CAPÍTULO 12

2091 Words
[•••] Já passavam das dez horas da noite quando finalmente a maioria dos soldados já haviam se recolhido para as suas próprias barracas. Logo depois de anoitecer, como havia acontecido nas dunas durante a noite anterior, os soldados iam sentar ao redor das fogueiras e conversar alegremente, sejam sobre a guerra ou qualquer outro assunto. Com o passar das horas, a conversa ia diminuindo gradativamente à medida que os homens iam se retirando, até não sobrar quase ninguém sentado ao redor das fogueiras. — Preciso fazer xixi. Volto em dois minutos. — Ícarus disse, dando um beijinho rápido naquele queixo quadrado de Argon, que tinha uma covinha bonita. Ele confirmou levemente com a cabeça e deitou na cama, para esperar pacientemente o rapaz voltar. Ícarus saiu da tenda em passos silenciosos, andando pelo acampamento calma e frio, iluminado apenas por algumas poucas fogueiras que haviam aqui e alí. haviam várias regras implícitas no acampamento, como não brigar com os outros soldados (desde que não seja um briga limpa e que não tenha motivos por trás) e não fazer xixi por perto para não deixar o lugar com m*l cheiro, até porque não era porquê o batalhão era uma multidão de homens que deveriam ser uma multidão de porcos também. O jovem começou a andar em direção a floresta, ficando um pouquinho envergonhado quando ouvia pequenos e quase inaudíveis gemidos vindo de dentro das barracas, onde os soldados provavelmente estavam se aliviando sozinhos ou fodendo. Ícarus apressou o passo ao passar por uma tenda específica onde os gemidos eram altos e definitivamente não vinham apenas de uma ou duas pessoas. Ele chegou na linha das árvores pouco tempo depois, então adentrou alguns metros e seguiu uma trilha até um pouquinho mais para dentro, seguindo um pouco mais para a esquerda, pois haviam cavalos relinchando do outro lado. Depois de se aliviar, o rapaz começou a retornar as cegas em direção ao acampamento, não seguindo a mesma trilha em que havia pegado antes porque ele à perdeu, mas mesmo através das árvores, era possível ver a luz do acampamento, então não seria difícil retornar. Ícarus caminhou por rapidamente e estava tão focado em chegar logo ao acampamento que m*l notou quando quase tropeçou em dois soldados que estavam no limite das árvores, sentados de costas para ele e de frente para uma pequena fogueira. Eles estavam tão entretidos na conversa que não perceberam que Ícarus estava à pouco menos de dois metros de distância deles. O jovem estava planejando voltar de fininho para não ter que passar por eles, mas foi então que ele começou a ouvir com mais atenção a conversa dos dois rapazes, que só deveriam ser uns três ou quatro anos mais velhos que ele. Estavam falando de Argon. Ou melhor: DELES DOIS. — ...Aposto que o general destruiu o cabaço daquele novinho. — Disse o da direita, que era moreno e tinha o cabelo preto e cacheado. Ícarus ficou completamente atônito com o teor da conversa, sentindo suas bochechas queimarem tanto que ele tinha quase certeza que estava praticamente brilhando como uma tocha humana. — Verdade. — O rapaz da direita riu, ele era n***o e tinha um cabelo crespo bem curto. Os dois eram bastante bonitos e claramente eram melhores amigos. — Mas com um homem daqueles, até eu ficaria de quatro e deixaria ele me comer como quisesse. Pena que o general não costumava ficar com soldados nem quando não tinha aquele garoto, quanto mais agora. — O moreno disse alegremente, fazendo o da direita rir mais alto ainda. Sua risada era engraçada e levemente grave. — Fala sério, Hector! — Exclamou o que estava rindo. Ícarus mordeu o lábio e ficou com um pouquinho de ciúme. Ele achou que iria morrer de vergonha à qualquer segundo. — Tô falando sério, Paris. Eu faria tudo que aquele macho quisesse e muito mais. Vai dizer que nunca ficou secando ele em alguma das vezes em que o exército foi tomar banho? Aquele homem tem praticamente uma terceira perna! É grosso e grande pra c*****o. Os soldados que não querem ser a p*****a dele, tem um pouquinho de inveja dele. — O moreno (Hector) continuou, também rindo