simplesmente maravilhoso, praticamente desaparecendo contra aquele peitoral largo e cheiroso. A barba áspera e por fazer do general arranhava a pele delicada do rosto do jovem de uma forma que o fazia gemer de forma manhosa à cada cinco segundos, sentindo aquela língua grande, quente e molhada f***r sua boquinha da forma como o general vem entendia, ao mesmo tempo que também sentia aquele mastro grande pressionado contra a sua barriga e aquele nariz reto, longo e sexy ser esfregando contra o seu.
O jovem jamais havia sentindo uma sensação como aquela antes. Argon estava totalmente no controle, pegando tudo que queria de Ícarus, que estava oferecendo com todo gosto para ele. O mais novo soltou um gritinho de surpresa e prazer quando aquelas mãos enormes e calejadas agarraram as suas nádegas redondinhas e macias, apertando-as com força e as abrindo logo em seguida. Apesar de um pouco tímido, ele sabia que tinha um corpo bonito, além de que todos os escravos precisavam se manter cuidadosamente sem pêlos e completamente limpos por dentro (o jovem havia se limpado por dentro nos minutos após o banho, enquanto Argon esperava nas escadas para lhe dar privacidade).
Quando os dois enfim separaram suas bocas, Ícarus gemeu baixinho e enterrou o rosto naquele peitoral largo, beijando uma das cicatrizes que o cobriam e sentindo as mãos de Argon explorarem a sua b***a. Ele soltou um gritinho quando sentiu um dedo tocar a sua entrada sensível, que estava implorando por um pouco de atenção. Argon rosnou feito um animal selvagem quando sentiu o quão macia era aquela b***a perfeita e o quão suave e apertado era aquele cuzinho úmido, que fez seu p*u latejar com ainda mais força e a sua visão ficar levemente embaçada.
— S-senhor? — Ícarus gaguejou, agarrando aquele mastro com as suas mãos e desgrudando os seus corpos para conseguir ter um pouco mais de acesso a ele. O jovem encarou aquele mastro enorme, moreno e cheio de veias que estava pulsando contra a sua mão, praticamente salivando ao ver aquela cabeça arredondada e úmida. O cheiro másculo e almiscarado que emana daquele macho o deixava completamente tonto de prazer, e mesmo um pouco nervoso por ter que encarar aquela tora gigantesca, Ícarus queria tanto ser sua virgindade tirada por ela que achou que iria enlouquecer.
O rapaz caiu de joelhos na frente daquele homem experiente e simplesmente magnífico, agarrando aquele mastro com as duas mãos e observando-o completamente maravilhado, enquanto sentia as mãos de Argon agarrarem as suas mechas claras e o cheiro entorpecente dele entrar pelas suas narinas. Ícarus engoliu em seco, embora estivesse salivando sem parar, antes de aproximar os seus lábios delicados daquela cabeça arredondada e rosada, dando uma pequena lambida só para provar. O general soltou um rosnado alto, ao mesmo tempo que o gosto másculo explodia na boca do mais novo, que tremia levemente de prazer, sentindo seu corpo inteiro pegar fogo de dentro para fora. Ícarus agarrou o seu próprio m****o e começou a se acariciar, voltando a chupar aquela cabeça deliciosa do mastro de Argon, que soltava uma série de xingamentos ao sentir aquela língua pequena e delicada brincar com a sua carne sensível daquela forma.
Ícarus não conseguia engolir mais do que alguns centímetros, então começou a usar a mão livre para acariciar aquela longa e grossa extensão cheia de veias, cujo a pele era tão macia que parecia ser uma fina camada de camurça sobre uma barra pulsante de ferro.
