Ane Estava prestes a sair do café quando o celular vibrou em cima da mesa. Um número desconhecido. Uma única mensagem. [Desconhecido]: Precisamos conversar. Urgente. Sobre o casamento. Logo abaixo, um endereço. Não havia assinatura, mas meu coração soube de imediato quem tinha enviado. Sebastian. Guardei o envelope com os documentos do meu avô, respirei fundo e me aproximei dos seguranças que me vigiavam do outro lado da rua. — Esse endereço — mostrei a tela. — A quem pertence? Os dois se entreolharam, trocando um olhar carregado de cautela. — É... uma cobertura do senhor Sebastian. Fica no alto de um edifício bem reservado. Ele quase não vai lá. — Ele me mandou isso. Disse que é urgente. — Suspirei. — Me levem até lá, por favor. No carro, meus pensamentos não se calavam. Por que S

