Tudo por amor

1326 Words
Dante Me chamo Dante, sou dono de várias empresas e agências. Lhe damos com vários tipos de investimentos. Meu braço direito e Carlos, um grande amigo de meus pais. O mesmo me auxilia e ajuda com todas as democracias. Não sou um cara de muitos amores, posso não precisar mas só tenho olhos para meu trabalho, bom até conhecer Diana. Uma morena linda e encantadora, de um coração generoso e bondoso. Quando a vi pela primeira vez em Paris perdida e desamparada, naquele mesmo momento eu senti que aquela agora indefesa precisava de mim. Quando a mesma me contou um pouco da sua história resolvi ajudar e não me arrependi disso, Depois de algum tempo nos encontramos novamente e decidi nao deixar a mesma escapar mas de mim. Descobri o verdade amor, quando descobri que iria ser pai, foi o momento mais feliz da minha vida. Seríamos uma família feliz e completa, mas nossos planos não se concretizou. Um vagabundo, destruiu nossa felicidade, depois desse dia Diana nunca mais foi a mesma. Não digo por sua forma física, pois a amo do jeito que é. Mas percebo que minha mulher anda triste pelos cantos e não é mas segura de si, sinto o medo que a mesma tem de me perder por causa de sua condição física. m*l ela sabe que isso não tirou nem um pouco o desejo que tenho por ela, pelo contrário. Me deu mais desejo de cuidar e ama-la ainda mais. Não conseguimos ter mais relação pois Diana tem vergonha, tento deixá-la segura quanto a isso, mas está sendo muito difícil. Fora isso tem Janaína, que depois do acidente de minha mulher revelou seu verdadeiro sentimento por mim, a mesma está me cercando por todos os lados, fazendo de tudo para ficar comigo. Conversei com ela é coloquei todos os pingos nos i. Disse que sou muito bem casado e que amo minha esposa, gosto muito de Janaína mas se a mesma continuar me assediando irei demiti-la, com essa ameaça a mesma me deixou respirar um pouco. Estou deitado na cama ao lado de Diana, a mesma me olha com um olhar encantador. Não tem como não amar essa mulher, olha esse sorriso maravilhoso. Paço meus dedos por seu rosto e a acaricio, com desejo. Diana fecha seus olhos e sente meu toque em sua face, a mesma da um leve sorriso e curte o momento. — Você é a mulher da minha vida Diana.- falo a admirando. — Eu te amo muito Dante, você faz o meu dia cada vez melhor. Ouvir isso da boca da mulher que eu amo não tem preço, digo que preciso ir trabalhar. A mesma concorda, lembro da minha viajem e aproveito para comunicar. — Diana vou precisar passar, dois dias foras para resolver alguns contratos de jogadores. Vou pedir Bruna para ficar com você para lhe fazer companhia, não quero que se sinta sozinha. Vamos nos falar todos os dias que eu tiver fora ou melhor, todas as horas.- falo para descontrair. Sinto uma inquietação em minha mulher, mas a mesma concorda sem dizer nada, prefiro não contar que Janaína irá comigo. Isso poderá deixa-la insegura, afinal ela sempre soube do interesse da mesma por mim. Mas Diana não precisa se preocupar com isso, Janaína não tem nenhuma chance comigo. Lhe dou um selinho e me levanto da cama indo para meu guarda roupa, pego um terno social e vou para o banheiro, tomo meu banho e acabo me aliviando também. Não sou de ferro, com a situação de Diana. Não transamos ainda e não irei precisar minha mulher quanto a isso, muito menos a trai-la por conta disso. Prefiro me aliviar do jeito que posso, termino meu banho, me seco, visto minha roupa, me ajeito e vou. saio do banheiro arrumado, Arrumo minha mala rapidamente, dou um beijo em minha mulher e saio de casa na direção do meu meu carro. Entro e saio em direção a empresa principal, chegando no local, estaciono o carro, deixo minhas malas dentro dele e vou para o prédio. Entro indo direto para minha sala, avisto Janaína. Quando a mesma me ver vem direto a mim, me dizendo que suas malas estão no seu escritório e que a hora que eu quiser já podemos ir, Concordo com a mesma e digo que irei na minha sala primeiro. Lembro de passar no escritório de Carlos. O mesmo está a minha espera, dou dois toques na porta e o mesmo me manda entrar, antes que eu possa dizer alguma coisa o mesmo já dispara contra mim. — Então quer dizer que levará Janaína com você, Diana já sabe disso?, acredito que sua mulher não irá gostar nada, dada.- fala com um olhar acusador. — Carlos, não vou preocupar Diana com bobagens, eu não tenho nada com Janaína e nem quero ter. a mesma já sabe que nunca vai rolar nada entre nós dois, e estou levando a mesma pois é minha secretária. E preciso dos serviços dela, mais se tentar algo, será demitida na mesma hora.- falo sem paciência. — Se é isso que você diz, quem sou eu para dizer o contrário. Só cuidado com essa mulher, ela é o cão em pele de cordeiro. Eu sempre digo isso e você não acredita até ser tarde de mais. Escuta o que eu digo, cuidado. Essa mulher é maluca.- fala e respira fundo. — Fica tranquilo, tomarei todo cuidado possível quanto a isso. Não vou deixar Janaína destruir meu casamento, como eu já disse, só estou a levando por que é muito secretaria e preciso dos seus serviços.- falo e saio da sala, não estou afim de ouvir sermões. Não sou muleque. Vou para minha sala, pego as pastas que estão com todos os documentos necessários nessa viagem, Dou uma última olhada para ter certeza que não estou esquecendo nada. Saio em direção a repartição, aviso Janaína que já estamos de saída. Vou até meu carro pego minha bagagem e vou para o carro particular da empresa que nós deixará no aeroporto. Nossas passagens já estão compradas, e a penas despachar as malas e embarcar. Entramos na aeronave, e nos acomodamos. Janaína senta ao meu lado e pede para segurar minha mão pois tem medo de voar. Fico constrangido mas acabo deixando a final que m*l tem isso. Vamos o vôo inteiro em silêncio, depois de um tempo, anunciam que vamos Pousar. Estamos indo em direção ao hotel que ficaremos hospedados, chego me apresento e logo descubro que Janaína só reservou apenas um carro. Decido pedir outro para eu mas a vontade, percebo a alegria da mesma se esvair. — Nunca mais faça isso, ouviu?, mas uma e você está na rua.- falo sem paciência. — Me desculpa Senhor Dante, eu juro que não foi minha culpa. Eu jurava que tinha reservado dois quartos.- fala sem jeito. — Ok, espero que não aconteça nunca mais.- falo curto e grosso. Vou Para meu quarto com minha bagagem. Entro e vou direto para o banheiro, tomo um banho para esfriar um pouco a cabeça. Saio do meu quarto e vou para a procura de um lugar para tomar um drink, Ando pelo local e logo encontro um Bar. Sento e faço meu pedido, Aproveito para tomar um belo Martine. Não sou muito de beber essas coisas mas as vezes, gosto de experimentar. Sinto uma mão em meu ombro, olho e vejo Janaína. — Posso me juntar a você, não tenho nada pra fazer no momento.- fala tentando ser carismática. — fique a vontade.- aponto para o lugar livre ao meu lado. Janaína se senta e começamos a conversar, conversa vai, conversa vem. As horas se passam que eu nem percebo. Descido voltar para meu quarto para descansar, pois a noite preciso encontrar meus clientes. Me despeso de Janaína e vou para meu quarto, chego no local tranco tudo e deito direito na cama, pego meu celular, ligo marco os horários e capoto.
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