baixinho. Ícarus o achou extremamente atrevido, e só não foi lá dizer que o general era só dele porque ainda estava tentando se recuperar da onda de vergonha. — Nah. Eu não diria que sentem inveja. O exército o vê como rei. Na verdade ele é praticamente o rei desse reino inteiro, ninguém liga para aquele almofadinha medroso. E além disso, eu não quero t*****r e nem tenho inveja dele, Hector, mas gosto bastante dele como líder e como homem. — Paris respondeu, ele parecia ser definitivamente o mais calmo da dupla. — Você não quer f***r com ele porque tu é um fracote e não aguentaria aquela p**a que parece a de um cavalo de tão grande que ele é. — Hector Continuou, fazendo o seu amigo soltar um rosnado e dar um soco no seu ombro. — E você aguentaria? — Mas é claro! Mesmo que tivesse chorando eu iria pedir pra ele socar tudinho. Um p*u e um macho daquele você só tem a oportunidade de encarar uma vez na vida, e eu definitivamente não iria correr se tivesse a oportunidade. — Respondeu ele, empurrando os gravetos mais para dentro da fogueira, fazendo o fogo começar a crescer instantaneamente. — Você é impossível, cara. Pensei que estivesse fodendo com o Pollux. — Paris se inclinou para mais perto do fogo. — Eu tô, mas ele ultimamente está chato pra c*****o. E isso não me impede de ficar com outros homens também. — respondeu, fazendo Ícarus, que ainda estava parado lá completamente atônito, ficar se perguntando quem diabos era Pollux. E apesar de estar morrendo de vergonha, o rapaz era curioso o suficiente para continuar ouvindo fofocas escondido naqueles arbustos. — Se ele é tão irritante, por que você ainda está com ele? — porque aquele cara beija pra c*****o, além de ter um p*u delicioso! — Hector respondeu, rindo baixinho. — Você é mesmo uma put... — Paris começou, mas foi rapidamente interrompido quando o general se materializou na frente dos dois rapazes, com seu corpo imponente a menos de três metros deles. — Boa noite soldados, acho que já está um pouco tarde para estarem aqui fora. Os treinamentos de amanhã começam no exato momento em que o sol nascer, espero que não se atrasem. — Disse ele de forma lenta e firme, fazendo a ordem implícita reverberar pelo ar. — S-sim, senhor! — os dois rapaz responderam juntos, antes de levantarem apressadamente do tronco em que estavam sentados, apagarem a fogueira jogando areia em cima dela, para então começarem a correr em direção ao interior do acampamento. O olhar de Argon seguiu a linha das árvores, e Ícarus achou que não seria visto por estar no escuro, mas aqueles olhos escuros e bonitos focaram diretamente nos seus com uma intensidade absurda. — Vamos para a cama, Ícarus, vim buscar você. — Disse o general, observando o rapaz delicado sair da floresta, antes de ir até ele e pegá-lo no colo, levando-o para o acampamento logo em seguida. [•••] Argon colocou Ícarus na cama poucos minutos depois, rindo baixinho ao perceber que o rosto do rapaz ainda estava absurdamente vermelho de uma forma fofa e engraçada. Ele esperou pacientemente o mas novo explicar tudo que havia escutado com palavras trêmulas, corando à cada palavra dita. O general precisava se conter para não gargalhar enquanto ouvia a história, retirando a própria roupa com calma. — mas eles não mentiram, mentiram? — Provocou ele, puxando aquela túnica curta e delicada que Ícarus estava vestindo, deixando-o completamente nu logo em seguida. Argon subiu em cima dele e ficou entre as suas pernas, com o seu mastro duro pressionado contra a virilha do mais novo. — Q-que? — Na parte que eles disseram que eu tirei a sua virgindade e destrocei o seu cuzinho. — Disse o general, deitando o seu peitoral largo em cima do corpo delicado de Ícarus, que envolveu o seu pescoço e gemeu baixinho. O jovem Abriu a boca para responder, mas não encontrou a voz para fazer isso quando ele sentiu Argon enterrar o rosto no seu pescoço e começar a mordiscar a pele sensível dali, ao mesmo tempo que sentia o general esfregar aquele negócio duro e delicioso na sua virilha. Ícarus agarrou o cabelo daquele macho lindo, puxando a sua cabeça para trás, antes de dar