Capítulo 16

1705 Words
Edu Dias atuais... Ela ficou surpresa com o beijo, por segundos agonizantes pareceu que iria me afastar, mas depois jogou os braços ao redor do meu pescoço, seus lábios deslizaram suavemente nos meus se abrindo para mim enquanto sua língua explorava a minha, saboreando, atiçando, a puxei para mais perto e seu corpo se ajustou ao meu, éramos como peças de um quebra-cabeça complexo, o encaixe perfeito, ela sempre foi feita para mim e eu para ela. — Edu... — Sussurrou entre beijos. — Ainda preciso te contar uma coisa. — Hmm... — Resmunguei enquanto beijava seu pescoço seu cheiro mesclado com a fragrância ambarina era delicioso e me deixava louco, meu p*u estava latejando, não podia esperar mais, poderíamos conversar amanhã sobre o que ela quisesse, mas agora eu a queria em cima da bancada e aberta para mim. — Depois. — Estou cheirando a cebola. — Protestou, eu ri, pelo amor de Deus, nem toda a cebola do mundo me impediria. — Eu não me importo. — Deslizei o short para o lado muito satisfeito em confirmar que ela estava sem calcinha e igualmente puto ao perceber que Gabriel pode ter visto algo que não devia enquanto a empurrava varanda acima. — Aquele arrombado olhou para sua b***a? — O quê? — Perguntou atordoada enquanto eu acariciava sua b****a depilada. — Quero saber se ele olhou para o que é meu... — Grunhi e deslizei um dedo para dentro, ela ficou mole e começou a puxar meu cabelo enquanto abria mais as pernas para mim. — Não, ele estava mais preocupado em ser esmagado por mim... — Respondeu arfando. — Qualquer um que fosse esmagado por essa b****a estaria no céu, para bem dele é bom não ter visto nada. — Disse e me levantei arrastando sua b***a gostosa para cima da bancada e tentando esquecer o quão vulnerável ele esteve. Laura ofegou surpresa, suas pernas balançaram incertas, sorri quando elas circundaram minha cintura e ela me puxou para perto, meu quadril se encaixou nela tão perfeitamente que gemi, perfeito... na posição certa para levá-la a loucura. — Você nem comeu a canja... —Lamentou. — Ah... — Sorri quando me endireitei e puxei o elástico do short admirando a pele lisa e rechonchuda, minha boca salivou e lambi os lábios diante da visão, ergui os olhos e ela me encarou, um rubor encantador se espalhando pelas bochechas. — Irei comer outra coisa, garanto que não irei parar até ficar satisfeito. Seus olhos incendiaram, ela me olhou de cima a baixo depois agarrou meu cabelo e me puxou para perto, seus dentes se cravaram no meu queixo com força. — Não me trate como a garota que você ama... — Pediu me mordiscando. — Então como quer ser tratada? — Quero apenas ser uma de suas garotas essa noite, como aquelas garotas da suíte... A encarei. Ela não era como aquelas garotas, nem se renascesse cem vezes ela seria como aquelas garotas, não para mim pelo menos, mas entendia o que estava pedindo ela queria ser maltratada hoje, ou melhor, ela queria ser tratada como aquelas garotas... meu corpo reagiu imediatamente, o torpor do álcool agora estava distante demais até para ser visto. — Tem certeza? — Sussurrei me afastando dos seus dentes para observá-la. — Por quê? Quer me maltratar? — Perguntou baixo em meu ouvido enquanto agarrava meu pescoço e me inclinava para ela. — Quer me enforcar um pouco mais forte hoje...? — Sussurrou roçando os dentes em minha orelha e levando minha mão até seu pescoço. — Aposto que quer. — Jesus. — Gemi atordoado com a umidade sendo expelida pelo meu p*u. — Não coloque Jesus no meio disso. — Disse e me empurrou, ela pulou do balcão e andou vagorosamente em direção a porta que levava aos quartos, antes de chegar no corredor ela parou, puxou a blusa sobre a cabeça e a jogou no chão. — Eu me esqueci como é f***r com você e não quero que Jesus o veja refrescando minha memória. Ela me olhou enquanto deslizava o short pelas pernas, à meia-luz brilhou contra pele dela, deixando-a de um tom quente de bronze, ela parecia brilhar no meio do apartamento como se fosse meu sol particular, um crepúsculo digno de aplausos, meu coração começou a bater mais rápido quando notei uma tatuagem na lateral do seu tronco, parecia uma frase, e deu a ela um visual ainda mais tentador ela soltou o coque e os cachos caíram como a suavidade de bolas de algodão sobre os ombros, cobrindo parcialmente os s***s pequenos, ela estava linda. — Você vem? — Incitou-me descendo a mão pelo meio dos s***s. O toque suave desceu pela barriga, até que ela se contorceu devagar e sua mão deslizou para sua b****a, os dedos deslizando para baixo e entre as dobras inchadas e suculentas, mesmo de onde estava conseguia ver a umidade em seus dedos, o som molhado dos seus deles deslizando para dentro, ela estava me enlouquecendo. — Talvez eu deva começar sozinha... — Disse e levou um dedo aos lábios