Não demorou mais do que dois minutos para o general decidir que não estava mais aguentando, antes de agarrar aquele rapaz lindo e puxa-lo para cima. Ícarus soltou um gritinho quando foi pego no colo, antes de ser beijado de maneira bruta e profunda. Ele agarrou os cabelos pretos do general com as duas mãos e sentiu aquela língua deliciosa e molhada invadir sua boca novamente, ao mesmo tempo que era levado até a cama como se não pesasse absolutamente nada. A sensação de estar naqueles braços musculosos e ser pressionado contra aquele peitoral moreno era simplesmente maravilhosa. Ícarus se sentia protegido e desejado naquele casulo de músculos quentes.
O general Argon colocou o delicado rapaz no colchão macio e subiu em cima dele, apoiando todo o seu peso nos joelhos e cotovelos à medida que pressionava seu corpo imenso contra o esguio e pálido de Ícarus, que observava aquilo completamente maravilhado. O jovem amava a sensação de ter aquele macho imponente, cheiroso e peludo pressionado cobra ele, beijando e fodendo a sua boquinha sem qualquer pudor, de forma urgente como se eles só tivessem alguns minutos, mesmo que ainda fosse dia e raios quentes de sol atravessassem a janela, iluminando os dois por completo. Ícarus não estava com nem um pouco de vergonha em fazer aquilo na claridade do dia, pelo contrário, ele adorava conseguir ver cada centímetro do corpo daquele homem, cada cicatriz, casa músculo, casa expressão.
— A-ah! — O jovem soltou um gritinho de surpresa quando o general saiu de cima dele e o virou bruscamente, deixando-o de bruços. Argon saiu da cama e ficou ao lado dela (ela era alta o suficiente para que as posições se encaixassem perfeitamente).
Ícarus sabia que estava completamente limpo, cheiroso e depilando, mas corou de forma absurda quando o general agarrou as suas nádegas novamente e às abriu, deixando exposto para ele o seu anelzinho rosado e minúsculo. Argon soltou um rosnado de puro prazer, apertando àquelas nádegas redondas e pálidas, antes de simplesmente abaixar o rosto até lá e morder uma delas com força.
— A-ah! — Ícarus soltou outro gritinho, sentindo o general afastar as suas pernas o máximo que dava para deixa-lo ainda mais exposto. Ele não teve tempo de registrar mais absolutamente nada antes que Argon soltasse outro som animalesco de puro t***o e enterrasse o rosto entre as suas nádegas abertas, tocando a seu cuzinho com aquela língua grande, quente e molhada.
Completamente abismado e tremendo de prazer, Ícarus olhou por cima do ombro e encontrou aquele macho assustador e viril com o rosto na sua b***a. No começo foi apenas um toque, mas o general envolveu as suas pernas com força e empurrou a língua sem qualquer pudor contra aquele anelzinho sensível e minúsculo, violando-o sem problema algum.
O corpo de Ícarus estava completamente trêmulo e ele agarrou o cobertor com as duas mãos, antes de morder a colcha para tentar conter pelo menos metade da enxurrada de gritos e gemidos que ameaçavam escapar dos seus lábios. A sensação de ter o seu cuzinho violado era diferente de tudo que Ícarus já havia sentido antes. O prazer cru percorria cada centímetro do seu corpo a medida que Argon fodia o seu buraquinho com aquela maldita língua, alargando-o e umedecendo-o para aquele mastro gigante e assustador que viria logo logo.
— A-ah... Ah... Ah... — O rapaz gemia de forma manhosa, olhando por cima do ombro novamente para encarar aquele homem que estava o fazendo delirar de prazer. Os seus olhares se encontraram por alguns segundos, e enquanto encarava aquelas bolotas escuras cheias de luxúria, Ícarus sentiu aquele safado começar a f***r seu cuzinho com ainda mais força, indo tão fundo com aquela língua molhada que o rapaz estava completamente bêbado de tanto prazer, sentindo sua pele formigar sem parar.
Pouco tempo depois, o general começou a usar os dedos também, aqueles benditos dedos grossos, longos e calejados que faziam Ícarus delirar e gemer igual uma p*****a enquanto era fodido por eles, mordendo a colcha para que as pessoas do outro lado do reino não conseguissem escutar seus gemidos manhosos e os gritinhos de prazer.
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