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— Vem aqui. — Rosnou o general, agarrando as coxas delicadas e pálidas de Ícarus, girando-o novamente e o colocando com a barriga para cima de novo. Argon observou o corpo lindo do mais novo com o corpo inteiro latejando de puro t***o. Ele encarou aqueles cachos claros de uma cor curiosa, os olhos esverdeados, aqueles lábios delicados, rosados e levemente inchados depois que ele havia usado e abusado deles por longos minutos, o pescoço fino, o dorso esguio e pálido cheio de pequenas pintinhas pretas, aqueles benditos m*****s rosados que o general pretendia chupar por um logo tempo... Tudo naquele garoto era impressionante. E o melhor: era todo seu para fazer o que quisesse com ele. Ícarus era seu não por ser um escravo ou algo do tipo, era seu porquê queria. O jovem havia o escolhido para forma-lo por completo, tirar sua virgindade e fodê-lo com bem entendia.
— S-senhor? — Ícarus gemeu sob aquele olhar selvagem, vendo o general puxar as suas pernas abertas para cima e empurra-las contra o seu peitoral pálido. O corpo delicado do jovem era extremamente flexível, então ele conseguiu ficar na posição em que o mais velho queria sem problema algum, sentindo seu rosto queimar de vergonha por estar totalmente exposto daquela forma. Ícarus abraçou os próprios joelhos contra o peito, tremendo sem parar enquanto aquelas mãos grandes acariciavam a parte interna das suas coxas.
Argon observou aquele cuzinho delicioso e rosado totalmente exposto para ele, sentindo o seu p*u latejar tanto que era praticamente insuportável. Ícarus era a pessoa mais perfeita que ele já havia visto em toda a sua vida, e mesmo que o general tivesse alargado aquele buraco suave e delicioso, que agora brilhava com a sua própria saliva, o anelzinho ainda era minúsculo.
Ícarus observou, completamente desconcertado de prazer e um pouquinho de vergonha, quando o general aproximou o rosto da sua b***a exposta e deixou um fio longo e delicioso de saliva escorrer da sua língua até o seu anelzinho sensível, lambuzando-o ainda mais. O coração do rapaz martelava sem parar quando ele observou aquele macho lindo e viril que estava em pé ao lado da cama encaixar o seu m****o grande e assustador no seu cuzinho.
— A-ah... — Gemeu ele, porquê fazia um pouquinho de cócegas aquele leve contato no seu buraco sensível. Argon grunhiu e esfregou a cabeça do seu p*u naquele ponto suave. Ícarus trincou os dentes e fechou os olhos com força quando o general empurrou levemente para dentro dele. Aquela cabeça grande e arredondada não entrou de primeira, mas depois de uma pressão levemente mais forte, seu anelzinho sensível foi violado e a ponta daquele mastro delicioso entrou dentro dele. Uma pequena onda de ardência tomou conta da b***a de Ícarus, junto com um sentimento estranho e simplesmente delicioso parecido com aquele que reverberava pelo seu corpo enquanto Argon usava os dedos, só que esse era mil vezes mais intenso.
O general esperou ele se acostumar totalmente com o seu tamanho, sentindo aquele anelzinho contrair ao redor dele e o deixar completamente alucinado, sentindo aquele calor gostoso do interior do rapaz. Não demorou mais do que alguns segundos para a ardência e o desconforto sumir por completo, fazendo Ícarus gemer baixinho e implorar por mais, encarando o rosto duro daquele macho lindo que estava tirando a sua virgindade.
— S-senhor... Ah... — Ele gemeu quando o general começou a empurrar devagarinho para dentro, alargando o seu interior e o fazendo ser deliciosamente preenchido. Ícarus perdeu o fôlego e começou a sentir espasmos por todo o corpo, completamente maravilhado com aquela sensação deliciosa que reverberava por cada centímetro do seu corpo. Aquele macho imponente continuou empurrando devagarinho e grunhindo de forma rouca, deixando o rapaz praticamente louco. Aquele negócio era tão longo que Ícarus achou que não iria entrar por completo nunca, pois ele já estava sentindo borboletas agitadas no estômago, além de que seu cuzinho era tão apertado que ele conseguia sentir cada uma daquelas veias saltadas e até o latejar insistente daquele m****o. Demorou mais alguns segundos para ele finalmente sentir aquelas bolas pesadas contra a sua b***a, além daqueles pelinhos ásperos que arranhavam a sua pele e intensificavam ainda mais a sensação.
