Ane Subi as escadas com passos rápidos, o peito ainda arfando de raiva contida. Cada palavra dita por Sebastian parecia pulsar nos meus ouvidos. Aquele homem me tirava do eixo com uma facilidade irritante. Abri a porta do quarto, ansiosa por um pouco de silêncio, mas assim que entrei… parei. Algo estava diferente. Minha cama — a que havia sido colocada ali desde que cheguei — não estava mais no quarto. O espaço onde ela ficava agora exibia apenas o vazio. Virei o rosto em direção à cama de Sebastian… ou melhor, à única cama que agora restava no cômodo. — Não… — murmurei, incrédula. Girei nos calcanhares para sair e procurar respostas — ou, mais especificamente, ele. Mas assim que me virei, bati contra um peito firme, largo… quente. Um suspiro escapou da minha boca no susto, e eu me

