Vulcano narrando
A mão dela em cima do meu paü apertando de um jeito que me deixou duro na hora. Ela inclinou o corpo pra frente me fazendo ver mais do que eu queria ver. Os p****s dela quase pularam na minha cara. A filha da putä além de ser gostosa ainda não aceita não como resposta. E tenho certeza que ela não conseguiu nem dormir por eu ter dispensado ela ontem.
Ela sempre foi assim desde novinha.
Desde os 16 anos quando eu tirei a virgindade dela num quarto de pensão na Lapa. Ela era virgem. Inocente. Não sabia nem beijar direito. E eu fui o primeiro. Fui eu quem apresentou ela pro mundo da safädeza. Fui eu quem ensinou ela a gemer meu vulgo. Fui eu quem mostrou que mulher também pode sentir prazer sem culpa.
Ela lembra disso.
Tenho certeza que ela nunca esqueceu.
E desde então, toda vez que ela quer alguma coisa — um patrocínio, uma indicação, um empurrão na carreira de influencer — ela aparece na minha frente com esse mesmo olhar. Esse mesmo sorriso. Esse mesmo jeito de quem sabe o que quer e não tem vergonha de pedir.
E eu, às vezes, dou.
Porque ela é gostosa pra caralhø. Porque o corpo dela é uma delícia. Porque na hora do vamos ver ela vira outra mulher.
Mas ela não passa disso.
Ela é marmita.
Ela é uma das várias que passa na minha vida pra satisfazer os grandões. Ela sabe disso. Eu sei disso. O morro inteiro sabe disso. Ela só não aceita porque acha que um dia vai ser diferente. Que um dia eu vou querer ela de verdade.
Nunca vou.
Ela pode até ter sido a primeira mulher que eu ensinei a ser safadä. Mas ela não é a única. E nunca vai ser a última.
Agora ela tá aqui. Na minha frente. Com aquele vestido vermelho que mais esconde do que mostra — porque o que tá por baixo é muito melhor do que qualquer pano. Cabelo solto. Boca pintada. Peito à mostra.
— Tu não desiste, hein? — falei, a voz grossa, o baseado queimando entre os dedos.
— Desistir de você, chefe? — ela respondeu, a voz macia, dengosa, a mão ainda apertando devagar por cima da bermuda. — Nunca.
Eu dei uma puxada no baseado. A fumaça encheu o peito. Soltei devagar, pelos dentes.
— Já falei que não tô afim de envolver.
— Você não precisa se envolver. — ela falou, os olhos nos meus. — Você só precisa me comer.
Direta.
Sem vergonha.
Do jeito que eu ensinei.
Ela jogou o cabelo pro lado, devagar, como quem faz pose pra foto. Depois levou a mão pros ombros e tirou as alças do vestido. O tecido vermelho deslizou um pouco, não muito. Só o suficiente pra soltar os p****s dela.
Redondinhos. Branquinhos. Os b***s rosa claros, duros já, mesmo sem ninguém ter tocado.
Ela mordeu os lábios olhando pra mim. A língua passou devagar. O olhar cheio de promessa.
— Gostou do que viu, chefe?
Eu não respondi.
Só fiquei olhando.
O paü já tava latejando dentro da bermuda. Duro. Quente. Pedindo passagem.
Ela se ajoelhou na frente da cadeira. As mãos dela fecharam nos braços da cadeira giratória. Ela girou devagar, me colocando de frente pra ela. As pernas abertas. O paü marcando o tecido.
Com uma mão ela apertou por cima da bermuda de novo. Com a outra, ela deslizou os dedos pelo meu peitø, pela minha barriga, descendo devagar, tateando cada centímetro, sentindo os músculos contraírem debaixo da pele.
— Tá duro, hein, chefe? — ela sussurrou.
— Tá. — respondi curto.
— Então deixa eu resolver isso pra você.
Os dedos dela encontraram o zíper da bermuda. Puxaram devagar. Depois a mão entrou por dentro. Os dedos quentes fecharam no meu paü. Puxaram pra fora.
O ar da sala bateu na pele. O baseado caiu no cinzeiro. Eu joguei a cabeça pra trás e fechei os olhos.
A mão dela começou a subir e descer. Devagar no começo. Só os dedos envolvendo a cabeça. Depois a mão inteira fechou. O movimento ficou mais rápido. Mais firme. Mais molhado.
— Isso… — ela sussurrou. — Deixa eu cuidar de você, chefe.
Eu não respondi.
Só senti.
O prazer subindo pelas pernas, pela barriga, pelo peito. A respiração ficou pesada. A mão dela apertava mais forte cada vez que chegava na cabeça. A outra mão apertava minha coxa, me mantendo no lugar.