Ícarus inspecionou o próprio corpo, completamente maravilhado com a sensação de estar sendo totalmente preenchido por aquele homem lindo e gigantesco. Seu cuzinho estava latejando sem parar, completamente alargado, e assim que o general fez um simples movimento, a fricção fez o rapaz soltar um gritinho de puro prazer, tremendo sem parar com aquela sensação maravilhosa que parecia ser fogo correndo pelo seu sangue.
Argon soltou um som animalesco de puro prazer, sentindo o seu p*u totalmente envolvido daquele interiorzinho apertado, quente e simplesmente delicioso. Ele inclinou o corpo para frente e voltou a deitar em cima de Ícarus, colocando apenas boa parte do seu peso em cima do corpo do menor. Ícarus envolveu o pescoço do general e sentiu aquele peitoral largo, cheiroso e com aqueles pelinhos gostosos pressionados contra ele.
Argon capturou os lábios do rapaz e começou a beija-lo com força, de uma forma molhada e profunda, ao mesmo tempo que começou a se mover para dentro e para fora daquele cuzinho apertado, fodendo-o com bem entendia.
Ícarus estava gemendo de forma manhosa contra os lábios do general, sentindo aquele mastro enorme entrar e sair dele em estocadas simplesmente alucinantes. A fricção fazia o seu buraquinho sensível enviar ondas de prazer por debaixo da sua pele, além de quer ser deliciosamente preenchido daquela forma era maravilhoso. O peso daquele macho viril em cima dele fazia Ícarus revirar os olhos de tanto prazer, adorando tanto que não consiga evitar rolar os olhos.
Depois de um tempo, as estocadas do general começaram a ficar mais brutas e profundas, fazendo o som molhado dos seus corpos colidindo ecoar pelo quarto. Ícarus adorava a sensação daqueles malditos pelinhos contra o seu corpo e daqueles bolas pesadas batendo na sua b***a.
— M-mais... S-senhor... Ah... Ah... Ah... — Ele gemia sem parar enquanto o general beijava os seus lábios e chupava a sua língua. Argon estava tão maravilhado como aquele pequeno e delicada rapaz, e iria se deleitar dele por horas e horas, antes de enchê-lo com seu leite quente.
Ícarus queria que aquilo não acabasse nunca. Ele queria ser fodido por aquele macho até perder todos os sentindos. Agora ele era um rapaz livre, poderia fazer o que quisesse, e entregar-se para aquele homem bruto e assustador era a coisa que ele ficou mais satisfeito em ter feito durante toda a sua vida.
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Várias horas depois, Argon estava deitado na cama com Ícarus montado em cima dele e com a cabeça descansando em cima do seu peitoral largo. Os dois estavam completamente suados e respirando de forma rápida, depois de inúmeras fodas, longos períodos de beijos e clímax intensos.
Os braços grossos e morenos do general estavam envolvendo a cintura de Ícarus, que estava adorando fazer aquele peitoral quente de travesseiro. Ele conseguia sentir o g**o quente daquele macho escorrer livremente pela sua b***a, enquanto seu cuzinho dolorido, satisfeito e alargando contraía vez ou outra, definitivamente não sendo mais virgem.
— De onde você é? — Perguntou o general depois de algum tempo, fazendo Ícarus erguer o rosto com um pouco de curiosidade e encara-lo.
— E-eu era de uma cidadezinha na fronteira. Nós fugimos depois que os exércitos de Arandônia invadiram e não tínhamos para onde ir. — Explicou o rapaz vagamente, não precisando completar para Argon saber exatamente como havia acontecido. Invasões e saques eram comuns dos dois lados (e o general não era hipócrita o suficiente para dizer que as invasões só eram feitas pelos Arandônianos). As pessoas que fugiam não tinha para onde ir, então talvez a única solução fosse ir buscar abrigo nos templos onde os escravos ficavam. O general queria perguntar se o jovem tinha família, irmãos ou quaisquer outras pessoas, mas o assunto poderia ser um pouco delicado, e ele não queria soar intrusivo.
