Ane Acordei com uma sensação estranha, como se o mundo estivesse em suspenso. Os travesseiros estavam bagunçados, o corpo ainda pesado da noite m*l dormida — ou m*l vivida. Abri os olhos devagar… e dei de cara com Vittoria, sentada na poltrona da sala, me encarando com uma sobrancelha arqueada e um copo de café nas mãos. — Vai me dizer que dormiu aqui por vontade própria? — perguntou, com aquele tom debochado que só ela conseguia usar sem soar c***l. — Não exatamente — murmurei, me sentando devagar. — Aconteceu uma coisa ontem à noite... Ela deu um gole no café e esperou. Vittoria nunca forçava. Mas sempre sabia quando o assunto era sério. — Ele me seguiu até a sorveteria — comecei, respirando fundo. — Me tirou de lá como se eu fosse uma criança. Um dos jogadores do time me chamou pr