e sugou com força, meu p*u se expandiu destruindo qualquer hesitação em meu corpo. Ela sumiu dentro do corredor e eu a segui tentando não correr e pensando seriamente em mantê-la trancada no meu apartamento durante um mês inteiro e pensando se isso poderia ser considerado um crime diante da necessidade vital de consumi-la quando cheguei ao quarto ela já estava esparramada em minha cama, as pernas abertas e o rosto virado para a porta, nossos olhos se prenderam imediatamente enquanto ela se acariciava com uma suavidade enlouquecedora, devo ter morrido e alguma boa ação me trouxe a este paraíso. — Você não sabe o quanto fiz isso durante esses anos, pensando em você... — Minha respiração escapou em um sibilo por entre os dentes cerrados, fechei a porta e me encostei nela ainda de costas precisando de apoio e porque daqui eu tenho uma visão espetacular dela. — Lembrando do quão gostoso é sentir seu p*u dentro de mim... Ela deslizou outro dedo para dentro, a outra mão acariciando o seio enquanto ela me olhava rebolando em sua mão, mordendo o lábio devagar, os olhos brilhando em luxúria, ela é diabolicamente sensual, ela já era antes, mas agora... bom Deus, ela estava me matando. Laura estava me enlouquecendo meu p*u se expandia e se contraia a cada movimento, a cada olhar, e era uma coisa tão natural nela, nada da sensualidade artificial que a maioria das mulheres usam quando querem algo dos homens, elas acreditam que estão agindo naturalmente e nós fingimos que estão porque é assim que as coisas funcionam, mas para Laura era natural tomar as rédeas, provocar, seduzir era uma habilidade nata dela, seu charme oculto. — No que está pensando? — Que você é a criatura mais sedutora que já vi na vida. — Não quero gozar com meus dedos... — Ela se sentou sobre os tornozelos e me chamou com o dedo esguio, me aproximei dela, suas mãos seguram meus ombros e ela ficou de joelhos na cama para me beijar, suave e lentamente, enfiei minhas mãos na maciez do seu cabelo, suas mãos tatearam meu short e ela o desceu com uma lentidão agonizante, ela o abaixou até as coxas e ele deslizou até o chão, um passo e estava fora dele, ela se inclinou para trás para me observar. — Venha... —Ordenou cheia de desejo. Perdi o controle, puxei seus tornozelos e a trouxe para o centro da cama, rastejei em sua direção enquanto abria mais suas pernas, a umidade em sua carne macia me fez salivar e caí de boca nela, ela gritou, de prazer ou surpresa eu não sei, talvez fossem os dois, mas não estava com cabeça para analisar Minha língua explorou cada canto, forte e obstinada, seu corpo se elevava de encontro a minha boca e meu p*u se contorcia em agonia, eu já estive tão faminto por sexo desse jeito? Não, só com ela é assim, pressionei minha ereção contra o colchão tentando encontrar algum conforto temporário, mas estava ficando ainda mais e******o, pressionei minha língua contra seu clítoris e ela agarrou meu cabelo com força, pressionando sua b****a em minha boca, e quando ela começa a gemer meu nome esfregando-se em meu rosto sei que fiz um bom trabalho. Seu corpo ainda está tenso quando eu o escalo à procura de sua boca, ela me beija com fervor enquanto estico a mão para a mesa de cabeceira e tateio as cegas a gaveta em busca de um preservativo, noto que minha mão está tremendo com o esforço de tentar me controlar, ela percebe e sorri ao tomar o pacote da minha mão, ela o rasga com destreza e embainha meu p*u tão rápido que quase g**o com o movimento. — p***a. — Murmuro entredentes quando ela me gira e sobe em cima de mim. Devagar ela monta em mim, posiciona meu p*u e então desce sobre ele com força, minhas mãos afundam em seu quadril e me impulsiono para cima me afundando nela até o talo, ela geme e joga a cabeça para trás em êxtase, ela impele um ritmo lento, ondulando o quadril e embainhando meu p*u com um rebolado enlouquecedor, não consigo me conter e dou um tapa estalado em sua b***a, me deliciando com o movimento do seu quadril, mas ela só estava se ajustando, e quando começa a me cavalgar vigorosamente, sei que não irei me conter e que isso acabará mais rápido do que calculei, sem misericórdia alguma ela me cavalga como se sua vida dependesse disso, em um momento estou dentro, e no outro estou fora quase até o limite e então ela me aperta, dentro, fora... e repete o aperto, começo a tremer com o esforço em me conter, mas o álcool acaba com qualquer ilusão de controle e então ela goza tão intensamente que a sigo em seu clímax. Laura desaba em cima de mim, a respiração ofegante sincronizando com a minha, Deus do céu ela acabou comigo em um minuto, ainda estou remoendo o desempenho vergonhoso quando a escuridão me abate e a última coisa que penso é no quanto amo essa maldita.
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