O som da pünheta preenchia o quarto. Molhado. Rítmico. Safadø.
Ela gemia baixo, como se o prazer fosse dela também.
— Você gosta assim, né, chefe?
— Gosto.
— Mais rápido?
— Mais.
Ela acelerou. A mão virando um borrão. O paü latejando. O prazer subindo igual fogaréu.
Foi quando ela parou por um segundo. A mão escorregou até a cabeça do meu paü. Os dedos massagearam devagar. Ela olhou pra mim com aquele olhar manhoso.
— Chefe… — ela falou, a voz dengosa. — Deixa eu colocar na boca?
Eu abri os olhos. Olhei pra ela. A boca dela aberta. A língua aparecendo.
— Não. — respondi seco. — Continua do jeito que você tá.
Ela fez careta. A boca fechou num bico.
— Por que, chefe? Você não gosta?
— Gosto. Mas não agora.
— Por quê? — ela insistiu, a mão ainda mexendo devagar, quase parando.
— Porque eu mandei. — falei, a voz grossa. — Continua.
Ela ia responder. Ia perguntar de novo. A boca abriu.
Foi quando o telefone vibrou.
O barulho cortou o ar. O zumbido seco do celular no modo vibratório. Eu olhei pro lado. A tela do celular iluminou a mesa. Um número estranho. Não tava salvo na minha agenda. Número do Rio. DDD 21.
Eu não destravei o celular. Não atendi. Não respondi.
Só deixei vibrar. O celular parou. O silêncio voltou. E ela continuou.
A mão dela deslizou de novo. O ritmo voltou. Devagar. Molhado. Envolvente.
Eu fechei os olhos. E a imagem veio. Sem pedir permissão.
Jane.
O vestido preto. A f***a na perna. O cabelo solto. O medo no olhar. O jeito que ela tremia no corredor. O jeito que ela desviou o olhar quando apresentei.
E na minha cabeça…
Na minha cabeça, não é a Emily que tá de joelho na minha frente.
É ela. É a Jane.
A mão dela no meu paü. A boca dela perto. Os olhos dela olhando pra mim.
Eu balancei a cabeça. Rápido. Forte. Como se pudesse espantar o pensamento.
— Tudo bem, chefe? — Emily perguntou, a mão parando no meio do movimento.
— Continua. — falei, a voz rouca.
Ela continuou. O ritmo voltou. Mas a imagem não saiu. E na minha cabeça, o nome dela ecoou.
Jane.
Jane.
Jane.
Por um segundo, eu quase falei. Quase deixei escapar. Quase chamei a Emily pelo nome dela.
Abri os olhos na hora. Ofegante. O coração batendo forte. O suor na testa.
— Gøza, chefe. — Emily sussurrou, a mão acelerando. — Vai. Gøza pra mim.
Eu fechei os olhos de novo.
Jane.
A mão. A boca. O olhar. O vestido preto caindo no chão.
— Pørra… — eu gemi.
O paü latejou. O prazer subiu. Explodiu.
Gøzei.
Jato quente na mão dela, na barriga dela, no vestido vermelho.
Ela não parou. Continuou mexendo até a última gota.
Meu corpo relaxou na cadeira. A respiração pesada. O suor escorrendo pelo pescoço.
— Pørra, chefe… — ela falou, rindo, olhando pra mão cheia. — Tava guardado, hein?
Eu respirei fundo. O prazer passou. E a culpa veio junto.
Não por ter gøzado. Por ter pensado nela. Na outra.
Na que não era pra estar na minha cabeça.
— Limpa isso aí. — falei, seco, apontando pro leite espalhado nela.
— Não quer mais?
— Já deu.
Ela fez careta. Levantou do chão com um movimento lento, os joelhos marcados no chão de cimento. Antes de pegar o lenço de papel em cima da mesa, ela levou a mão suja até a boca. Abriu os lábios devagar. Passou a língua entre os dedos, lambendo cada centímetro da própria pele como se fosse a coisa mais natural do mundo. Depois subiu com a língua pelo antebraço, lenta, suja, sem vergonha nenhuma. A filha da p**a fez uma cara de safada lambendo tudo, os olhos semicerrados, o cabelo caído sobre o rosto. Parecia uma putä no cio. Depois que terminou de limpar a própria mão com a boca, só então ela pegou o lenço de papel.
Começou a se limpar devagar.
— Você mudou, chefe. — ela falou, a voz ainda macia, mas com um fundo de tristeza que ela tentava esconder.
— Não mudei nada. — respondi curto, ajeitando a bermuda.
— Mudou sim. — ela insistiu, o olhar fixo em mim. — Tá diferente. Tá distante.
Eu não respondi. Porque ela tava certa.
Continua...