VI Quarta-feira, 25 de agosto UMA chamada para me dizer sobre o encontro de trabalho podia fazê-la. Não me deixa concluir o pensamento, eis que chega uma sua sms: “A entrevista correu bem. Quando voltar para Itália devemos nos encontrar. Por enquanto mando-te um beijo, mas um apenas.” A mensagem da Chiara deu-me uma nova esperança: voltarei a vê-la o mais depressa possível. Às tantas irei achar também o Giuliano! Volto a refletir sobre o terceiro oráculo. Entre os pertencentes ao círculo neoplatónico fiorentino [florentino] atingiu-me o nome do Poliziano. Já fora da filial nas proximidades da estação, dirijo-me à Montepulciano aldeia, para procurar não sei bem o quê. Depois de ter andado muito a pé a partir do parque de estacionamento até ao topo do centro histórico, vislumbro um ca