um beijinho nos seus lábios. Argon soltou um rosnado e capturou a boca delicada do rapaz, beijando-o daquela forma forte e molhada, fodendo aquela boquinha perfeita com sua língua. Ícarus não conseguia conter os pequenos gemidos que escapavam da sua boca, sentindo aquele peitoral duro e quente pressionado contra ele, e após abrir as pernas um pouquinho mais e arquear os quadris para cima, o mastro delicioso do general encaixou entre as suas nádegas, fodendo as coxas macias do rapaz enquanto Argon se esfregava nele de forma lenta, buscando mais fricção. — P-por favor... Senhor. — Gemeu ele contra aqueles lábios grossos e deliciosos, sentindo os pelinhos ásperos e maravilhosos daquele macho arranharem a sua pele sensível e febril. O general soltou um palavrão alto e desgrudou o corpo dos dois, sentindo as suas bolas cheias e pesadas implorarem por um pouco de alívio. Ícarus observou, completamente maravilhado, enquanto o general usava a sua própria saliva para lambuzar aquele mastro moreno e repleto de veias saltadas. O interior m*l iluminado e gostoso da tenda criava um clima simplesmente perfeito, e o rapaz queria tanto ser fodido naquele escurinho gostoso que sequer conseguia pensar direito em qualquer outra coisa. — Vem aqui. — O general disse, sem fazer qualquer menção de se encaixar entre as pernas de Ícarus novamente e fodê-lo naquela posição deliciosa. Ao invés disso, o general deitou na cama, entre os travesseiros, e apoiou a cabeça nos próprios braços musculosos dobrados, enquanto esperava pacientemente Ícarus fazer o que quisesse com ele. O jovem observou aquele corpo moreno, musculoso e gigantesco, tão grande que os pés grandes de Argon ficavam para f**a do colchão. Ícarus soltou um gemido baixinho e subiu em cima daquele macho lindo, colocando uma perna de cada lado do seu dorso. Ele mordeu o lábio com força e levantou um pouquinho, agarrando aquele mastro grosso e enorme, encaixando aquela cabeça gorda e lambuzada no seu cuzinho sensível e dolorido. — A-ah... — Ele gemeu de forma manhosa quando desceu um pouquinho, fazendo a ponta daquela coisa enorme violar o seu buraquinho, fazendo uma pontada de dor atravessar a sua b***a, mas desaparecer tão rapidamente quanto chegou. O general soltou um rosnado e agarrou a cintura delicada do mais novo, mas sem fazer qualquer menção de puxa-lo para baixo. Ícarus estava completamente tonto de prazer, descendo devagarinho naquele mastro gostoso e sendo preenchido de uma forma completamente maravilhosa, enquanto o seu cuzinho se alargava mais ainda e ele sentia aquele negócio quente pulsar no seu interior, além de sentir cada uma daquelas benditas veias saltadas. Pouco tempo depois, ele sentiu a sua b***a pressionada contra a pélvis de Argon, sentindo o seu interior deliciosamente preenchido, com aquele negócio indo tão fundo que causava borboletas no seu estômago. — A-ah... — Ele gemeu quando subiu um pouquinho e desceu novamente, fazendo o p*u de Argon acariciar um ponto sensível no seu interior que fez o p*u de Ícarus latejar com força, ao mesmo tempo que o seu buraquinho contraía ao redor do general. Argon soltou um silvo de prazer, completamente maravilhado com aquele corpinho montado em cima do seu, e o interior quentinho e apertado de Ícarus envolver a sua carne sensível de uma forma tão deliciosa que a sua visão ficou completamente embaçada, com aquele cuzinho praticamente o sugando para dentro daquele paraíso apertado. Ícarus começou a cavalgar naquele macho delicioso com força, gemendo baixinho e sentindo aqueles pelinhos deliciosos contra a sua b***a, ao mesmo tempo que aquele negócio enorme violava o seu cuzinho sem dó. Com as mãos ele começou a explorar aquele peitoral largo e perfeito, sentindo o general apertar a sua cintura com força. Ícarus estava completamente maravilhado com aquilo, e definitivamente não queria que acabasse nunca. Ele queria pertencer àquele macho pelo resto da sua vida, dormir com ele, f***r com ele, rir com ele e compartilhar tudo com ele, sem se importarem com mais absolutamente nada. [•••]
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