CONTINUAÇÃO A mão tava lá. NA b***a DELA. E eu só percebi quando ela falou. — …moço… sua mão tá na minha b***a. Eu congelei. Travei do pescoço pra baixo. Meu cérebro apagou igual computador velho quando falta luz. Eu tirei a mão um centímetro — UM — e falei baixo, rouco, irritado, e completamente fodido: — Foi sem querer. Ela deu aquele sorrisinho… Aquele sorriso criminoso e inocente ao mesmo tempo, que dá vontade de prender e de expulsar pela mesma porta. — Não tira não. Eu pisquei. — Como é? — Deixa aí… é que… nossa… que mão. Que pegada, hein? Meu maxilar quase quebrou. — Suzana… — Oi. — Eu vou tirar. — Pra quê? Tava ótimo onde tava. Eu me senti segurada, sabe? Valorizada. Até cresceu a autoestima aqui. Ela deu um mini rebolado só pra testar minha paciência e eu qua