— Mas e você, general? Conte-me um pouco sobre você. — disse Ícarus, voltando a deitar a cabeça naquele peitoral largo e quente. Já havia escurecido à um tempinho, mas eles precisariam ir se lavar depois.
— Bom... Nasci num vilarejo ao sul, praticamente do lado oposto do país onde fica a fronteira com Arandônia. Entrei no exército quando tinha dezessete anos, e passei os treze anos seguintes lutando na linha de frente, até ser promovido à general. — Explicou Argon, fazendo o jovem ficar completamente impressionado com aquelas palavras. O general havia conseguido tudo aquilo e aquela fama sobrenatural com seu simples esforço e habilidade.
— Você é incrível, General. — Ícarus exclamou, acariciando aquele peitoral moreno e sentindo aqueles pelinhos pretos contra os seus dedos. Ele sentiu aqueles braços que estavam o envolvendo apertarem levemente a sua cintura.
— Para onde você pretende ir agora que está livre? — Argon perguntou, fazendo o rapaz ficar levemente sobressaltado.
— S-será que eu possa ficar com você aqui no forte? — Ícarus perguntou, encarando aqueles olhos pretos que estavam indecifráveis, o que o fez engolir em seco.
— O meu batalhão vai viajar para perto das fronteiras daqui dois dias, temos que destroçar todos os Arandônianos que estão invadindo as nossas terras. — Explicou o mais velho.
— E-entāo será que eu posso ir com vocês? Quero ficar com você. — Gaguejou o rapaz pálido, suplicando com o olhar. Ele não tinha nenhum lugar para ir, mas não era por isso que ele queria ficar junto daquele homem.
— Você é livre agora, Ícarus...
— Mas se eu sou livre, tenho o direito de escolher o que eu quero, não é? E eu quero ir com você. Ficar com você. S-sei que que a gente não se conhece à muito tempo, mas é isso que eu quero. — Disse o mais jovem, agarrando o rosto daquele homem maduro e o fazendo encarar os seus olhos esverdeados. Argon grunhiu, sem acreditar que Ícarus realmente estava dizendo aquelas palavras. que realmente queria continuar com ele. O general não ficava com o mesmo parceiro ou parceira por muito tempo, e mesmo se fodesse mais de uma vez com a mesma pessoa, era totalmente sem compromisso. f***r com Ícarus tinha sido simplesmente maravilhoso, mas Argon tinha quase certeza de que não era só por isso que seu corpo estava quente e satisfeito com a ideia de ter aquele rapaz com ele dali pra frente.
— Todo o meu exército vai achar que você é meu escravo ainda. — Apontou o general, erguendo uma das sobrancelhas grossas. Com o tempo iriam perceber que a relação deles não era de mestre e escravo.
— Eu não me importo.
— Vai ser perigoso. — Continuou o mais velho, apertando aquela bendita cintura fina e delicada com mais força.
— Você é o soldado mais habilidoso e forte desse reino, tenho certeza de que pode me proteger. Além disso, vou ficar no acampamento enquanto vocês tiverem em batalha.
— O acampamento não é o lugar mais... Confortável que existe. Dormimos em tendas e a comida não é lá das melhores.
— Acha que me importo com isso, senhor? — Ícarus rebateu rapidamente, agarrando aqueles ombros largos e deixando um beijinho delicado no peitoral daquele homem, exatamente em cima do coração.
— Você é bastante atrevido, sabia? — Argon trincou os dentes e ficou e******o automaticamente, sentindo a língua pequena do rapaz brincar com um dos seus m*****s morenos. O m****o do general ficou duro como pedra em poucos segundos, apesar dele saber que não deveria t*****r com Ícarus mais uma vez naquela noite, pois o rapaz já estava completamente dolorido. O mais velho agarrou aquela b***a redonda e perfeita, que encaixava perfeitamente nas suas palmas grandes e calejadas.
— Você não gosta, general? — provocou Ícarus, voltando a beijar aquele peitoral largo. Argon soltou um rosnado de puro t***o e deu um tapa forte na b***a daquele jovem atrevido, fazendo-o soltar um gritinho logo em seguida.
— O-o senhor vai me levar com você? — Perguntou Ícarus, sentindo uma exitação tomar conta do seu corpo enquanto ele esperava a resposta, encarando aqueles olhos pretos e bonitos.
— Vou. — Respondeu o general.
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